AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Artigos de Sofia Távora
Cuidemos das vítimas

Cuidemos das vítimas

Ao ler e ouvir a voracidade com que se discute o número de casos de abusos cometidos por membros da Igreja, só me vem à cabeça a frase pronunciada por Josef Estaline: “A morte de um homem é uma tragédia, a de um milhão é apenas uma estatística.” (Opinião de Sofia Távora)

Cuidemos das vítimas

Conservadores e progressistas na fronteira do diálogo

Assusta assistir à apropriação política e ideológica da vida da Igreja. Sejamos claros: não existe nada de mal na definição de uma doutrina que oriente a vida da Igreja. O problema está em subordinar a vida da Igreja a uma doutrina, seja ela qual for. Não pode haver uma apropriação de algo tão sério como a vivência comunitária da fé em nome de ideologias e devaneios. Não pode o sínodo ser declaração da abertura de uma guerra pelo controlo da Igreja.

Cuidemos das vítimas

O reino da dispersão

Que fácil é o caminho que leva à dispersão e ao alheamento nos tempos de hoje. Somos sistematicamente distraídos com questões menores e reflexões superficiais, para não falar da facilidade com que nos deixamos engolir pelas solicitações de toda a parte. Não damos tempo à oração e à proximidade com Deus e isso leva-nos à dispersão. Só com paciência e procura conseguimos ouvir a Sua voz e deixar que o Espírito nos guie.

Cuidemos das vítimas

Caminho sinodal e o instinto de autopreservação

Vai-se assistindo a várias segmentações no seio da Igreja, entre os ditos progressistas e os ditos conservadores. Uns e outros construindo os seus núcleos e opondo-se aos demais. Um Sínodo sobre a sinodalidade da Igreja tem, por paradoxal que pareça, desertado os instintos impositivos de ambos os lados. Um e outro lado, reivindicando ser detentor da verdade e único mensageiro da voz de Deus. Assim, ao invés de ir ao encontro uns dos outros, reconhecendo que em todos Deus se faz presente, cada qual se fecha no próprio núcleo e tenta que a sua voz seja a dominante.

Cuidemos das vítimas

Erros e pecados

A tradução da Bíblia do grego levada a cabo por Frederico Lourenço contém um interessante reparo relativamente ao termo “pecado”. De acordo com o tradutor, o termo grego significa “erro” e, do ponto de vista semântico, relaciona-se com um verbo cujo sentido literal é “falhar o alvo”.

Monte Moriá

Monte Moriá

Uma das passagens mais conhecidas do Antigo Testamento é a do sacrifício de Isaac (Génesis, 22; 1-19). Depois de lhe conceder um filho, Deus pede a Abraão que o ofereça em sacrifício como prova da sua lealdade. No preciso momento em que Abraão se preparava para degolar o filho, cumprindo assim o que lhe fora ordenado, um “mensageiro do Senhor” intervém e oferece-lhe um carneiro para ser oferecido em sacrifício no lugar de Isaac.

Monte Moriá

O coração no meio da escuridão

Fátima nunca será um tema consensual. Uns veem-na como crendice popular sem sustento, outros encaram-na como algo politicamente conveniente, outros ainda, têm em Fátima a história da sua conversão pessoal. Na diversidade (e antagonismo, em determinados casos), haverá verdade. Os acontecimentos da Cova da Iria deram azo à maior variedade de posições e interpretações e talvez esse facto constitua também uma riqueza.

Monte Moriá

Leprosários

A mais recente Responsum ad dubium[1] da Congregação para a Doutrina da Fé relativa à bênção de uniões homossexuais tem feito correr rios de tinta. Se, por um lado, haja quem veja um retrocesso no caminho de inclusão delineado pelo Papa Francisco, outros encaram esta resposta como um travão necessário à prática de bênçãos a casais homossexuais, em total coerência com a linha da doutrina moral da Igreja.

