Opinião
Opinião
[Entre Margens]
Autocuidado
O dia 24 de Julho foi o Dia Internacional do Autocuidado. Por essa razão decidi escrever este pequeno texto. Tudo radica nas nossas decisões das quais temos, em geral, medo, pois pensamos que decidir é ganhar e perder. A verdade é que estamos enganados porque tomar uma decisão é, isso sim, um passo sobre alcançar e abdicar, não sobre ganhar e perder. [Texto de Margarida Cordo].
Paz e investimento na defesa
A paz é, sem dúvida, um dos grandes desígnios da humanidade. As grandes religiões — apesar de terem sido (e serem ainda em algumas latitudes) promotoras de conflito e a violência — bem como os grandes filósofos e humanistas sempre o afirmaram com maior ou menor veemência. Apesar disso, a realização deste sonho no tempo histórico está muito aquém do desejado. [Texto de Jorge Paulo].
“Dos perigos da esperteza na era Trump”
Assistimos, nos últimos tempos, à reeleição de Donald Trump, o epitome de uma certa estupidez latente em todas as sociedades que, de tempos a tempos, vem à superfície. À sua boleia ascendeu a clique dos gigantes tecnológicos, cujo poder e influência globais são inegáveis. [Texto de Rúben Azevedo].
Gestão, não ministério, para as mulheres católicas
Ao nomear outra mulher para um cargo administrativo no Vaticano, o Papa Francisco diz que as mulheres não sofrem “nenhuma privação” por não serem ordenadas. [Texto de Phyllis Zagano].
[Olhar de teóloga]
A tristeza de proibir
Quão triste deve ser a vida que se vive para proibir. Que tristeza enorme é não ter nada mais do que a palavra “proibir” no horizonte. Que triste destino acreditar que se é mais quanto mais se proíbe… Que pena!
“Oh, como a vida é bela e como a morte é terrível”
Theodosius Dobzhansky (1900-1975), biólogo e geneticista natural da Ucrânia, ainda sob o domínio russo, emigrou para os EUA. Dedicou-se à ciência, publicou os seus primeiros trabalhos sobre o significado da teoria da evolução para a religião e alguns aspectos da relação entre esta e a ciência[3]. [Texto de Maria Aldina Brás].
Bastidores: desde a escola a tudo o que é comum
A realidade maniqueísta do gosto/não gosto, a versão superficial do porque sim/porque não ou a sua sucedânea preguiçosa do sim/não, mas não sei explicar podem radicar na ingenuidade da crença em ‘magias’ messiânicas, que prometem sucesso inequívoco. Falamos do contexto educativo em geral e escolar em particular, que, cedendo a esta tendência, etiqueta redutoramente os jovens como consumidores do processo de fabricação social, remetendo-os para um futuro eventualmente ótimo, mas ao qual se subtrai o bom do presente e o lastro da memória. [Texto de Luís Francisco Marques].
A cobardia do anonimato ou a proteção dos corajosos
Nem sempre os momentos para nada são inúteis. Por vezes precisamos de parar, apanhar sol, tomar um café, olhar para o rio e, sem excessiva curiosidade, estar atentos ao que acontece à nossa volta. Aliás, não há momentos para nada, pois, mesmo que, aparentemente, sejam inúteis, são bons só porque são vividos e porque podem tornar-se inspiradores. [Texto Margarida Cordo].
[Nas margens da filosofia (LXX)]
A propósito da arrogância de alguns cronistas
Sou leitora atenta de jornais (semanais e diários) que geralmente leio de uma ponta a outra, dando um particular relevo às crónicas pois de um modo geral são uma escrita variada, interessante, informativa e mais solta do que os habituais artigos e notícias. Como por vezes aparece uma foto a identificar os seus autores ou autoras é possível reconhecê-los se por caso nos cruzamos na rua com eles (ou com elas). [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].
Paz e investimento na defesa
A paz é, sem dúvida, um dos grandes desígnios da humanidade. As grandes religiões — apesar de terem sido (e serem ainda em algumas latitudes) promotoras de conflito e a violência — bem como os grandes filósofos e humanistas sempre o afirmaram com maior ou menor veemência. Apesar disso, a realização deste sonho no tempo histórico está muito aquém do desejado. [Texto de Jorge Paulo].
“Dos perigos da esperteza na era Trump”
Assistimos, nos últimos tempos, à reeleição de Donald Trump, o epitome de uma certa estupidez latente em todas as sociedades que, de tempos a tempos, vem à superfície. À sua boleia ascendeu a clique dos gigantes tecnológicos, cujo poder e influência globais são inegáveis. [Texto de Rúben Azevedo].
Gestão, não ministério, para as mulheres católicas
Ao nomear outra mulher para um cargo administrativo no Vaticano, o Papa Francisco diz que as mulheres não sofrem “nenhuma privação” por não serem ordenadas. [Texto de Phyllis Zagano].
[Olhar de teóloga]
A tristeza de proibir
Quão triste deve ser a vida que se vive para proibir. Que tristeza enorme é não ter nada mais do que a palavra “proibir” no horizonte. Que triste destino acreditar que se é mais quanto mais se proíbe… Que pena!
“Oh, como a vida é bela e como a morte é terrível”
Theodosius Dobzhansky (1900-1975), biólogo e geneticista natural da Ucrânia, ainda sob o domínio russo, emigrou para os EUA. Dedicou-se à ciência, publicou os seus primeiros trabalhos sobre o significado da teoria da evolução para a religião e alguns aspectos da relação entre esta e a ciência[3]. [Texto de Maria Aldina Brás].
Bastidores: desde a escola a tudo o que é comum
A realidade maniqueísta do gosto/não gosto, a versão superficial do porque sim/porque não ou a sua sucedânea preguiçosa do sim/não, mas não sei explicar podem radicar na ingenuidade da crença em ‘magias’ messiânicas, que prometem sucesso inequívoco. Falamos do contexto educativo em geral e escolar em particular, que, cedendo a esta tendência, etiqueta redutoramente os jovens como consumidores do processo de fabricação social, remetendo-os para um futuro eventualmente ótimo, mas ao qual se subtrai o bom do presente e o lastro da memória. [Texto de Luís Francisco Marques].
A cobardia do anonimato ou a proteção dos corajosos
Nem sempre os momentos para nada são inúteis. Por vezes precisamos de parar, apanhar sol, tomar um café, olhar para o rio e, sem excessiva curiosidade, estar atentos ao que acontece à nossa volta. Aliás, não há momentos para nada, pois, mesmo que, aparentemente, sejam inúteis, são bons só porque são vividos e porque podem tornar-se inspiradores. [Texto Margarida Cordo].
[Nas margens da filosofia (LXX)]
A propósito da arrogância de alguns cronistas
Sou leitora atenta de jornais (semanais e diários) que geralmente leio de uma ponta a outra, dando um particular relevo às crónicas pois de um modo geral são uma escrita variada, interessante, informativa e mais solta do que os habituais artigos e notícias. Como por vezes aparece uma foto a identificar os seus autores ou autoras é possível reconhecê-los se por caso nos cruzamos na rua com eles (ou com elas). [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].
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