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Ilustrar Abril e desfilar com os cartazes

Iniciativa da Amnistia

Ilustrar Abril e desfilar com os cartazes

Cinco ilustradores foram desafiados pela Amnistia Internacional para realizarem uma oficina de cartazes relativos ao 25 de Abril, e que podem depois ser usados no desfile na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Bina Tangerina, Catarina Sobral, João Fazenda, Marcos Martos e Susana Carvalhinhos dão o mote ao tema “Protege a Liberdade”.

A Poesia na Rua

A Poesia na Rua

“É preciso ajudar. Ajudar quem gostaria que a poesia estivesse na rua, que a alegria fosse um privilégio de todos. Ajudá-los contra os que lubrificam a máquina do cinismo e do ódio.” – A reflexão de Eduardo Jorge Madureira, na rubrica À Margem desta semana.

Mais de 56 mil pessoas detidas na Síria são sujeitas a tortura

EUA contribuíram para sistema, acusa Amnista

Mais de 56 mil pessoas detidas na Síria são sujeitas a tortura

Entre espancamentos, choques elétricos ou violações, são muitos os métodos de tortura a que têm sido sujeitas mais de 56 mil pessoas detidas na sequência da derrota do autoproclamado Estado Islâmico (EI) na Síria em 2019. Estes e outros dados são revelados por um relatório da Amnistia Internacional, que acusa também os Estados Unidos de conivência na perpetuação deste modelo de detenções.

Cada vez mais crianças morrem na Ucrânia por causa da guerra

“Aumento acentuado”

Cada vez mais crianças morrem na Ucrânia por causa da guerra

O número de crianças mortas em território ucraniano devido à guerra com a Rússia está a subir exponencialmente. Em março, pelo menos 57 crianças morreram e, já durante os primeiros dez dias de abril, 23 perderam a vida. “A UNICEF está profundamente preocupada com o aumento acentuado do número de crianças mortas na Ucrânia, uma vez que muitas áreas continuam a ser atingidas por ataques intensos, 780 dias desde a escalada da guerra”, afirma Munir Mammadzade, representante na Ucrânia desta organização das Nações Unidas de apoio humanitário à infância.

Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo

Em memória das "dez mulheres de Shiraz"

Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo

Quem passar pela pequena zona ajardinada junto ao Centro Nacional Bahá’í, na freguesia lisboeta dos Olivais, vai encontrar dez árvores novas. São jacarandás e ciprestes, mas cada um deles tem nome de mulher e uma missão concreta: mostrar – tal como fizeram as mulheres que lhes deram nome – que a liberdade religiosa é um direito fundamental. Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia local, em parceria com a Comunidade Bahá’í, para homenagear as “dez mulheres de Shiraz”, executadas há 40 anos “por se recusarem a renunciar a uma fé que promove os princípios da igualdade de género, unidade, justiça e veracidade”.

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