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O bispo das ilhas que também podem desaparecer do mapa

Paul Donoghue, das Ilhas Cook

O bispo das ilhas que também podem desaparecer do mapa

Bispo da diocese católica de Rarotonga, coincidindo com as Ilhas Cook, no Pacífico, Paul Donoghue, 74 anos, fala do risco que há para várias ilhas do Pacífico de se afundarem, se nada for feito para travar a emergência climática. Também a mineração no fundo do mar é um risco, para o qual vários cientistas vêm alertando.

Nas vésperas da COP28, uma vigília inter-religiosa vai ajudar a salvar o planeta

24 de novembro, em Lisboa

Nas vésperas da COP28, uma vigília inter-religiosa vai ajudar a salvar o planeta

Poderá um pequeno grupo de trabalho paroquial salvar-nos da crise climática? A avaliar pelas ações levadas a cabo pelo grupo Cuidar da Casa Comum em Santa Isabel – nascido há cerca de um ano na paróquia lisboeta com o mesmo nome -, sem dúvida que pode, pelo menos, ajudar… e não é pouco. A próxima iniciativa deste grupo foi apresentada esta quinta-feira aos jornalistas e está agendada para dia 24 de novembro: trata-se de uma vigília de ação e reflexão que pretende reunir o maior número de pessoas possível – católicos, “irmãos de todas as religiões e tradições espirituais” e não crentes –  para “salvar o planeta e defender a vida”.

A arte de silenciar todos os alarmes

A arte de silenciar todos os alarmes

Relatórios. Cálculos. Números. Alarmes. Alarmes? – Pancada neles que queremos continuar na nossa sonolenta modorra com toda a tranquilidade! Essa é a questão, a grande questão: por que razão o conhecimento desperta uns e mantém outros de olhos fechados? Como se vence a vontade de nos mantermos de olhos fechados por sabermos que se abrimos os olhos algo teremos de mudar nos nossos comportamentos, prioridades e modos de vida?

Comissão Nacional Justiça e Paz apela a “mudanças de estilo de vida”

Nota sobre a Laudate Deum

Comissão Nacional Justiça e Paz apela a “mudanças de estilo de vida”

“Este é o tempo da ação, que requer o envolvimento de todos”, afirma a Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) numa nota publicada esta segunda-feira, 23 de outubro, em resposta à mais recente exortação apostólica do Papa, Laudate Deum. O organismo da Igreja Católica portuguesa faz saber que subscreve as palavras de Francisco e apela a todos que tenham a coragem de assumir “mudanças de estilo de vida” para proteger a casa comum.

Testemunho: Ser mãe de um jovem ativista pela justiça climática

Os jovens e a luta pelo clima

Testemunho: Ser mãe de um jovem ativista pela justiça climática

Sou católica: estou na Igreja Católica Apostólica Romana inspirada por Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Sempre tentei cuidar dos que estão perto e dos que nem por isso, e sempre tive a consciência de que sou dona de muito pouco, ou praticamente nada. O que me faz escrever estas linhas é que sou mãe de um jovem ativista pela justiça climática.

“Laudate Deum”, um apelo à ação

“Laudate Deum”, um apelo à ação

Oito anos depois da publicação da carta encíclica Laudato si’, o Papa Francisco assinou no dia de S. Francisco de Assis a exortação apostólica Laudate Deum, onde regressa ao cuidado do maltratado planeta, exprimindo profunda preocupação pela nossa casa comum. No fundo, o impacto da mudança climática prejudicará cada vez mais a vida de muitas pessoas e famílias. Estão em causa a saúde, o emprego, o acesso aos recursos, a habitação e as migrações forçadas.

Uma exortação a sermos mais exigentes e interventivos

Uma exortação a sermos mais exigentes e interventivos

A novíssima exortação apostólica sobre o “não-cuidado” da casa comum dá alguns puxões de orelhas, mostrando a grande preocupação do Papa com tanta inoperância perante os problemas que se adensam. Mas o título – Laudate Deum –, citando mais uma vez S. Francisco de Assis, está no modo imperativo, dirigido de novo a todas as pessoas de boa vontade, propondo uma atitude humilde, confiante e grata, porque, alerta, “um ser humano que pretenda tomar o lugar de Deus torna-se o pior perigo para si mesmo”.

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Nas vésperas da COP28, uma vigília inter-religiosa vai ajudar a salvar o planeta

24 de novembro, em Lisboa

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Poderá um pequeno grupo de trabalho paroquial salvar-nos da crise climática? A avaliar pelas ações levadas a cabo pelo grupo Cuidar da Casa Comum em Santa Isabel – nascido há cerca de um ano na paróquia lisboeta com o mesmo nome -, sem dúvida que pode, pelo menos, ajudar… e não é pouco. A próxima iniciativa deste grupo foi apresentada esta quinta-feira aos jornalistas e está agendada para dia 24 de novembro: trata-se de uma vigília de ação e reflexão que pretende reunir o maior número de pessoas possível – católicos, “irmãos de todas as religiões e tradições espirituais” e não crentes –  para “salvar o planeta e defender a vida”.

A arte de silenciar todos os alarmes

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Nota sobre a Laudate Deum

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“Este é o tempo da ação, que requer o envolvimento de todos”, afirma a Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) numa nota publicada esta segunda-feira, 23 de outubro, em resposta à mais recente exortação apostólica do Papa, Laudate Deum. O organismo da Igreja Católica portuguesa faz saber que subscreve as palavras de Francisco e apela a todos que tenham a coragem de assumir “mudanças de estilo de vida” para proteger a casa comum.

Testemunho: Ser mãe de um jovem ativista pela justiça climática

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Sou católica: estou na Igreja Católica Apostólica Romana inspirada por Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Sempre tentei cuidar dos que estão perto e dos que nem por isso, e sempre tive a consciência de que sou dona de muito pouco, ou praticamente nada. O que me faz escrever estas linhas é que sou mãe de um jovem ativista pela justiça climática.

“Laudate Deum”, um apelo à ação

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Oito anos depois da publicação da carta encíclica Laudato si’, o Papa Francisco assinou no dia de S. Francisco de Assis a exortação apostólica Laudate Deum, onde regressa ao cuidado do maltratado planeta, exprimindo profunda preocupação pela nossa casa comum. No fundo, o impacto da mudança climática prejudicará cada vez mais a vida de muitas pessoas e famílias. Estão em causa a saúde, o emprego, o acesso aos recursos, a habitação e as migrações forçadas.

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“Estás tão bem para a idade!”

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