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Rosinha e o tenebroso espelho para onde nos custa olhar

Prémio Árvore da Vida no Indie

Rosinha e o tenebroso espelho para onde nos custa olhar

“Um filme que perscruta a ideia de ‘racismo suave’ e como esta vem beber ao enaltecido colonialismo português” é o ponto de partida de Rosinha e outros bichos do mato, que ganhou o Prémio Árvore da Vida, atribuído desde 2010 pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura no festival de cinema independente IndieLisboa.

Freddie Mercury: Um toque dos céus

Cinema e Música

Freddie Mercury: Um toque dos céus

Bohemian Rapsody é um filme sobre a fragilidade, a imensa fragilidade de um homem genial: ousado, “diferente”, irreverente, criativo e determinado, convicto, livre e com uma visão daquilo que pretendia fazer com a sua vida. A ameaça de morte prematura com sida não abalou a sua convicção de viver dia após dia como se esse fosse o último.

A Via Sacra de um Burro

Cinema

A Via Sacra de um Burro

Para os que, como nós, temos um burro no Presépio a aquecer o Menino e outro que carrega Jesus na sua entrada pascal em Jerusalém, este é um filme muito sugestivo e simbólico. Falo de EO (uma onomatopeia correspondente ao nosso hi hon), o último filme-metáfora-fábula de Jerzy Skolimowski. Como alguém escreveu, “é um filme para ser visto, não para ser contado”.

Um lamento de sangue e beleza

Cinema

Um lamento de sangue e beleza

Toda a Beleza e a Carnificina é um documentário de 2022 da realizadora Laura Poitras, que nos leva a percorrer vários períodos da vida e obra da fotógrafa Nan Goldin (1953). (Crítica de Sara Leão).

“A Baleia”: o peso, a culpa e a possibilidade de redenção

Cinema

“A Baleia”: o peso, a culpa e a possibilidade de redenção

A Baleia não é um filme sobre obesidade mórbida. É um filme sobre o peso e como ele pode ser mortal. O peso da culpa, o peso dos erros, o peso da consciência. É também um filme sobre a expiação da culpa, sobre a tentativa e a possibilidade de redenção. (Crítica de Clara Almeida Santos)

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Bohemian Rapsody é um filme sobre a fragilidade, a imensa fragilidade de um homem genial: ousado, “diferente”, irreverente, criativo e determinado, convicto, livre e com uma visão daquilo que pretendia fazer com a sua vida. A ameaça de morte prematura com sida não abalou a sua convicção de viver dia após dia como se esse fosse o último.

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“Estás tão bem para a idade!”

[Lugar (in)comum]

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“O envelhecimento passou a ser um exame contínuo, em que a nota de passagem é parecer ter, no mínimo, menos dez anos. E quem falha o teste – quem ganha rugas, assume os cabelos brancos, ajusta o tom da voz ou desacelera o ritmo – é visto como desleixado, como se envelhecer não fosse a consequência lógica de estar vivo.” [Texto de Júlia Costa]

Futuro da humanidade depende do modo como enfrentarmos quatro desafios dominados pelo poder

António Guterres

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A guerra, as desigualdades, as alterações climáticas e a inteligência artificial (IA) são os quatro grandes desafios que a humanidade enfrenta e, ainda que o nosso futuro dependa da forma como os enfrentarmos, é preciso reconhecer que “em todos os quatro desafios a questão decisiva é o poder”, afirmou António Guterres no seu último discurso como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cargo que vai deixar no final deste ano.

Peregrinação de férias pela Euro-Ásia

[Entre Margens]

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Valeu como um retiro de oração, reflexão, celebrações eucarísticas diárias em lugares cristãos. O que mais me motivou foi poder visitar Tarso, cidade natal de São Paulo, e Niceia (Iznik) onde em 325 se realizou o primeiro concílio da Igreja com mais de 300 bispos do mundo cristão. [Texto de Aires Gameiro].

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