Sociedade
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[Entre Margens]
Os perigos de deixar a IA representar o ensinamento católico
Por enquanto, a Magisterium AI parece um bom começo para o leitor informado. Mas, tal como um carro autónomo, pode acabar por não nos levar a lado nenhum.
Comunicar na era do coronavírus
Byung-Chul Han é um observador perspicaz da sociedade contemporânea, por ele designada de várias maneiras, como “a sociedade do cansaço” ou “a sociedade da transparência”. Professor universitário em Berlim, ele analisa criticamente aquilo que designa como “o inferno do igual”, ou seja, algo de inevitável naqueles que a todo o custo pretendem ser diferentes mas que, na realidade, se aproximam por esse desejo comum – aliás não conseguido – de originalidade.
Fátima: peregrinação de maio será vivida com santuário “vazio, mas não deserto”
Pela primeira vez na história do Santuário de Fátima, o dia 13 de maio, em que se assinala o aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos, será vivido com o recinto “vazio”. Numa emocionada mensagem de vídeo, o bispo da diocese de Leiria-Fátima, D. António Marto, anunciou esta segunda-feira, 6 de abril, que a peregrinação internacional aniversária será celebrada “sem a presença física de peregrinos”, devido à pandemia de covid-19, mas convidou todos a peregrinarem “com a mente e o coração”.
Acolher, dar e tratar: os mecanismos de assistência aos pobres e doentes na Idade Média (ensaio)
Devemos à Idade Média o aparecimento dos hospitais, que evoluíram no sentido dos nossos, da prática da quarentena, atualmente na ordem do dia, e das universidades e escolas médicas, que nos permitiram chegar onde chegámos no campo da saúde e da medicina. Uma viagem pelas noções e práticas da assistência dos tempos medievais em Portugal.
Diários de quarentena (20): Coronam Vitae e Quando chovia em abril
Quando chovia em abril, o cheiro da terra molhada era tão forte como a cor da mimosa amarela, naqueles dias da Semana Santa, em que eu corria a abrigar-me debaixo do seu tronco, a chorar a Paixão de Cristo e os pecados do mundo.
Diários de quarentena (19): Confinamento, Domingo de Ramos e a beleza do grupo (um poema e duas fotos)
Sim, há medo./ Sim, há isolamento./ Sim, há compras de pânico./ Sim, há a doença./ Sim, há mesmo a morte./ Mas, dizem que em Wuhan depois de tantos anos de barulho,/ Se podem agora ouvir os pássaros.
A ilusão do super-homem
As últimas semanas em Portugal, e há já antes noutros cantos do mundo, um ser, apenas visível a microscópio, mudou por completo as nossas vidas. Na altura em que julgávamos ter atingido o auge da evolução e desenvolvimento técnico e científico, surge um vírus.
Costurar máscaras cirúrgicas em vez de vestes litúrgicas, ou como combater a pandemia no convento
À medida que a pandemia alastrava, a angústia crescia no pequeno mosteiro do sul de França onde vivem as Irmãs da Consolação do Sagrado Coração e da Santa Face. As 25 religiosas queriam fazer mais do que rezar. Diante da imagem de Nossa Senhora do Povo, que acreditam ter salvo a sua região da peste em 1524, pediram lhes fosse dada uma tarefa: queriam colaborar com a virgem no combate a esta nova pandemia. No dia seguinte, receberam uma chamada do bispo da diocese e outra do presidente da câmara: ambos lhes pediam para fabricar máscaras.
Diários de quarentena (18): Pessah judaica – agradecer que vivemos
Estamos a poucos dias da celebração da festa judaica de Pessah (“passagem”, Páscoa). Celebração esta em que o foco fundamental é fazermos o relato da história da libertação do Povo de Israel da escravatura no Egipto. E a “passagem” pode ser como alusão ao milagre que D-us* Bem Dito fez ao abrir o Mar Vermelho.
Comunicar na era do coronavírus
Byung-Chul Han é um observador perspicaz da sociedade contemporânea, por ele designada de várias maneiras, como “a sociedade do cansaço” ou “a sociedade da transparência”. Professor universitário em Berlim, ele analisa criticamente aquilo que designa como “o inferno do igual”, ou seja, algo de inevitável naqueles que a todo o custo pretendem ser diferentes mas que, na realidade, se aproximam por esse desejo comum – aliás não conseguido – de originalidade.
Fátima: peregrinação de maio será vivida com santuário “vazio, mas não deserto”
Pela primeira vez na história do Santuário de Fátima, o dia 13 de maio, em que se assinala o aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos, será vivido com o recinto “vazio”. Numa emocionada mensagem de vídeo, o bispo da diocese de Leiria-Fátima, D. António Marto, anunciou esta segunda-feira, 6 de abril, que a peregrinação internacional aniversária será celebrada “sem a presença física de peregrinos”, devido à pandemia de covid-19, mas convidou todos a peregrinarem “com a mente e o coração”.
Acolher, dar e tratar: os mecanismos de assistência aos pobres e doentes na Idade Média (ensaio)
Devemos à Idade Média o aparecimento dos hospitais, que evoluíram no sentido dos nossos, da prática da quarentena, atualmente na ordem do dia, e das universidades e escolas médicas, que nos permitiram chegar onde chegámos no campo da saúde e da medicina. Uma viagem pelas noções e práticas da assistência dos tempos medievais em Portugal.
Diários de quarentena (20): Coronam Vitae e Quando chovia em abril
Quando chovia em abril, o cheiro da terra molhada era tão forte como a cor da mimosa amarela, naqueles dias da Semana Santa, em que eu corria a abrigar-me debaixo do seu tronco, a chorar a Paixão de Cristo e os pecados do mundo.
Diários de quarentena (19): Confinamento, Domingo de Ramos e a beleza do grupo (um poema e duas fotos)
Sim, há medo./ Sim, há isolamento./ Sim, há compras de pânico./ Sim, há a doença./ Sim, há mesmo a morte./ Mas, dizem que em Wuhan depois de tantos anos de barulho,/ Se podem agora ouvir os pássaros.
A ilusão do super-homem
As últimas semanas em Portugal, e há já antes noutros cantos do mundo, um ser, apenas visível a microscópio, mudou por completo as nossas vidas. Na altura em que julgávamos ter atingido o auge da evolução e desenvolvimento técnico e científico, surge um vírus.
Costurar máscaras cirúrgicas em vez de vestes litúrgicas, ou como combater a pandemia no convento
À medida que a pandemia alastrava, a angústia crescia no pequeno mosteiro do sul de França onde vivem as Irmãs da Consolação do Sagrado Coração e da Santa Face. As 25 religiosas queriam fazer mais do que rezar. Diante da imagem de Nossa Senhora do Povo, que acreditam ter salvo a sua região da peste em 1524, pediram lhes fosse dada uma tarefa: queriam colaborar com a virgem no combate a esta nova pandemia. No dia seguinte, receberam uma chamada do bispo da diocese e outra do presidente da câmara: ambos lhes pediam para fabricar máscaras.
Diários de quarentena (18): Pessah judaica – agradecer que vivemos
Estamos a poucos dias da celebração da festa judaica de Pessah (“passagem”, Páscoa). Celebração esta em que o foco fundamental é fazermos o relato da história da libertação do Povo de Israel da escravatura no Egipto. E a “passagem” pode ser como alusão ao milagre que D-us* Bem Dito fez ao abrir o Mar Vermelho.
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