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Porque não jejuar?

Mulheres no Ramadão -Testemunhos (2)

Porque não jejuar?

No islão, especialmente no mês do Ramadão, o jejum é uma prática religiosa de extrema importância e um dos seus cinco pilares, sendo uma prática que vai muito além da simples abstinência de comida e bebida. Representa um período de reflexão espiritual, purificação da alma e fortalecimento da disciplina pessoal. [Texto de Sarika Karim].

A importância do jejum para uma mulher muçulmana

Mulheres no Ramadão - testemunho (1)

A importância do jejum para uma mulher muçulmana

O mês de Ramadão é um período sagrado para os muçulmanos, marcado não só pela abstenção de comida e bebida, mas sobretudo pela profunda renovação espiritual e moral. Para a mulher muçulmana, este tempo reveste-se de um significado especial, onde o jejum contribui para o desenvolvimento de várias dimensões da vida, tanto interior como exterior. [Texto de Aisha Sacoor].

Na Síria, os curdos já podem celebrar o Naw-Ruz, e todos se juntam à festa

Diálogo inter-religioso

Na Síria, os curdos já podem celebrar o Naw-Ruz, e todos se juntam à festa

Sem Bashar al-Assad, os curdos que vivem na Síria voltaram a poder celebrar sem medo o Naw-Ruz, festividade que coincide com o equinócio da Primavera e que para aquela que é a minoria étnica mais numerosa do país assinala o início do Ano Novo. E muitos outros grupos – árabes, siríacos, circassianos, turcomanos e armênios – juntam-se à festa, que simboliza também a resistência e a liberdade de um povo.

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“Estás tão bem para a idade!”

[Lugar (in)comum]

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“O envelhecimento passou a ser um exame contínuo, em que a nota de passagem é parecer ter, no mínimo, menos dez anos. E quem falha o teste – quem ganha rugas, assume os cabelos brancos, ajusta o tom da voz ou desacelera o ritmo – é visto como desleixado, como se envelhecer não fosse a consequência lógica de estar vivo.” [Texto de Júlia Costa]

Futuro da humanidade depende do modo como enfrentarmos quatro desafios dominados pelo poder

António Guterres

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A guerra, as desigualdades, as alterações climáticas e a inteligência artificial (IA) são os quatro grandes desafios que a humanidade enfrenta e, ainda que o nosso futuro dependa da forma como os enfrentarmos, é preciso reconhecer que “em todos os quatro desafios a questão decisiva é o poder”, afirmou António Guterres no seu último discurso como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cargo que vai deixar no final deste ano.

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