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Artigos de Sara Jona Laísse
Lugar de honra, acolher Jesus e Hatoa: viver com gratidão, verdade e audácia

[Moçambique, margem Sul]

Lugar de honra, acolher Jesus e Hatoa: viver com gratidão, verdade e audácia

Sua Eminência Reverendíssima, Bispo D. João Carlos Hatoa Nunes é Arcebispo da Arquidiocese de Maputo. Eu já o conhecia, de perto, e gostava da sua pregação, sempre regada de aspectos das culturas locais de Moçambique, sobretudo a ronga, que é de Maputo, onde vivo. Entretanto, ele nasceu na Beira, lugar de outras culturas e saberes. Foi convidado a proferir uma palestra e a realizar a bênção do sacrário na Extensão de Maputo. [Texto de Sara Laísse].

Esguelhas da alma: o outro lado da vida

[Moçambique, Margem Sul]

Esguelhas da alma: o outro lado da vida

Li “Esguelhas da alma” avisada de que quem não tem informação sobre alguma coisa não a deve criticar, deve procurar conhecê-la, antes. Ou seja, há um conselho: não fales sobre o que não sabes, pergunta. [A crónica de Sara Jona Laisse sobre um livro de Virgílio Sitole]

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

[Moçambique, margem Sul]

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

Em 2022, sob o título “Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por isso”, escrevi que não haveria Natal em Moçambique, dado que, a gestão “da coisa social” ia de mal a pior. Este ano degradou-se completamente, após os conflitos político-sociais que resultam da insatisfação popular, devido ao que se tem estado a designar reposição da “verdade eleitoral”, depois do processo de votação, nas últimas eleições gerais de Outubro, considerado fraudulento.

N’fukwa eleitoral: “a sorte está lançada”

[Moçambique, margem Sul]

N’fukwa eleitoral: “a sorte está lançada”

Mulheres moçambicanas, na sua maioria que perderam ou têm seus filhos internados em hospitais ou em casa, de baixa, como resultados dos tumultos havidos durante as manifestações pós-eleitorais, das últimas semanas, marcharam e ajoelharam-se em frente ao Conselho Constitucional, presidido pela juíza Lúcia Ribeiro. Elas representavam várias outras mulheres de diferentes estratos sociais.

Axinene arivava – “natural não teme”

[Moçambique, margem Sul]

Axinene arivava – “natural não teme”

Hoje, não me contive, inspirada pela música intitulada Axinene arivava, expressão makhuwa, que em português significa “sou deste lugar” ou “o dono está aqui”. É cantada pela Banda Kakana . O seu conteúdo é um autêntico convite à temática que mais tenho abordado, nesta coluna: as culturas moçambicanas. A música, no caso, é uma exaltação à auto-estima da beleza da mulher makhuwa, da gastronomia da Ilha de Moçambique, assim como das suas culturas. [Texto de Sara Jona Laísse]

Lugar de honra, acolher Jesus e Hatoa: viver com gratidão, verdade e audácia

[Moçambique, margem Sul]

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Sua Eminência Reverendíssima, Bispo D. João Carlos Hatoa Nunes é Arcebispo da Arquidiocese de Maputo. Eu já o conhecia, de perto, e gostava da sua pregação, sempre regada de aspectos das culturas locais de Moçambique, sobretudo a ronga, que é de Maputo, onde vivo. Entretanto, ele nasceu na Beira, lugar de outras culturas e saberes. Foi convidado a proferir uma palestra e a realizar a bênção do sacrário na Extensão de Maputo. [Texto de Sara Laísse].

Esguelhas da alma: o outro lado da vida

[Moçambique, Margem Sul]

Esguelhas da alma: o outro lado da vida

Li “Esguelhas da alma” avisada de que quem não tem informação sobre alguma coisa não a deve criticar, deve procurar conhecê-la, antes. Ou seja, há um conselho: não fales sobre o que não sabes, pergunta. [A crónica de Sara Jona Laisse sobre um livro de Virgílio Sitole]

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

[Moçambique, margem Sul]

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

Em 2022, sob o título “Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por isso”, escrevi que não haveria Natal em Moçambique, dado que, a gestão “da coisa social” ia de mal a pior. Este ano degradou-se completamente, após os conflitos político-sociais que resultam da insatisfação popular, devido ao que se tem estado a designar reposição da “verdade eleitoral”, depois do processo de votação, nas últimas eleições gerais de Outubro, considerado fraudulento.

N’fukwa eleitoral: “a sorte está lançada”

[Moçambique, margem Sul]

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Mulheres moçambicanas, na sua maioria que perderam ou têm seus filhos internados em hospitais ou em casa, de baixa, como resultados dos tumultos havidos durante as manifestações pós-eleitorais, das últimas semanas, marcharam e ajoelharam-se em frente ao Conselho Constitucional, presidido pela juíza Lúcia Ribeiro. Elas representavam várias outras mulheres de diferentes estratos sociais.

Axinene arivava – “natural não teme”

[Moçambique, margem Sul]

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Hoje, não me contive, inspirada pela música intitulada Axinene arivava, expressão makhuwa, que em português significa “sou deste lugar” ou “o dono está aqui”. É cantada pela Banda Kakana . O seu conteúdo é um autêntico convite à temática que mais tenho abordado, nesta coluna: as culturas moçambicanas. A música, no caso, é uma exaltação à auto-estima da beleza da mulher makhuwa, da gastronomia da Ilha de Moçambique, assim como das suas culturas. [Texto de Sara Jona Laísse]

Últimas Notícias

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A distância e a escrita

[Entre Margens]

A distância e a escrita novidade

Vi há algum tempo a peça de Tiago Rodrigues, La Distance, e pensei sobre as cartas que troco com a minha mãe. Na peça, uma filha parte para outro planeta, num futuro apocalíptico em que a vida na terra se tornou insustentável. O público vive a dor dilacerante do pai que fica, que troca mensagens de voz com a filha, e a quem às tantas ela diz que estão mais próximos, agora. [Texto de Joana Rigato].

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