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A coragem da disrupção

[Entre Margens]

A coragem da disrupção

A incapacidade de nos ouvirmos em comunidade é um dos dilemas do nosso tempo. Ouvir implica, desde logo, uma ponte: exige abertura ao outro, mesmo quando essa abertura não implica concordância absoluta. A escuta não pode ser subserviente nem pretensamente neutra, porque quem escuta traz consigo convicções, história e legitimidade para também ser ouvido. [Texto de Filipe Moisés].

E se o leme fosse delas? A Igreja sob a lógica do Feminino

[Entre Margens]

E se o leme fosse delas? A Igreja sob a lógica do Feminino

Este texto não propõe que as mulheres sejam uma extensão do masculino dentro da Igreja, nem uma réplica suavizada de modelos já gastos. Também não pretende ressuscitar o debate — tantas vezes redutor — sobre o sacerdócio feminino. Trata-se de outra coisa. Mais profunda. Mais silenciosa. Mais radical. Trata-se de imaginar o que aconteceria se a Igreja respirasse, pensasse e decidisse mais a partir do feminino. [Texto de Pe. João Torres].

Pode a fé exprimir-se num voto?

[À Margem]

Pode a fé exprimir-se num voto?

“Não seria mau que, em Portugal, tal como nos EUA, o fator religioso fosse relevante na escolha do novo Presidente. Mas só se aqui o voto dos cristãos – e já agora dos judeus, muçulmanos, bahá’ís, budistas ou outros – fosse coerente com aquilo que a sua religião defende.”

A coragem da disrupção

[Entre Margens]

A coragem da disrupção

A incapacidade de nos ouvirmos em comunidade é um dos dilemas do nosso tempo. Ouvir implica, desde logo, uma ponte: exige abertura ao outro, mesmo quando essa abertura não implica concordância absoluta. A escuta não pode ser subserviente nem pretensamente neutra, porque quem escuta traz consigo convicções, história e legitimidade para também ser ouvido. [Texto de Filipe Moisés].

E se o leme fosse delas? A Igreja sob a lógica do Feminino

[Entre Margens]

E se o leme fosse delas? A Igreja sob a lógica do Feminino

Este texto não propõe que as mulheres sejam uma extensão do masculino dentro da Igreja, nem uma réplica suavizada de modelos já gastos. Também não pretende ressuscitar o debate — tantas vezes redutor — sobre o sacerdócio feminino. Trata-se de outra coisa. Mais profunda. Mais silenciosa. Mais radical. Trata-se de imaginar o que aconteceria se a Igreja respirasse, pensasse e decidisse mais a partir do feminino. [Texto de Pe. João Torres].

Pode a fé exprimir-se num voto?

[À Margem]

Pode a fé exprimir-se num voto?

“Não seria mau que, em Portugal, tal como nos EUA, o fator religioso fosse relevante na escolha do novo Presidente. Mas só se aqui o voto dos cristãos – e já agora dos judeus, muçulmanos, bahá’ís, budistas ou outros – fosse coerente com aquilo que a sua religião defende.”

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