Cuidemos das vítimas

Cuidemos das vítimas

Ao ler e ouvir a voracidade com que se discute o número de casos de abusos cometidos por membros da Igreja, só me vem à cabeça a frase pronunciada por Josef Estaline: “A morte de um homem é uma tragédia, a de um milhão é apenas uma estatística.” (Opinião de Sofia Távora)

Cuidemos das vítimas

Conservadores e progressistas na fronteira do diálogo

Assusta assistir à apropriação política e ideológica da vida da Igreja. Sejamos claros: não existe nada de mal na definição de uma doutrina que oriente a vida da Igreja. O problema está em subordinar a vida da Igreja a uma doutrina, seja ela qual for. Não pode haver uma apropriação de algo tão sério como a vivência comunitária da fé em nome de ideologias e devaneios. Não pode o sínodo ser declaração da abertura de uma guerra pelo controlo da Igreja.

Cuidemos das vítimas

O reino da dispersão

Que fácil é o caminho que leva à dispersão e ao alheamento nos tempos de hoje. Somos sistematicamente distraídos com questões menores e reflexões superficiais, para não falar da facilidade com que nos deixamos engolir pelas solicitações de toda a parte. Não damos tempo à oração e à proximidade com Deus e isso leva-nos à dispersão. Só com paciência e procura conseguimos ouvir a Sua voz e deixar que o Espírito nos guie.

Cuidemos das vítimas

Caminho sinodal e o instinto de autopreservação

Vai-se assistindo a várias segmentações no seio da Igreja, entre os ditos progressistas e os ditos conservadores. Uns e outros construindo os seus núcleos e opondo-se aos demais. Um Sínodo sobre a sinodalidade da Igreja tem, por paradoxal que pareça, desertado os instintos impositivos de ambos os lados. Um e outro lado, reivindicando ser detentor da verdade e único mensageiro da voz de Deus. Assim, ao invés de ir ao encontro uns dos outros, reconhecendo que em todos Deus se faz presente, cada qual se fecha no próprio núcleo e tenta que a sua voz seja a dominante.

Cuidemos das vítimas

Erros e pecados

A tradução da Bíblia do grego levada a cabo por Frederico Lourenço contém um interessante reparo relativamente ao termo “pecado”. De acordo com o tradutor, o termo grego significa “erro” e, do ponto de vista semântico, relaciona-se com um verbo cujo sentido literal é “falhar o alvo”.

Monte Moriá

Monte Moriá

Uma das passagens mais conhecidas do Antigo Testamento é a do sacrifício de Isaac (Génesis, 22; 1-19). Depois de lhe conceder um filho, Deus pede a Abraão que o ofereça em sacrifício como prova da sua lealdade. No preciso momento em que Abraão se preparava para degolar o filho, cumprindo assim o que lhe fora ordenado, um “mensageiro do Senhor” intervém e oferece-lhe um carneiro para ser oferecido em sacrifício no lugar de Isaac.

Monte Moriá

O coração no meio da escuridão

Fátima nunca será um tema consensual. Uns veem-na como crendice popular sem sustento, outros encaram-na como algo politicamente conveniente, outros ainda, têm em Fátima a história da sua conversão pessoal. Na diversidade (e antagonismo, em determinados casos), haverá verdade. Os acontecimentos da Cova da Iria deram azo à maior variedade de posições e interpretações e talvez esse facto constitua também uma riqueza.

Monte Moriá

Leprosários

A mais recente Responsum ad dubium[1] da Congregação para a Doutrina da Fé relativa à bênção de uniões homossexuais tem feito correr rios de tinta. Se, por um lado, haja quem veja um retrocesso no caminho de inclusão delineado pelo Papa Francisco, outros encaram esta resposta como um travão necessário à prática de bênçãos a casais homossexuais, em total coerência com a linha da doutrina moral da Igreja.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

João da Cruz, o domínio do verso

Ano Jubilar de São João da Cruz (8)

João da Cruz, o domínio do verso novidade

Até Dezembro decorre o ano jubilar de São João da Cruz, celebrando o terceiro centenário da canonização e os 100 anos da sua proclamação como Doutor da Igreja Católica. O jubileu tem como lema “A esperança alcança tanto quanto espera” e propõe itinerários de renovação espiritual e mística. A propósito do ano jubilar, o 7MARGENS propõe mensalmente, aos dias 13/14 (assinalando o dia da sua morte, a 14 de Dezembro de 1591), um conjunto de textos do padre carmelita e teólogo Armindo Vaz. 

Um livro também nos pode revelar memórias

Trago comigo (16)

Um livro também nos pode revelar memórias novidade

Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

Vinte e cinco anos depois

7Partidas

Vinte e cinco anos depois

Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest