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Qual o papel da mediação?

[Entre Margens]

Qual o papel da mediação?

O que é para ti a mediação?  Segundo alguns alunos: compreensão, responsabilidade, cooperação, ajuda, paciência, conforto, diminuição da tensão, alívio…  Permito-me acrescentar: educação. Deles e nossa. [Texto de Sara Leão].

A passadeira da Rua das Pretas

A passadeira da Rua das Pretas

Estamos a preparar esse momento tão importante que é a realização da Jornada Mundial da Juventude. Ironicamente temos um país envelhecido, cada vez mais envelhecido, mas seja qual for a idade, este acontecimento não é indiferente para os que somos católicos e, eu diria, para todos. Temos de transformar a nossa cidade num bom lugar para existir; num verdadeiro local de encontro, num sítio de esperança para todas as gerações. Não existem peões e condutores, já que todos, em algum momento, andamos a pé. Temos é de saber respeitar as regras implícitas. Como alguém disse, “ética é a obediência ao que não é obrigatório”.

Jovens universitários ciganos formam comité nacional para combater discriminação

Evocação dos 500 anos das perseguições

Jovens universitários ciganos formam comité nacional para combater discriminação

Os 39 jovens ciganos que frequentam atualmente o ensino universitário a nível nacional acabam de juntar-se para formar o Comité dos Jovens Ciganos de Portugal. A iniciativa surge no âmbito do núcleo jovem da comissão promotora da evocação do quinto centenário das perseguições aos portugueses ciganos, que será assinalado no biénio 2025-2026, “mas tem vida própria e independente” e “enche-nos de expetativas”, adianta ao 7MARGENS Jorge Bento Silva, membro do secretariado da comissão.

Participantes da JMJ convidados a descobrir o 25 de Abril

Visitas guiadas em Lisboa

Participantes da JMJ convidados a descobrir o 25 de Abril

A Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril associou-se à Jornada Mundial da Juventude e vai desafiar todos os participantes “a descobrirem o momento fundador da democracia portuguesa”, através de visitas guiadas ao Quartel do Carmo, ao Museu da GNR e à mostra expositiva “A Paz é possível. A Vigília da Capela do Rato e a contestação à Guerra Colonial”, que será reposta no Palácio da Independência.

Peregrinos já pedalam rumo à JMJ, e o Papa poderá pedalar de volta ao Vaticano

Bicicletas no centro do encontro

Peregrinos já pedalam rumo à JMJ, e o Papa poderá pedalar de volta ao Vaticano

Três peregrinos já saíram de Cracóvia, na Polónia, e outros 17 deixaram Troyes, em França, para rumarem a Portugal, onde vêm participar na Jornada Mundial da Juventude. Porque partiram tão cedo? Por terem escolhido fazer a viagem de forma sustentável, vindo de bicicleta. Não fosse a idade avançada do Papa e os seus conhecidos problemas no joelho, e também ele poderia usar o mesmo meio quando regressasse ao Vaticano. É que um dos presentes que vai receber quando chegar a Lisboa é, nada mais nada menos, do que duas “pasteleiras” construídas para si pelos alunos de uma escola na Gafanha da Nazaré.

A passadeira da Rua das Pretas

A passadeira da Rua das Pretas

Estamos a preparar esse momento tão importante que é a realização da Jornada Mundial da Juventude. Ironicamente temos um país envelhecido, cada vez mais envelhecido, mas seja qual for a idade, este acontecimento não é indiferente para os que somos católicos e, eu diria, para todos. Temos de transformar a nossa cidade num bom lugar para existir; num verdadeiro local de encontro, num sítio de esperança para todas as gerações. Não existem peões e condutores, já que todos, em algum momento, andamos a pé. Temos é de saber respeitar as regras implícitas. Como alguém disse, “ética é a obediência ao que não é obrigatório”.

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Três peregrinos já saíram de Cracóvia, na Polónia, e outros 17 deixaram Troyes, em França, para rumarem a Portugal, onde vêm participar na Jornada Mundial da Juventude. Porque partiram tão cedo? Por terem escolhido fazer a viagem de forma sustentável, vindo de bicicleta. Não fosse a idade avançada do Papa e os seus conhecidos problemas no joelho, e também ele poderia usar o mesmo meio quando regressasse ao Vaticano. É que um dos presentes que vai receber quando chegar a Lisboa é, nada mais nada menos, do que duas “pasteleiras” construídas para si pelos alunos de uma escola na Gafanha da Nazaré.

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