Quando em 1981 Umberto Eco pronunciou, na Biblioteca Municipal de Milão, a conferência que daria origem ao livro A Biblioteca, já intuía os múltiplos desafios que a estas se colocariam até aos nossos dias. [Texto Rui Vasconcelos].
[Livre Acesso]
“Le Boerenbond Belge”Quando em 1981 Umberto Eco pronunciou, na Biblioteca Municipal de Milão, a conferência que daria origem ao livro A Biblioteca, já intuía os múltiplos desafios que a estas se colocariam até aos nossos dias. [Texto Rui Vasconcelos].
[Crónica da Europa]
O estranho caso do genial Emmerico NunesHá artistas que cabem inteiros numa etiqueta: modernista, naturalista, ilustrador, pintor oficial. E depois há o estranho caso de Emmerico Nunes — que parece ter sido tudo isso ao mesmo tempo, sem pedir licença a ninguém. [Texto de Mendo Castro Henriques].
[Dicionário particular III]
‘a’ de alerta – um alerta vermelhoOs meteorologistas afirmavam que a situação iria ser grave e complexa e atribuíram um alerta vermelho, daqueles que deveriam fazer-nos parar a todos. A informação sobre o fenómeno chega-nos, pelas redes sociais e televisões, em termos técnicos que poucos dominam: ciclogénese explosiva. Sabe lá o cidadão comum que isso é uma espécie de bomba, um fenómeno capaz de virar um território do avesso. [Texto de Júlia Costa].
Testemunho de um bispo
Sou português emigranteNa Igreja, desde muito cedo existe a consciência de que somos todos irmãos. Mesmo quando percorremos caminhos diferentes para chegar a Deus, crentes ou não crentes, asiáticos ou europeus, africanos ou americanos, partilhamos o mesmo património, somos da mesma natureza, fomos criados à imagem e semelhança de um único Deus.
Nas margens da filosofia (LXXX)
Os bárbaros já chegaramO tempo que hoje vivemos é diferente e o desrespeito das leis internacionais é visível, presente quotidianamente nos noticiários a que assistimos. A força tornou-se de novo um factor político determinante, a mentira usa-se com despudor para justificar actos inqualificáveis como raptos de dirigentes, apropriação indevida de territórios, desrespeito por tratados e compromissos há muito firmados. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].
[Dicionário particular II]
‘z’ de zangado – o anão e o candidato a presidenteHá quem diga que os contos de fadas são só para crianças, eu acho que não, que também são para adultos cansados, a precisar de metáforas que suportem a realidade. É o caso da Branca de Neve e os Sete Anões. E, não, não é pela inocência, é pela capacidade de resumir o mundo em pelo menos sete arquétipos – um por cada anão – de entre os quais destaco o anão Zangado. [Texto de Júlia Costa].
[Metáforas vivas]
Do comboio das bem-aventurançasEste texto corresponde à homilia de domingo, 1 de fevereiro, [domingo iv do tempo comum ― a ― 2026, Dia da Universidade Católica Portuguesa], proferida pelo Pe. Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Os dias da semana]
É preciso ir votarA lista do que há 50 anos não havia é inimaginável para os mais novos e os mais velhos já nem dela, talvez, se lembrem. Não eram só os transportes públicos que escasseavam. Faltava quase tudo. À aldeia não chegava a electricidade. As casas também não dispunham de água canalizada. Nem de saneamento básico. A miséria abundava. [Crónica de Eduardo Jorge Madureira]
[Livre Acesso]
“Le Boerenbond Belge”Quando em 1981 Umberto Eco pronunciou, na Biblioteca Municipal de Milão, a conferência que daria origem ao livro A Biblioteca, já intuía os múltiplos desafios que a estas se colocariam até aos nossos dias. [Texto Rui Vasconcelos].
[Crónica da Europa]
O estranho caso do genial Emmerico NunesHá artistas que cabem inteiros numa etiqueta: modernista, naturalista, ilustrador, pintor oficial. E depois há o estranho caso de Emmerico Nunes — que parece ter sido tudo isso ao mesmo tempo, sem pedir licença a ninguém. [Texto de Mendo Castro Henriques].
[Dicionário particular III]
‘a’ de alerta – um alerta vermelhoOs meteorologistas afirmavam que a situação iria ser grave e complexa e atribuíram um alerta vermelho, daqueles que deveriam fazer-nos parar a todos. A informação sobre o fenómeno chega-nos, pelas redes sociais e televisões, em termos técnicos que poucos dominam: ciclogénese explosiva. Sabe lá o cidadão comum que isso é uma espécie de bomba, um fenómeno capaz de virar um território do avesso. [Texto de Júlia Costa].
Testemunho de um bispo
Sou português emigranteNa Igreja, desde muito cedo existe a consciência de que somos todos irmãos. Mesmo quando percorremos caminhos diferentes para chegar a Deus, crentes ou não crentes, asiáticos ou europeus, africanos ou americanos, partilhamos o mesmo património, somos da mesma natureza, fomos criados à imagem e semelhança de um único Deus.
Nas margens da filosofia (LXXX)
Os bárbaros já chegaramO tempo que hoje vivemos é diferente e o desrespeito das leis internacionais é visível, presente quotidianamente nos noticiários a que assistimos. A força tornou-se de novo um factor político determinante, a mentira usa-se com despudor para justificar actos inqualificáveis como raptos de dirigentes, apropriação indevida de territórios, desrespeito por tratados e compromissos há muito firmados. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].
[Dicionário particular II]
‘z’ de zangado – o anão e o candidato a presidenteHá quem diga que os contos de fadas são só para crianças, eu acho que não, que também são para adultos cansados, a precisar de metáforas que suportem a realidade. É o caso da Branca de Neve e os Sete Anões. E, não, não é pela inocência, é pela capacidade de resumir o mundo em pelo menos sete arquétipos – um por cada anão – de entre os quais destaco o anão Zangado. [Texto de Júlia Costa].
[Metáforas vivas]
Do comboio das bem-aventurançasEste texto corresponde à homilia de domingo, 1 de fevereiro, [domingo iv do tempo comum ― a ― 2026, Dia da Universidade Católica Portuguesa], proferida pelo Pe. Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Os dias da semana]
É preciso ir votarA lista do que há 50 anos não havia é inimaginável para os mais novos e os mais velhos já nem dela, talvez, se lembrem. Não eram só os transportes públicos que escasseavam. Faltava quase tudo. À aldeia não chegava a electricidade. As casas também não dispunham de água canalizada. Nem de saneamento básico. A miséria abundava. [Crónica de Eduardo Jorge Madureira]
[Sete Partidas]
As cápsulasNo radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].
Nomeada pelo Papa
Pela primeira vez, uma mulher irá presidir às Obras Missionárias PontifíciasO Papa Leão XIV nomeou a religiosa irlandesa Mary Teresa Barron para presidir às Obras Missionárias Pontifícias (OMP), o que fará dela a primeira mulher a assumir a liderança deste organismo, responsável por apoiar a ação missionária da Igreja Católica em todo o mundo.
Testemunho
Perseu declara-se vítimaEscrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].
Anunciado esta sexta-feira
Nobel da Paz distingue Navi Pillay, jurista que liderou investigação da ONU sobre genocídio em GazaA jurista sul-africana Navi Pillay, antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, foi distinguida esta sexta-feira, 9 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz de 2026, pelo seu trabalho em defesa da paz e do direito internacional, anunciou o Comité Nobel norueguês.
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.