AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Escolhidos os temas das próximas JMJ “locais”

Vaticano anuncia

Escolhidos os temas das próximas JMJ “locais”

“Alegres na esperança” (cf. Rm 12, 12) e “Aqueles que esperam no Senhor caminham sem se cansar” (cf. Is 40, 31) são os temas escolhidos pelo Papa Francisco para as duas Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) que serão celebradas nas Igrejas particulares em 2023 e 2024, por ocasião da solenidade de Cristo Rei. O anúncio foi feito esta terça-feira, 26 de setembro, pelo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, e divulgado pelo Vatican News.

Dia Internacional da Paz com meditação, música e “muito boa energia”

Universidade de Lisboa

Dia Internacional da Paz com meditação, música e “muito boa energia”

Para celebrar o Dia Internacional da Paz e ajudar os estudantes universitários a “inspirar-se para o ano letivo” que agora se inicia, o Núcleo de Meditação e o Clube da Paz Interior da Associação Académica da Universidade de Lisboa (AAUL) dinamizam na tarde desta quinta-feira, 21 de setembro, no edifício Caleidoscópio (onde está sediada a AAUL), o evento Novos Começos. Haverá “yoga, música ao vivo, meditação, partilhas e muito boa energia” – assegura o cartaz – e a entrada é gratuita.

Precisamos mesmo de milagres?

Precisamos mesmo de milagres?

Fez-se uma pausa. Não era a primeira vez que falávamos de milagres nas nossas conversas sobre religião. Ele, defendendo os milagres como prova da presença divina ou da santidade de alguém; eu, questionando os milagres como sinal de intervenção divina. Numa conversa anterior sobre este tema, tinha dito que há coisas que pareciam impossíveis há alguns séculos e que hoje são perfeitamente normais.

O Sínodo “não é um programa televisivo” nem “um parlamento” e não pode “cair em ideologias”

Papa Francisco no regresso ao Vaticano

O Sínodo “não é um programa televisivo” nem “um parlamento” e não pode “cair em ideologias”

Das dez perguntas feitas ao Papa pelos jornalistas que o acompanharam esta segunda-feira, 4 de setembro, no voo de regresso da viagem apostólica à Mongólia, três foram sobre o Sínodo, cuja primeira assembleia geral ordinária arranca dia 4 de outubro, em Roma. Face à curiosidade e preocupações dos repórteres, que não serão autorizados a acompanhar diretamente o evento, Francisco assegurou que “no Sínodo não há lugar para ideologia” e que, não se tratando de “um programa televisivo” nem de “um parlamento”, haverá espaço para o “intercâmbio religioso” e para o “diálogo”… e será “abertíssimo”.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Tenho lido e refletido sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que aconteceu em Lisboa, não tendo encontrado pareceres negativos sobre a mesma, a não ser de pequenos grupos identificados por “extremistas”, tantos seguindo ideologias pró-fascistas. Com admiração encontro agnósticos e ateus que estiveram presentes ou não, mas louvando as homílias/discursos do bispo de Roma e Papa Francisco.

Na conversa com os jesuítas portugueses, Francisco respondeu às perguntas todas, todas, todas… mesmo as mais imprudentes

Diálogo revelado esta segunda-feira

Na conversa com os jesuítas portugueses, Francisco respondeu às perguntas todas, todas, todas… mesmo as mais imprudentes

O clericalismo que se “infiltra” nos padres e nos leigos, os “grupos americanos” que se opõem à mudança na Igreja e “vivem de ideologias”, a importância de ajudar “todos, todos, todos” – incluindo homossexuais e transgénero – a encontrar o seu espaço na Igreja, e a “alegria” que tem sido para si a preparação do Sínodo: estes foram alguns dos temas que Francisco abordou na longa conversa com os jesuítas em Portugal, que aconteceu no passado dia 5 de agosto, à margem da Jornada Mundial da Juventude, e publicada esta segunda-feira, 28, no Ponto SJ, em simultâneo com a Revista italiana La Civiltà Cattolica.

