Evocação
Jorge Palma (1950-2026): Encosta-te a mim
Jorge: Tão cedo partes (76 anos, apenas um ano menos do que eu, mas parece tão cedo), praticamente dois meses depois do amigo Luís Represas. Escrevo-te esta carta que já não irás ler (ou irás?). Sem evidentemente tomares consciência disso foste meu amigo, meu irmão.
Na morte de Luís Represas (1956-2026)
Foi sem mais nem menos
Sepes é a primeira verdadeira descoberta dos Trovante, aos 14 anos, provavelmente o meu primeiro concerto no Teatro Aveirense. Lá por casa já tinha ouvido coisas do Baile do Bosque e de 84, mas é com Sepes, ouvido de fio a pavio, que se constrói o gosto definitivo pela música do grupo.
Músicas pela paz (22)
O sabor das azeitonas na Palestina destruída
O 7MARGENS procura chamar a atenção, nestes tempos, para músicos e músicas que traduzam a urgência da paz em relação a guerras e conflitos que persistem no mundo. Mais um capítulo da série Músicas pela paz que, sem qualquer intuito antológico, traz desta vez um grupo palestiniano constituído por três irmãos, Le Trio Jourban.
[Moçambique, margem Sul]
“Ai a passividade animal”! Magnífica humanitas, acode-nos!
Ia a caminho do matabicho, quando, inadvertidamente, toquei em algo no meu telemóvel, na página do Youtube. Este guiou-me para uma linda música de Michael Bennet. Era tão bonita, que não desliguei o telemóvel antes do café. [Texto de Sara Jona Laisse].
[Entre Margens]
Como quem dança no meio de nós
Diz o Google que “Tarab (طرب) é um termo árabe que descreve um estado de êxtase, arrebatamento emocional ou enlevo provocado intensamente pela música e poesia. Não é apenas ouvir, mas sentir profundamente a música, criando uma conexão mística entre artista e público, muitas vezes levando a um estado de transe ou graça.” [Texto de Sara Leão].
Amnistia Internacional
Eurovisão: “O genocídio não deve ter palco”
A Amnistia Internacional voltou a pedir a suspensão de Israel do Festival Eurovisão da Canção de 2026, por entender que “o genocídio não deve ter palco” e que há “um flagrante duplo padrão no que diz respeito a Israel”.
Disco “Lux”
Um furacão chamado Rosalía
Não, não tive hipótese de estar em nenhum dos dois concertos que a cantora catalã deu em Lisboa a 7 e 8 de Abril. Com muita pena minha. No entanto fui presenteada com o seu último disco, Lux, que servirá como ponto de partida – no meio de dezenas de imagens e músicas dela que me chegam aos olhos – para falar sobre a fascinante e contraditória artista que é Rosalía. [Texto de Teresa Vasconcelos].
[Moçambique, Margem Sul]
“Comer a limão com casca dele” – 50 anos de música ligeira moçambicana
O livro intitulado Clube dos Entas: 50 anos da música ligeira de Moçambique, tem origem no programa radiofónico Clube dos Entas, sobretudo a parte que diz respeito à música ligeira moçambicana. Não se trata de uma transcrição daquele programa, uma vez que agrega material inédito. [Texto de Sara Jona Laísse]
Poema
O violoncelo
Um poema de Célio Turino.
Na morte de Luís Represas (1956-2026)
Foi sem mais nem menos
Sepes é a primeira verdadeira descoberta dos Trovante, aos 14 anos, provavelmente o meu primeiro concerto no Teatro Aveirense. Lá por casa já tinha ouvido coisas do Baile do Bosque e de 84, mas é com Sepes, ouvido de fio a pavio, que se constrói o gosto definitivo pela música do grupo.
Músicas pela paz (22)
O sabor das azeitonas na Palestina destruída
O 7MARGENS procura chamar a atenção, nestes tempos, para músicos e músicas que traduzam a urgência da paz em relação a guerras e conflitos que persistem no mundo. Mais um capítulo da série Músicas pela paz que, sem qualquer intuito antológico, traz desta vez um grupo palestiniano constituído por três irmãos, Le Trio Jourban.
[Moçambique, margem Sul]
“Ai a passividade animal”! Magnífica humanitas, acode-nos!
Ia a caminho do matabicho, quando, inadvertidamente, toquei em algo no meu telemóvel, na página do Youtube. Este guiou-me para uma linda música de Michael Bennet. Era tão bonita, que não desliguei o telemóvel antes do café. [Texto de Sara Jona Laisse].
[Entre Margens]
Como quem dança no meio de nós
Diz o Google que “Tarab (طرب) é um termo árabe que descreve um estado de êxtase, arrebatamento emocional ou enlevo provocado intensamente pela música e poesia. Não é apenas ouvir, mas sentir profundamente a música, criando uma conexão mística entre artista e público, muitas vezes levando a um estado de transe ou graça.” [Texto de Sara Leão].
Amnistia Internacional
Eurovisão: “O genocídio não deve ter palco”
A Amnistia Internacional voltou a pedir a suspensão de Israel do Festival Eurovisão da Canção de 2026, por entender que “o genocídio não deve ter palco” e que há “um flagrante duplo padrão no que diz respeito a Israel”.
Disco “Lux”
Um furacão chamado Rosalía
Não, não tive hipótese de estar em nenhum dos dois concertos que a cantora catalã deu em Lisboa a 7 e 8 de Abril. Com muita pena minha. No entanto fui presenteada com o seu último disco, Lux, que servirá como ponto de partida – no meio de dezenas de imagens e músicas dela que me chegam aos olhos – para falar sobre a fascinante e contraditória artista que é Rosalía. [Texto de Teresa Vasconcelos].
[Moçambique, Margem Sul]
“Comer a limão com casca dele” – 50 anos de música ligeira moçambicana
O livro intitulado Clube dos Entas: 50 anos da música ligeira de Moçambique, tem origem no programa radiofónico Clube dos Entas, sobretudo a parte que diz respeito à música ligeira moçambicana. Não se trata de uma transcrição daquele programa, uma vez que agrega material inédito. [Texto de Sara Jona Laísse]
Poema
O violoncelo
Um poema de Célio Turino.
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