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“A economia que mata, que exclui, que polui, que produz a guerra, não é economia”

Papa ao movimento EoF

“A economia que mata, que exclui, que polui, que produz a guerra, não é economia”

Quando falamos das armas produzidas e vendidas para as guerras, isso é economia? E os “lucros obtidos às custas dos vulneráveis ​​e indefesos”? Ou a “exploração dos recursos e dos povos”? Nada disso é economia, afirmou o Papa no seu discurso aos jovens (e não só) ligados ao movimento Economia de Francisco (EoF), que se encontram reunidos num encontro a decorrer presencialmente e online, desde esta sexta-feira, 6 de outubro, até domingo.

Um choque em cadeia

Um choque em cadeia

Imagine que está na rua à espera do seu filho que o vem buscar de carro, e, de repente, vê um choque em cadeia. Vários carros embatem uns nos outros, o do seu filho incluído, e algumas pessoas sofrem lesões graves. O trânsito é intenso, e os carros que vêm da rua adjacente não sabem ao que vêm. Certamente vão ficar presos neste congestionamento e, na pior das hipóteses, poderão chocar contra os automóveis já no meio do desastre, sobretudo se vierem com muita pressa.

Um murro na mesa

Um murro na mesa

Uma imagem que pode nos ajudar a interpretar a exortação apostólica Laudate Deum do Papa Francisco é a de “um murro na mesa”. O Papa adverte que já se passaram oito anos desde a sua carta encíclica Laudato si’, e “não estamos a reagir de modo satisfatório,

“Laudate Deum”: a exortação no momento certo

“Laudate Deum”: a exortação no momento certo

  Vale a pena lembrar o contexto em que a carta encíclica Laudato Si' surge em 2015. Foi um ano marcante, com o Papa Francisco a marcar a agenda da sustentabilidade no final de maio, com a aprovação pelas Nações Unidas em setembro dos objetivos de desenvolvimento...

“Laudate Deum”, o grito de Francisco para salvar o planeta

Nova exortação apostólica do Papa

“Laudate Deum”, o grito de Francisco para salvar o planeta

A premência da crise climática, a decadência ética dos poderosos, a fragilidade da política internacional, os incipientes avanços (ou a falência) dos acordos negociados e o desânimo instalado em relação à próxima COP28 ‘obrigaram’ o Papa Francisco a escrever a exortação apostólica Laudate Deum para dar alento, chamar à esperança e à responsabilidade todos os participantes da reunião que se inicia a 30 de novembro no Dubai.

Como o “Cântico das Criaturas” se colou ao corpo de João e foi da rua de Assis no século XIII para a Praça de São Pedro

O português que cantou na vigília ecuménica

Como o “Cântico das Criaturas” se colou ao corpo de João e foi da rua de Assis no século XIII para a Praça de São Pedro

O Cântico das Criaturas está-lhe “colado ao corpo”. Pelo facto de ter sido composto por Francisco de Assis no dialecto local da Umbria, o poema é claramente um “cântico da rua”. E quando João Maria Carvalho se viu sozinho a cantá-lo na Praça de São Pedro, perdeu a noção do espaço: entre o seu quarto em Benfica (Lisboa) e a praça, com o Papa Francisco e outros 19 líderes cristãos a assistir, “a diferença é quase nenhuma”.

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“Estás tão bem para a idade!”

[Lugar (in)comum]

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“O envelhecimento passou a ser um exame contínuo, em que a nota de passagem é parecer ter, no mínimo, menos dez anos. E quem falha o teste – quem ganha rugas, assume os cabelos brancos, ajusta o tom da voz ou desacelera o ritmo – é visto como desleixado, como se envelhecer não fosse a consequência lógica de estar vivo.” [Texto de Júlia Costa]

Futuro da humanidade depende do modo como enfrentarmos quatro desafios dominados pelo poder

António Guterres

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A guerra, as desigualdades, as alterações climáticas e a inteligência artificial (IA) são os quatro grandes desafios que a humanidade enfrenta e, ainda que o nosso futuro dependa da forma como os enfrentarmos, é preciso reconhecer que “em todos os quatro desafios a questão decisiva é o poder”, afirmou António Guterres no seu último discurso como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cargo que vai deixar no final deste ano.

Peregrinação de férias pela Euro-Ásia

[Entre Margens]

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Valeu como um retiro de oração, reflexão, celebrações eucarísticas diárias em lugares cristãos. O que mais me motivou foi poder visitar Tarso, cidade natal de São Paulo, e Niceia (Iznik) onde em 325 se realizou o primeiro concílio da Igreja com mais de 300 bispos do mundo cristão. [Texto de Aires Gameiro].

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