AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Artigos de Ruben Azevedo
Argumento em verso contra o ateísmo

Argumento em verso contra o ateísmo

Desta vez Ruben Azevedo propõe-nos uma reflexão em jeito de poema. O que será mais racional? / Dizer que a multiplicidade universal vem de si própria / Ou antes que vem da absoluta unidade? / Não vem toda a variedade /de uma unidade mais fundamental /que a precede?

Argumento em verso contra o ateísmo

Amor e Sentido

O Sentido talvez consista numa entrega total a algo, causa ou ideia, com amor. Mas não estou certo de que todas as causas suscitem a mesma plenitude de sentido. O que trará essa plenitude? A dimensão ou integridade do amor que se dedica, ou a causa em si, objeto desse amor? É certo que o “muito amar” justifica até a causa aparentemente mais insignificante, contanto seja um amor sincero, até certo ponto desinteressado, e não uma tábua de salvação para a angústia da solidão ou da falta de sentido. (Ruben Azevedo)

Argumento em verso contra o ateísmo

Abraçar o vazio

Enfrentar o vazio é necessário. Abraçar o vazio. Porque é no deserto que a revelação acontece. O homem não foi feito para estar sempre saciado, antes pelo contrário, a insatisfação e o inacabamento são a sua condição. Tal não significa que ele não deva buscar satisfazer-se, contanto que seja a partir daquilo que lhe é próprio, essencial. E o essencial, em nós, nem está dado nem é passível de conquista definitiva.

Argumento em verso contra o ateísmo

Haverá outro caminho?

Temo que o preço a pagar para eliminar o Hamas venha a ser demasiado alto. Já está a ser. Em vidas humanas inocentes. Não haverá outra forma de resolver o problema que não implique o continuar dos bombardeamentos e uma invasão em larga escala, que só trará mais mortandade de ambos os lados? Como é que se extirpa uma ideologia radical e uma organização cujo braço armado atinge os 100 mil homens? (Ruben Azevedo)

Argumento em verso contra o ateísmo

Saúde mental e ócio

Num artigo do DN do último domingo sobre saúde mental, a psicóloga Inês Barroca escreve que «As crianças e adolescentes parecem já não saber aborrecerem-se. Várias vezes prescrevi, em consulta, como receita, “não fazer nada” e, até agora, não tive ninguém que o tivesse efetivamente conseguido.» (DN, domingo 15/10/2023, artigo “Não há saúde sem saúde mental”) (Ruben Azevedo)

Argumento em verso contra o ateísmo

Contra o fanatismo

Estou a ler um livrinho pequenino chamado Contra o Fanatismo, do escritor israelita Amos Oz. Ele diz que o fanatismo começa na superioridade moral que o fanático supõe deter em relação ao Outro. E isto encontra-se até nas coisas mais comezinhas. [Um artigo de Ruben Azevedo]

Argumento em verso contra o ateísmo

Humanizar a Educação (em todos os sentidos)

“Todo o professor, seja qual for a sua especialidade, é acima de tudo um mestre de humanidade”. Esta frase de Georges Gusdorf, professor e filósofo francês, autor de um livro extraordinário que todos os professores deviam ler (Professores para quê?, Livraria Morais Editora, Lisboa, 1967), diz bem acerca do ideal a que qualquer professor deve aspirar, ao serviço da educação integral do ser humano, e não apenas do ensino em sentido estrito.

Argumento em verso contra o ateísmo

O desafio da liberdade

No passado, o grande desafio foi o de conquistar direitos e liberdades civis, como a liberdade de pensar e manifestar livremente opiniões políticas ou outras, ou o direito à segurança pessoal e dos bens, ou o direito a um julgamento justo, ou à presunção de inocência, ou de escolher livremente os seus representantes políticos, etc. – tudo direitos e liberdades que pressupõem que cada indivíduo é dotado incondicionalmente de certos direitos, liberdades e garantias inalienáveis.

Argumento em verso contra o ateísmo

Argumento em verso contra o ateísmo

Desta vez Ruben Azevedo propõe-nos uma reflexão em jeito de poema. O que será mais racional? / Dizer que a multiplicidade universal vem de si própria / Ou antes que vem da absoluta unidade? / Não vem toda a variedade /de uma unidade mais fundamental /que a precede?

