Hesitei entre dois títulos: “mais horror”, como que a prolongar a péssima telenovela em torno dos abusos sexuais, ou “profundamente insensata, a minha Igreja”, sublinhando desde o início a ideia que mesmo sendo a Igreja insensata, é a minha Igreja. Optei pela segunda, mas sem dúvida que é sob o signo da vergonha e da tristeza que escrevo estas linhas, depois do choque ao ver um selo do Vaticano sobre a JMJ 2023.












