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“Ilhas de Plástico” no rio Minho apelam à luta ambiental

Dia Mundial dos Oceanos

“Ilhas de Plástico” no rio Minho apelam à luta ambiental

Artista idealizou como metáfora do tempo um conjunto de 24 esculturas esféricas de grande dimensão forradas com materiais de plástico, garrafas de água, tubos de diferentes cores e feitios idênticos aos utilizados na construção civil. Unidas entre si formam uma mega-instalação flutuante e ondulante, atractiva, pedagógica, capaz de provocar olhares desencontrados. No próximo dia 8 de Junho, Dia Mundial dos Oceanos, estará fundeada no rio Minho.

A arte na defesa e promoção dos direitos humanos

A arte na defesa e promoção dos direitos humanos

O impacto da arte na criação de uma agenda voltada para a defesa e promoção dos direitos humanos estará em debate esta quinta e sexta-feiras, dias 20 e 21 de maio, numa conferência internacional, que decorrerá na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, mas poderá também ser acompanhada através da internet. Na segunda-feira, dia 24, o evento terá uma extensão exclusivamente online. 

[À volta do 1º de Maio] Estranha forma de vida

[À volta do 1º de Maio] Estranha forma de vida

Ao aceitar o desafio de escrever sobre o trabalho enquanto artista e profissional da cultura, Rui Aleixo aflora uma panóplia de aspetos que estão intimamente ligados a esta profissão, mas também à vida de um artista, que é muitas vezes indissociável do seu trabalho. Este contributo não pretende esgotar o tema, mas poderá ajudar a desmontar clichés e a tornar menos abstrata esta estranha forma de vida.

Saberei ser quem sou?

Saberei ser quem sou?

Que me fosse concedido o desejo de aquietar a consciência, aquele dom invejável dos sábios discretos;
às tantas, vivo cansada de uma mente desobediente a perturbar cada instante que a vida me dispõe.

Precisamos de nos ouvir (22) – António Durães: Talvez a arte nos possa continuar a salvar

Precisamos de nos ouvir (22) – António Durães: Talvez a arte nos possa continuar a salvar

Por força não sei de que determinação, o meu mundo, o mundo teatral, divide-se, também ele, em duas partes. Não há Tordesilhas que nos imponha o mundo assim, mas a verdade teatral determina-o: o mundo da sala e o mundo do palco. A cortina de ferro divide esses dois mundos de forma inexorável. Por razões de segurança, mas também por todas as outras razões. E esses dois mundos apenas se comunicam, quando o Encontro, como chamavam alguns antigos ao espectáculo, se dá.

Canções para estes tempos de inquietação 

Canções para estes tempos de inquietação 

No ano em que Nick Cave se sentou sozinho ao piano, para nos trazer 22 orações muito pessoais, desde o londrino Alexandra Palace para todo o mundo, numa transmissão em streaming, o australiano dedicou-se também à escrita de 12 litanias a convite do compositor neoclássico belga Nicholas Lens.

Mosteiro de Tibães recupera cinco retratos da Sala do Capítulo

Mosteiro de Tibães recupera cinco retratos da Sala do Capítulo

Cinco retratos de abades gerais beneditinos foram devolvidos à Sala do Capítulo Geral do Mosteiro de Tibães, em Braga, na sequência dos trabalhos de recuperação e valorização patrimonial que têm sido levados a efeito, aproveitando o encerramento ao público por causa da pandemia.

Silêncio, que se vai rezar (a ouvir) o fado

Silêncio, que se vai rezar (a ouvir) o fado

Podem os olhos, as mãos ou o rosto de quem canta o fado exprimir uma atitude de religiosidade? Cátia Tuna investigou o tema e descobriu como a canção – que começou por ser boémia e se tornou “nacional” – preencheu um vazio que o catolicismo orgânico tinha deixado a descoberto. Silêncio, que se vai rezar (a ouvir) o fado.

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Peregrinação de férias pela Euro-Ásia

[Entre Margens]

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Padres Contra o Genocídio levam a Roma os nomes de 300 crianças mortas

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