Argumento em verso contra o ateísmo

Amor e Sentido

O Sentido talvez consista numa entrega total a algo, causa ou ideia, com amor. Mas não estou certo de que todas as causas suscitem a mesma plenitude de sentido. O que trará essa plenitude? A dimensão ou integridade do amor que se dedica, ou a causa em si, objeto desse amor? É certo que o “muito amar” justifica até a causa aparentemente mais insignificante, contanto seja um amor sincero, até certo ponto desinteressado, e não uma tábua de salvação para a angústia da solidão ou da falta de sentido. (Ruben Azevedo)

Argumento em verso contra o ateísmo

Abraçar o vazio

Enfrentar o vazio é necessário. Abraçar o vazio. Porque é no deserto que a revelação acontece. O homem não foi feito para estar sempre saciado, antes pelo contrário, a insatisfação e o inacabamento são a sua condição. Tal não significa que ele não deva buscar satisfazer-se, contanto que seja a partir daquilo que lhe é próprio, essencial. E o essencial, em nós, nem está dado nem é passível de conquista definitiva.

Argumento em verso contra o ateísmo

Haverá outro caminho?

Temo que o preço a pagar para eliminar o Hamas venha a ser demasiado alto. Já está a ser. Em vidas humanas inocentes. Não haverá outra forma de resolver o problema que não implique o continuar dos bombardeamentos e uma invasão em larga escala, que só trará mais mortandade de ambos os lados? Como é que se extirpa uma ideologia radical e uma organização cujo braço armado atinge os 100 mil homens? (Ruben Azevedo)

Argumento em verso contra o ateísmo

Saúde mental e ócio

Num artigo do DN do último domingo sobre saúde mental, a psicóloga Inês Barroca escreve que «As crianças e adolescentes parecem já não saber aborrecerem-se. Várias vezes prescrevi, em consulta, como receita, “não fazer nada” e, até agora, não tive ninguém que o tivesse efetivamente conseguido.» (DN, domingo 15/10/2023, artigo “Não há saúde sem saúde mental”) (Ruben Azevedo)

Argumento em verso contra o ateísmo

Contra o fanatismo

Estou a ler um livrinho pequenino chamado Contra o Fanatismo, do escritor israelita Amos Oz. Ele diz que o fanatismo começa na superioridade moral que o fanático supõe deter em relação ao Outro. E isto encontra-se até nas coisas mais comezinhas. [Um artigo de Ruben Azevedo]

Argumento em verso contra o ateísmo

Humanizar a Educação (em todos os sentidos)

“Todo o professor, seja qual for a sua especialidade, é acima de tudo um mestre de humanidade”. Esta frase de Georges Gusdorf, professor e filósofo francês, autor de um livro extraordinário que todos os professores deviam ler (Professores para quê?, Livraria Morais Editora, Lisboa, 1967), diz bem acerca do ideal a que qualquer professor deve aspirar, ao serviço da educação integral do ser humano, e não apenas do ensino em sentido estrito.

Argumento em verso contra o ateísmo

O desafio da liberdade

No passado, o grande desafio foi o de conquistar direitos e liberdades civis, como a liberdade de pensar e manifestar livremente opiniões políticas ou outras, ou o direito à segurança pessoal e dos bens, ou o direito a um julgamento justo, ou à presunção de inocência, ou de escolher livremente os seus representantes políticos, etc. – tudo direitos e liberdades que pressupõem que cada indivíduo é dotado incondicionalmente de certos direitos, liberdades e garantias inalienáveis.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Não às armas nucleares (2): Deus não precisa da bomba

[Arquipélago Jerusalém]

Não às armas nucleares (2): Deus não precisa da bomba

O Projeto Manhattan habituou o estado norte-americano a uma operação gigantesca conduzida sob segredo, com informação compartimentada, financiamento protegido do escrutínio do Congresso e uma disciplina que separava quem sabia de quem tinha autorização para perguntar. Até Harry Truman, vice-presidente, permaneceu à margem do segredo até suceder a Roosevelt. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Quando a liturgia deixa de ser liturgia: à luz de Romano Guardini

[Entre Margens]

Quando a liturgia deixa de ser liturgia: à luz de Romano Guardini

“A liturgia não diz eu, mas nós”, é a célebre frase do ilustre teólogo Romano Guardini no seu magnum opus O Espírito da Liturgia, frase esta que o Papa Francisco parafraseia na Carta Apostólica Desiderio Desideravi, acrescentando ainda que “…qualquer limitação à amplitude deste “nós” é sempre demoníaca”. [Texto de Diogo Almeida].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.