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Rede Cuidar da Casa Comum debate urgência da cidadania ecológica

Rede Cuidar da Casa Comum debate urgência da cidadania ecológica

Um vídeo-debate sobre a urgência da cidadania ecológica é promovido esta terça-feira, 22, às 21h, pela rede Cuidar da Casa Comum (CCC), com a participação do professor universitário e filósofo Viriato Soromenho-Marques, que há muito alia o estudo da Filosofia às questões ambientais e de desenvolvimento sustentável, frei Fabrizio Bordin, franciscano e responsável de três paróquias em Chelas (Lisboa), e Filipa Pires de Almeida, que está envolvida na iniciativa A Economia de Francisco.

Diocese de Tóquio faz campanha contra desperdício de água

Diocese de Tóquio faz campanha contra desperdício de água

A arquidiocese de Tóquio (Japão) lançou uma campanha para que cada pessoa assuma a responsabilidade de poupar e proteger a água, que tantas vezes é “maltratada, poluída e desperdiçada”, colocando em perigo “a sobrevivência e a saúde dos seres humanos”.

O Papa Francisco confessa a Juliette Binoche e mais 14 como foi a sua conversão ecológica

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“Antes eu não entendia nada” sobre ecologia, mas depois houve um “caminho de conversão ecológica” pessoal, disse o Papa Francisco a um grupo de 15 personalidades francesas, católicos e não crentes empenhadas na causa ambientalista, às quais encorajou a que continuassem a lutar e não perder a esperança, mesmo quando a condição do planeta pode parecer “catastrófica”.

Jesuítas e franciscanos brasileiros unem-se para fazer a “revolução Laudato Si’”

Jesuítas e franciscanos brasileiros unem-se para fazer a “revolução Laudato Si’”

Já dizia o ditado que “a união faz a força” e, se é para fazer uma revolução, certamente que esta nova união dará uma importante ajuda. Inspirados pela encíclica Laudato Si’, pelo documento final do Sínodo Panamazónico e pela Exortação Pós-Sinodal “Querida Amazónia”, os franciscanos e jesuítas presentes no Brasil decidiram juntar-se para fazer a “revolução Laudato Si’”: um conjunto de reflexões e ações contra a injustiça socioambiental, contra todas as formas de exploração e desigualdade socioeconómica, contra o racismo, e em defesa dos povos indígenas e da democracia. 

Cardeal das Maurícias elogia resposta da população ao derrame petrolífero

Cardeal das Maurícias elogia resposta da população ao derrame petrolífero

O cardeal Maurice Piat de Port-Louis, Maurícias, elogiou a resposta da população ao derrame de petróleo que devastou a costa da ilha. “Numerosas famílias são afectadas” pelo desastre, afirmou. “No meio da dor partilhada por tantos, saúdo a bela efusão de solidariedade activa e empreendedora que agora se mostra numa tentativa de salvar o que ainda pode ser salvo.”

75 anos de Hiroshima: “Água, quero água.” E o relógio do padre Arrupe parou para sempre nas 8h15  

75 anos de Hiroshima: “Água, quero água.” E o relógio do padre Arrupe parou para sempre nas 8h15  

A tragédia de Hiroshima, de que neste dia 6 de Agosto de 2020 se assinala o 75º aniversário (e de Nagasaqui, três dias depois), foi vivida na primeira pessoa pelo padre Pedro Arrupe, que viria a ser geral dos jesuítas. O seu relógio parou na hora da explosão. “Não é uma recordação, é uma vivência perpétua fora da história, que não acontece sem o seu tiquetaque. O ponteiro parou e Hiroshima deteve-se, cravada no nosso espírito”, escreveria ele.

Indígenas são “mais vulneráveis” à covid-19, alerta OMS

Indígenas são “mais vulneráveis” à covid-19, alerta OMS

As comunidades indígenas, que correspondem a cerca de meio milhão de pessoas em todo o mundo, estão particularmente vulneráveis à pandemia do novo coronavírus devido às condições precárias em que vivem e à intensidade com que o vírus está a alastrar no continente americano, onde vivem na sua maioria, alertou esta segunda-feira, 20 de julho, a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Bolsonaro veta obrigação do governo de assegurar água potável e ajuda hospitalar a indígenas durante a pandemia

Bolsonaro veta obrigação do governo de assegurar água potável e ajuda hospitalar a indígenas durante a pandemia

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, vetou esta quarta-feira, 8 de julho, um projeto de lei aprovado pela câmara de deputados e pelo senado federal, que previa medidas de apoio urgentes para os povos indígenas durante a pandemia. Entre estas medidas, incluíam-se a obrigação de o governo assegurar “acesso a água potável” e garantir “a oferta emergencial de camas hospitalares e de terapia intensiva” a estas populações. O Conselho Indigenista Missionário (CIMI) expressou o seu “repúdio” pelo “preconceito, o ódio e a violência do atual governo em relação aos povos indígenas” e um grupo de ONGs já levou o tema às Nações Unidas.

Rede Cuidar da Casa Comum debate urgência da cidadania ecológica

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Diocese de Tóquio faz campanha contra desperdício de água

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