Edgar Morin e as Lições da História (2/3)
Nada é tão humano ou tão desumano como a guerra
Lições da História (edição Crítica) é a sua última obra. “Um livro breve e luminoso que nos convida a reflectir sobre a evolução caótica do mundo atual”, traduzindo um “pensamento fulgurante, que continua a iluminar-nos”, como escrevia Le Monde. Por sugestão e acordo com a editora, o 7MARGENS publica três excertos deste livro. O primeiro foi sobre a importância dos mitos, este é sobre a guerra.
A carne, a história e a vida: uma viagem fascinante
A tradição espiritual cristã, radicada na Boa-notícia gerada pelo Novo Testamento, permanece ainda um continente a explorar para muitos dos discípulos de Jesus. A expressão mística contém uma carga associada que não ajuda a visitar o seu espaço: associamo-la a uma elite privilegiada, a fenómenos extraordinários, a vidas desligadas dos ritmos e horários modernos.
Afinal, Jesus era branco, negro ou assim-assim? – entre a influência semita e a indo-europeia (ensaio)
Tem-se falado muito da cor da pele de Jesus. Vai-se formando um consenso entre clérigos e leigos de que Jesus não seria branco, mas algo mais aparentado com o mestiço típico de um semita do Médio Oriente. Não que a questão seja minimamente relevante do ponto de vista teológico ou espiritual. De facto, não o é, embora possa ter a sua importância social e política, admito.
Um exercício lento e sólido de teologia bíblica
No deserto pleno de ruídos em que vivemos – de notícias e conferências, de estradas engarrafadas e redes sociais saturadas –, é possível ver surgirem vozes de pensamento, de sabedoria sobre o que nos rodeia e nos habita. As páginas deste livro constituem uma dessas vozes. Cabe-nos escutá-la.
Teologia bela, à escuta do Humano
Pensar a fé, a vivência e o exercício do espírito evangélico nos dias comuns, é a tarefa da teologia, mais do que enunciar e provar fórmulas doutrinárias. Tal exercício pede atenção, humildade e escuta dos rumores divinos na vida humana, no que de mais belo e também de mais dramático acontece na comunidade dos crentes e de toda a humanidade.
Yves Congar, uma viva fonte de inspiração
O dominicano Yves Congar foi um dos maiores teólogos do século XX e continua a ser o eclesiólogo incontornável pela grande viragem que provocou nas abordagens da história e da vida da Igreja. Muito lutou e sofreu por publicar as suas investigações que punham em causa tabus, doutrinas e apologéticas que sufocavam a revisão teológica da sua história e impediam as reformas de que precisava para se abrir às outras Igrejas cristãs, ao universo das outras religiões e ao mundo contemporâneo.
Diálogos com Paulo Freire
Trata-se de dois livros inspirados na filosofia de Pauloreire, a quem de há largos anos chamo meu “Mestre”: o primeiro, de Christopher Damien Auretta, Diz-me TU quem EU sou: Diálogo com Paulo Freire. O segundo, do mesmo autor com João Rodrigo Simões: Autobiografia de uma Sala de Aula: Entre Ítaca e Babel com Paulo Freire (Epistolografia).
Muhammad Yunus: “Começar do zero” e aproveitar os “horizontes ilimitados” que a pandemia abriu
O economista Muhammad Yunus, fundador do Grameen Bank (“banco de aldeia”) no Bangladesh, impulsionador do conceito de microcrédito e dos negócios sociais e Prémio Nobel da Paz em 2006, chama a atenção para “os horizontes ilimitados” que a crise da covid-19 abriu. Esta é a oportunidade para “começarmos do zero”, diz, num texto publicado esta terça-feira, 5 de maio, na página digital do jornal francês Le Monde.
As igrejas vazias podem esconder o vazio de algumas respostas cristãs, diz Tomáš Halík
Os cristãos têm de fazer “uma séria tentativa de mostrar ao mundo um rosto do cristianismo completamente diferente”, se não quiserem que este tempo de igrejas vazias coloque “simbolicamente em evidência o vazio escondido nas igrejas e o seu possível futuro”, escreve o padre e teólogo checo Tomáš Halík, num texto a propósito da pandemia, que as edições Paulinas divulgaram em formato de livro electrónico, que pode ser descarregado gratuitamente.
