Opinião
Opinião
[Dicionário particular III]
‘z’ de zombie – um olhar sem verbo (e pelo meio duas sugestões de leitura)
“Olho em redor, não oiço conversas. Não vejo rostos, vejo nucas inclinadas sobre os ecrãs e olhares parados. As cidades são quase como um necrotério em movimento onde nos vamos cruzando sem nos tocarmos, nem olharmos, para não sentirmos as dores da rotina. Mas esta anestesia corta-nos a própria humanidade.” [Texto de Júlia Costa]
[Metáforas vivas]
Hypapante: encontro com a Luz
Este texto corresponde à homilia referente à “Apresentação do Senhor, Festa – c 2025 // Dia dos Consagrados / Dia da Universidade Católica Portuguesa”, de dia 2 de fevereiro, proferida pelo Pe. Joaquim Félix na Igreja de S. Paulo do Seminário Conciliar de Braga.
Nick Cave e Adília Lopes: Dois buscadores… ou em como a arte salva
Ofereci a mim própria como prenda de Natal o último CD de Nick Cave, “Wild God”. Com muita pena não tinha podido ir ao seu último concerto (Outubro) na MEO Arena. O CD inicia-se com esta magnífica “Song of the Lake”: “the light was such/that the moment was worth saving/and he sang the song of the lake.
Carlos Sarmento Pereira (1925-2024): “Até já, querido avô!”
Carlos Sarmento Pereira (1925-2024) faleceu no passado dia 29 de dezembro. Marido, pai de sete filhos, avô de catorze netos e bisavô de doze bisnetos, privilegiou sempre a Família! Foi Professor, dono da Casa Pereira das Violas, bracarense e braguista aficionado. Cidadão e humanista, deixou-nos um legado único. Segue-se o testemunho da neta Sofia.
Deus num mundo secularizado
Fará ainda sentido referirmo-nos a Deus num mundo plenamente secularizado? Deus parece ser hoje uma palavra gasta, sem nenhum sentido que se lhe possa associar. Uma palavra cujo significado se desvaneceu até se tornar obsoleta — um arcaísmo linguístico. Pertence a uma época em que era comum crer ingenuamente que os fenómenos naturais não podiam ser explicados senão por referência ao sobrenatural. [Texto de Jorge Paulo]
Carta sem resposta
Comecei por nunca falar. Verdadeiramente, acreditei que as ameaças nunca avançariam para a concretização do que propunham. A intermitência dos extremos – carinho extremo e ameaça extrema – acabaram por me enfiar num cerco movediço do qual era impossível sair. [Texto de Ana Sofia Brito].
Repensar a educação para a cidadania (1): ideias do Sr. Crick
Recentemente, por iniciativa do primeiro-ministro, voltou à ribalta da cena política o tema da educação para a cidadania. Desde 1986 que a Lei de Bases do Sistema Educativo prevê esta componente curricular, tendo a mesma encontrado, em quase quatro décadas, as mais diversas traduções no currículo nacional prescrito. [Texto de João Santos].
Um sinal de esperança para os reclusos
Penso que seria bom que o apelo do Papa Francisco, no âmbito do Jubileu que este ano se celebra, a que fosse dado um sinal de esperança a pessoas que sofrem com a reclusão não deixasse de ter alguma resposta no nosso país, não “caísse em saco roto”. Sugeriu ele que esse sinal de esperança seja dado por formas de amnistia e perdão. [Texto de Pedro Vaz Patto].
[Olhar de teóloga]
O grande paradoxo
Congratulo-me convosco porque, com o convite para partilhar convosco esta reflexão, estais a tornar realidade o desafio que o Evangelho nos lança à novidade, a romper com o “sempre se fez assim”, desafio tão importante para a Igreja sinodal que desejamos construir juntos.
[Metáforas vivas]
Hypapante: encontro com a Luz
Este texto corresponde à homilia referente à “Apresentação do Senhor, Festa – c 2025 // Dia dos Consagrados / Dia da Universidade Católica Portuguesa”, de dia 2 de fevereiro, proferida pelo Pe. Joaquim Félix na Igreja de S. Paulo do Seminário Conciliar de Braga.
Nick Cave e Adília Lopes: Dois buscadores… ou em como a arte salva
Ofereci a mim própria como prenda de Natal o último CD de Nick Cave, “Wild God”. Com muita pena não tinha podido ir ao seu último concerto (Outubro) na MEO Arena. O CD inicia-se com esta magnífica “Song of the Lake”: “the light was such/that the moment was worth saving/and he sang the song of the lake.
Carlos Sarmento Pereira (1925-2024): “Até já, querido avô!”
Carlos Sarmento Pereira (1925-2024) faleceu no passado dia 29 de dezembro. Marido, pai de sete filhos, avô de catorze netos e bisavô de doze bisnetos, privilegiou sempre a Família! Foi Professor, dono da Casa Pereira das Violas, bracarense e braguista aficionado. Cidadão e humanista, deixou-nos um legado único. Segue-se o testemunho da neta Sofia.
Deus num mundo secularizado
Fará ainda sentido referirmo-nos a Deus num mundo plenamente secularizado? Deus parece ser hoje uma palavra gasta, sem nenhum sentido que se lhe possa associar. Uma palavra cujo significado se desvaneceu até se tornar obsoleta — um arcaísmo linguístico. Pertence a uma época em que era comum crer ingenuamente que os fenómenos naturais não podiam ser explicados senão por referência ao sobrenatural. [Texto de Jorge Paulo]
Carta sem resposta
Comecei por nunca falar. Verdadeiramente, acreditei que as ameaças nunca avançariam para a concretização do que propunham. A intermitência dos extremos – carinho extremo e ameaça extrema – acabaram por me enfiar num cerco movediço do qual era impossível sair. [Texto de Ana Sofia Brito].
Repensar a educação para a cidadania (1): ideias do Sr. Crick
Recentemente, por iniciativa do primeiro-ministro, voltou à ribalta da cena política o tema da educação para a cidadania. Desde 1986 que a Lei de Bases do Sistema Educativo prevê esta componente curricular, tendo a mesma encontrado, em quase quatro décadas, as mais diversas traduções no currículo nacional prescrito. [Texto de João Santos].
Um sinal de esperança para os reclusos
Penso que seria bom que o apelo do Papa Francisco, no âmbito do Jubileu que este ano se celebra, a que fosse dado um sinal de esperança a pessoas que sofrem com a reclusão não deixasse de ter alguma resposta no nosso país, não “caísse em saco roto”. Sugeriu ele que esse sinal de esperança seja dado por formas de amnistia e perdão. [Texto de Pedro Vaz Patto].
[Olhar de teóloga]
O grande paradoxo
Congratulo-me convosco porque, com o convite para partilhar convosco esta reflexão, estais a tornar realidade o desafio que o Evangelho nos lança à novidade, a romper com o “sempre se fez assim”, desafio tão importante para a Igreja sinodal que desejamos construir juntos.
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