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Quando é que deixámos de reparar?

[À Margem]

Quando é que deixámos de reparar?

“A cultura do descarte não começa apenas quando ignoramos as pessoas sem-abrigo, os migrantes ou os pobres de quem o Papa fala. Talvez comece muito antes, nas nossas casas, nas nossas escolas, quando deixamos de prestar atenção a quem sofre mesmo ali ao lado, quando os nossos filhos já nem reagem se um colega pede ajuda, cai ou fica sozinho.”

Impotência ou inércia?

Impotência ou inércia?

No último à Margem, Jorge Wemans brindou-nos com um excelente texto que eu senti como um grito de revolta face à “normalização do intolerável” e, simultaneamente, como um grito de desespero por não se saber qual o caminho para a construção de um futuro alternativo perante um presente demasiado sombrio. Neste texto, em diálogo com o que o Jorge escreveu, tento refletir sobre qual o caminho ou caminhos a percorrer rumo a um futuro que desconhecemos, mas que confiamos seja melhor.

A normalização do intolerável

A normalização do intolerável

“A estupefação com que olhamos o que está a acontecer nos nossos dias já não provoca a indignação que convoca à ação. E nem os meios que temos à nossa disposição utilizamos para denunciar a mentira, a violência, o intolerável. Todos os dias um pequeno passo mais.” – A reflexão de Jorge Wemans, para ler no À Margem desta semana

“A escuta que cura”: uma série de textos no 7MARGENS

Voluntários do GEscuta são autores

“A escuta que cura”: uma série de textos no 7MARGENS

“Vivemos numa época em que proliferam as redes sociais e se têm centenas, para não dizer milhares, de ‘amigos’” mas, “apesar de estarmos aparentemente cada vez mais rodeados de pessoas, nunca estivemos tão sós”. A afirmação de Sandra Chaves Costa, voluntária e coordenadora do GEscuta (Gabinete de Escuta), dá o contexto para a série de artigos que, a partir deste domingo, o 7MARGENS publicará, da autoria de diversos voluntários do GEscuta, de Lisboa.

A instrumentalização do ódio

A instrumentalização do ódio

Há mais ódio hoje do que outrora? Uns dirão que sim; outros, que não. Na comparação entre antes e agora, as respostas variarão muito em função de múltiplos factores, como o lugar onde se vive, o ordenado que se recebe, a idade que se tem, a ideologia que se professa.

Desta vez, o Papa desiludiu?

Desta vez, o Papa desiludiu?

Francisco é o primeiro a admitir que as mulheres continuam hoje, em muitos locais e circunstâncias, a ser “diáconos”. Faz sentido que seja negada às mulheres a graça sacramental da ordenação, em vez de celebrado e apoiado esse magistério que tão bem podem exercer – e que a Igreja Católica tanto precisa que exerçam?

Serve para alguma coisa a ida dos bispos a Roma?

Análise

Serve para alguma coisa a ida dos bispos a Roma?

Nesta segunda-feira, 20 de Maio, os bispos portugueses iniciam a sua visita “ad limina apostolorum”, ao Vaticano. Nas duas visitas anteriores (2007, com Bento XVI e 2015, com Francisco), os bispos ouviram várias chamadas de atenção de ambos os papas. Servirá esta semana para alguma coisa?

Impotência ou inércia?

Impotência ou inércia?

No último à Margem, Jorge Wemans brindou-nos com um excelente texto que eu senti como um grito de revolta face à “normalização do intolerável” e, simultaneamente, como um grito de desespero por não se saber qual o caminho para a construção de um futuro alternativo perante um presente demasiado sombrio. Neste texto, em diálogo com o que o Jorge escreveu, tento refletir sobre qual o caminho ou caminhos a percorrer rumo a um futuro que desconhecemos, mas que confiamos seja melhor.

A normalização do intolerável

A normalização do intolerável

“A estupefação com que olhamos o que está a acontecer nos nossos dias já não provoca a indignação que convoca à ação. E nem os meios que temos à nossa disposição utilizamos para denunciar a mentira, a violência, o intolerável. Todos os dias um pequeno passo mais.” – A reflexão de Jorge Wemans, para ler no À Margem desta semana

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“Vivemos numa época em que proliferam as redes sociais e se têm centenas, para não dizer milhares, de ‘amigos’” mas, “apesar de estarmos aparentemente cada vez mais rodeados de pessoas, nunca estivemos tão sós”. A afirmação de Sandra Chaves Costa, voluntária e coordenadora do GEscuta (Gabinete de Escuta), dá o contexto para a série de artigos que, a partir deste domingo, o 7MARGENS publicará, da autoria de diversos voluntários do GEscuta, de Lisboa.

A instrumentalização do ódio

A instrumentalização do ódio

Há mais ódio hoje do que outrora? Uns dirão que sim; outros, que não. Na comparação entre antes e agora, as respostas variarão muito em função de múltiplos factores, como o lugar onde se vive, o ordenado que se recebe, a idade que se tem, a ideologia que se professa.

Desta vez, o Papa desiludiu?

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Francisco é o primeiro a admitir que as mulheres continuam hoje, em muitos locais e circunstâncias, a ser “diáconos”. Faz sentido que seja negada às mulheres a graça sacramental da ordenação, em vez de celebrado e apoiado esse magistério que tão bem podem exercer – e que a Igreja Católica tanto precisa que exerçam?

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Serve para alguma coisa a ida dos bispos a Roma?

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