A carne, a história e a vida: uma viagem fascinante
A tradição espiritual cristã, radicada na Boa-notícia gerada pelo Novo Testamento, permanece ainda um continente a explorar para muitos dos discípulos de Jesus. A expressão mística contém uma carga associada que não ajuda a visitar o seu espaço: associamo-la a uma elite privilegiada, a fenómenos extraordinários, a vidas desligadas dos ritmos e horários modernos.
Afinal, Jesus era branco, negro ou assim-assim? – entre a influência semita e a indo-europeia (ensaio)
Tem-se falado muito da cor da pele de Jesus. Vai-se formando um consenso entre clérigos e leigos de que Jesus não seria branco, mas algo mais aparentado com o mestiço típico de um semita do Médio Oriente. Não que a questão seja minimamente relevante do ponto de vista teológico ou espiritual. De facto, não o é, embora possa ter a sua importância social e política, admito.
Um exercício lento e sólido de teologia bíblica
No deserto pleno de ruídos em que vivemos – de notícias e conferências, de estradas engarrafadas e redes sociais saturadas –, é possível ver surgirem vozes de pensamento, de sabedoria sobre o que nos rodeia e nos habita. As páginas deste livro constituem uma dessas vozes. Cabe-nos escutá-la.
Teologia bela, à escuta do Humano
Pensar a fé, a vivência e o exercício do espírito evangélico nos dias comuns, é a tarefa da teologia, mais do que enunciar e provar fórmulas doutrinárias. Tal exercício pede atenção, humildade e escuta dos rumores divinos na vida humana, no que de mais belo e também de mais dramático acontece na comunidade dos crentes e de toda a humanidade.
Yves Congar, uma viva fonte de inspiração
O dominicano Yves Congar foi um dos maiores teólogos do século XX e continua a ser o eclesiólogo incontornável pela grande viragem que provocou nas abordagens da história e da vida da Igreja. Muito lutou e sofreu por publicar as suas investigações que punham em causa tabus, doutrinas e apologéticas que sufocavam a revisão teológica da sua história e impediam as reformas de que precisava para se abrir às outras Igrejas cristãs, ao universo das outras religiões e ao mundo contemporâneo.
Diálogos com Paulo Freire
Trata-se de dois livros inspirados na filosofia de Pauloreire, a quem de há largos anos chamo meu “Mestre”: o primeiro, de Christopher Damien Auretta, Diz-me TU quem EU sou: Diálogo com Paulo Freire. O segundo, do mesmo autor com João Rodrigo Simões: Autobiografia de uma Sala de Aula: Entre Ítaca e Babel com Paulo Freire (Epistolografia).
Muhammad Yunus: “Começar do zero” e aproveitar os “horizontes ilimitados” que a pandemia abriu
O economista Muhammad Yunus, fundador do Grameen Bank (“banco de aldeia”) no Bangladesh, impulsionador do conceito de microcrédito e dos negócios sociais e Prémio Nobel da Paz em 2006, chama a atenção para “os horizontes ilimitados” que a crise da covid-19 abriu. Esta é a oportunidade para “começarmos do zero”, diz, num texto publicado esta terça-feira, 5 de maio, na página digital do jornal francês Le Monde.
As igrejas vazias podem esconder o vazio de algumas respostas cristãs, diz Tomáš Halík
Os cristãos têm de fazer “uma séria tentativa de mostrar ao mundo um rosto do cristianismo completamente diferente”, se não quiserem que este tempo de igrejas vazias coloque “simbolicamente em evidência o vazio escondido nas igrejas e o seu possível futuro”, escreve o padre e teólogo checo Tomáš Halík, num texto a propósito da pandemia, que as edições Paulinas divulgaram em formato de livro electrónico, que pode ser descarregado gratuitamente.
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