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Autocuidado

[Entre Margens]

Autocuidado

O dia 24 de Julho foi o Dia Internacional do Autocuidado. Por essa razão decidi escrever este pequeno texto. Tudo radica nas nossas decisões das quais temos, em geral, medo, pois pensamos que decidir é ganhar e perder. A verdade é que estamos enganados porque tomar uma decisão é, isso sim, um passo sobre alcançar e abdicar, não sobre ganhar e perder. [Texto de Margarida Cordo].

A liberdade da Igreja

[Entre Margens]

A liberdade da Igreja

A notícia de uma iniciativa da CEPFE – Comissão de Estudos sobre o Lugar da Mulher na Igreja (dirigida por Annie Crépin) – sobre a promoção da tese da prevalência do princípio da não discriminação entre homem e mulher sobre o princípio da autonomia das Igrejas e comunidades religiosas merece um comentário. [ Texto de Pedro Vaz Patto].

As mesas de Deus

[Entre Margens]

As mesas de Deus

Em qualquer cultura a mesa representa sempre proximidade, conexão, comunicação, comunhão, partilha e prazer. Segundo Karnal, “a verdadeira ideia de etiqueta à mesa é fazer o convidado sentir-se à vontade.” O nosso Deus senta-se à mesa connosco e faz-nos sentir à vontade. [Texto de José Brissos-Lino].

A Lentidão, de Milan Kundera

[Trago comigo -3]

A Lentidão, de Milan Kundera

O pequeno livro A Lentidão, de Milan Kundera, orbita em torno da seguinte proposição ou, na expressão do autor, “equação da matemática existencial”: “o grau de lentidão é diretamente proporcional à intensidade da memória; o grau de velocidade é diretamente proporcional à intensidade do esquecimento.” [Texto de Rúben Azevedo].

A gente passa a vida com vergonha da gente

[Entre Margens]

A gente passa a vida com vergonha da gente

Eu quero pegar no livro – aquele que trago na mala onde escondi o cubo mágico – para ler, mas a sala de espera tem ecrãs que estridulam a cada chamada de número de senha. O meu avô sabia fechar os sentidos quando lia, eu nunca aprendi. O casal conversa sobre coisas banais, num tom de voz ainda mais perturbador do que o barulho vindo dos vídeos que a mulher do lado oposto vê no telemóvel. [Texto de Ana Sofia Brito].

Autocuidado

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Autocuidado

O dia 24 de Julho foi o Dia Internacional do Autocuidado. Por essa razão decidi escrever este pequeno texto. Tudo radica nas nossas decisões das quais temos, em geral, medo, pois pensamos que decidir é ganhar e perder. A verdade é que estamos enganados porque tomar uma decisão é, isso sim, um passo sobre alcançar e abdicar, não sobre ganhar e perder. [Texto de Margarida Cordo].

A liberdade da Igreja

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A liberdade da Igreja

A notícia de uma iniciativa da CEPFE – Comissão de Estudos sobre o Lugar da Mulher na Igreja (dirigida por Annie Crépin) – sobre a promoção da tese da prevalência do princípio da não discriminação entre homem e mulher sobre o princípio da autonomia das Igrejas e comunidades religiosas merece um comentário. [ Texto de Pedro Vaz Patto].

As mesas de Deus

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As mesas de Deus

Em qualquer cultura a mesa representa sempre proximidade, conexão, comunicação, comunhão, partilha e prazer. Segundo Karnal, “a verdadeira ideia de etiqueta à mesa é fazer o convidado sentir-se à vontade.” O nosso Deus senta-se à mesa connosco e faz-nos sentir à vontade. [Texto de José Brissos-Lino].

A Lentidão, de Milan Kundera

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A Lentidão, de Milan Kundera

O pequeno livro A Lentidão, de Milan Kundera, orbita em torno da seguinte proposição ou, na expressão do autor, “equação da matemática existencial”: “o grau de lentidão é diretamente proporcional à intensidade da memória; o grau de velocidade é diretamente proporcional à intensidade do esquecimento.” [Texto de Rúben Azevedo].

A gente passa a vida com vergonha da gente

[Entre Margens]

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Eu quero pegar no livro – aquele que trago na mala onde escondi o cubo mágico – para ler, mas a sala de espera tem ecrãs que estridulam a cada chamada de número de senha. O meu avô sabia fechar os sentidos quando lia, eu nunca aprendi. O casal conversa sobre coisas banais, num tom de voz ainda mais perturbador do que o barulho vindo dos vídeos que a mulher do lado oposto vê no telemóvel. [Texto de Ana Sofia Brito].

Últimas Notícias

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Leão XIV: “Por mais ferida que uma família possa estar, pode sempre crescer a partir do amor”

Dez anos depois da "Amoris laetitia"

Leão XIV: “Por mais ferida que uma família possa estar, pode sempre crescer a partir do amor”

Não foi Leão XIV quem pronunciou a frase, mas foi ele quem a escreveu: “Por mais ferida que uma família possa estar, pode sempre crescer a partir do amor.” As palavras faziam parte da homilia preparada pelo Papa para a missa de encerramento do encontro internacional sobre os dez anos da Amoris laetitia, esta quarta-feira, 14, no Vaticano, mas acabaram por ser lidas pelo cardeal Luis Antonio Tagle.

O conflito israelo-palestiniano

[Entre Margens]

O conflito israelo-palestiniano

Os trágicos acontecimentos que se sucederam a sete de outubro de 2023, que muitas instituições internacionais credíveis não temem chamar genocídio, provocaram em mim uma urgente necessidade de me informar melhor acerca do conflito israelo-palestiniano e das suas causas profundas. O que vim a descobrir alterou significativamente a minha posição face a este conflito. [Texto de Jorge Paulo].

“Primeiro estranha-se, depois entranha-se”

[Lugar (in)comum]

“Primeiro estranha-se, depois entranha-se”

A frase transformou-se quase num dogma nacional, uma espécie de justificação para tudo o que é absurdo, desagradável ou medíocre. Se a música é má, se a moda é ridícula ou se o novo horário de trabalho é incomportável, o diagnóstico é sempre o mesmo: é só uma questão de tempo, estranha-se agora, entranha-se depois. [Texto de Júlia Costa]

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