Escolhidos os temas das próximas JMJ “locais”

Vaticano anuncia

Escolhidos os temas das próximas JMJ “locais”

“Alegres na esperança” (cf. Rm 12, 12) e “Aqueles que esperam no Senhor caminham sem se cansar” (cf. Is 40, 31) são os temas escolhidos pelo Papa Francisco para as duas Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) que serão celebradas nas Igrejas particulares em 2023 e 2024, por ocasião da solenidade de Cristo Rei. O anúncio foi feito esta terça-feira, 26 de setembro, pelo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, e divulgado pelo Vatican News.

Dia Internacional da Paz com meditação, música e “muito boa energia”

Universidade de Lisboa

Dia Internacional da Paz com meditação, música e “muito boa energia”

Para celebrar o Dia Internacional da Paz e ajudar os estudantes universitários a “inspirar-se para o ano letivo” que agora se inicia, o Núcleo de Meditação e o Clube da Paz Interior da Associação Académica da Universidade de Lisboa (AAUL) dinamizam na tarde desta quinta-feira, 21 de setembro, no edifício Caleidoscópio (onde está sediada a AAUL), o evento Novos Começos. Haverá “yoga, música ao vivo, meditação, partilhas e muito boa energia” – assegura o cartaz – e a entrada é gratuita.

Precisamos mesmo de milagres?

Precisamos mesmo de milagres?

Fez-se uma pausa. Não era a primeira vez que falávamos de milagres nas nossas conversas sobre religião. Ele, defendendo os milagres como prova da presença divina ou da santidade de alguém; eu, questionando os milagres como sinal de intervenção divina. Numa conversa anterior sobre este tema, tinha dito que há coisas que pareciam impossíveis há alguns séculos e que hoje são perfeitamente normais.

O Sínodo “não é um programa televisivo” nem “um parlamento” e não pode “cair em ideologias”

Papa Francisco no regresso ao Vaticano

O Sínodo “não é um programa televisivo” nem “um parlamento” e não pode “cair em ideologias”

Das dez perguntas feitas ao Papa pelos jornalistas que o acompanharam esta segunda-feira, 4 de setembro, no voo de regresso da viagem apostólica à Mongólia, três foram sobre o Sínodo, cuja primeira assembleia geral ordinária arranca dia 4 de outubro, em Roma. Face à curiosidade e preocupações dos repórteres, que não serão autorizados a acompanhar diretamente o evento, Francisco assegurou que “no Sínodo não há lugar para ideologia” e que, não se tratando de “um programa televisivo” nem de “um parlamento”, haverá espaço para o “intercâmbio religioso” e para o “diálogo”… e será “abertíssimo”.

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Irá o bolor da Igreja Católica desaparecer?

Tenho lido e refletido sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que aconteceu em Lisboa, não tendo encontrado pareceres negativos sobre a mesma, a não ser de pequenos grupos identificados por “extremistas”, tantos seguindo ideologias pró-fascistas. Com admiração encontro agnósticos e ateus que estiveram presentes ou não, mas louvando as homílias/discursos do bispo de Roma e Papa Francisco.

Na conversa com os jesuítas portugueses, Francisco respondeu às perguntas todas, todas, todas… mesmo as mais imprudentes

Diálogo revelado esta segunda-feira

Na conversa com os jesuítas portugueses, Francisco respondeu às perguntas todas, todas, todas… mesmo as mais imprudentes

O clericalismo que se “infiltra” nos padres e nos leigos, os “grupos americanos” que se opõem à mudança na Igreja e “vivem de ideologias”, a importância de ajudar “todos, todos, todos” – incluindo homossexuais e transgénero – a encontrar o seu espaço na Igreja, e a “alegria” que tem sido para si a preparação do Sínodo: estes foram alguns dos temas que Francisco abordou na longa conversa com os jesuítas em Portugal, que aconteceu no passado dia 5 de agosto, à margem da Jornada Mundial da Juventude, e publicada esta segunda-feira, 28, no Ponto SJ, em simultâneo com a Revista italiana La Civiltà Cattolica.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest

Share This