Opinião
Opinião
[Entre Margens]
Profecias apocalípticas e a esperança cristã
Com o alarme dos últimos dias, vindo dos grandes promotores da IA de fabrico americano, todos nos demos conta de que, tal como Ícaro, que queimou as asas por voar demasiado perto do sol, a mais recente criação da Humanidade, tanto poderá fazê-la voar mais alto, como poderá ser a sua perdição. [Texto de Joana Rigato].
[Olhar de teóloga]
Sim, o Vaticano sabia
“A dúvida que sempre pairou encontrou a resposta: sim, o Vaticano encobriu casos de abusos. Mentiu-se ao longo dos anos. As vítimas foram ocultadas, manipuladas e ignoradas, porque a Instituição tinha de manter o ‘bom nome’.” – A crónica da teóloga Cristina Inogés Sanz
[Saborear os Clássicos (XIX)]
A Era Axial
“Independentemente de se ser ateu, agnóstico, budista, hindu, cristão ou de outra religião, é importante ter uma visão alargada, aberta em relação ao mundo e a outros modos de compreensão da realidade. Não estar arreigado a princípios rígidos, a uma visão dogmática de uma determinada religião.” [Texto de Maria Eugénia Abrunhosa]
[Entre Margens]
“Tinham tudo em comum”… até surgirem os conflitos
“A história das primeiras comunidades cristãs recorda-nos que o Evangelho nunca floresceu em sociedades perfeitas. Nasceu no meio de conflitos, tensões e imperfeições humanas. Talvez seja precisamente aí que reside a sua força.” – A reflexão da historiadora Dália Fernandes
[À Margem]
Perguntas de um cristão inquieto
“O que temos visto e o que tem sido investigado põe em evidência uma relação entre as práticas abusivas e uma “cultura” clerical. Mas impõe-se a pergunta: que tem vindo a fazer a Igreja para combater e vencer o clericalismo? Que incentivos e ajudas têm recebido as comunidades para caminharem nessa direção?”
[Entre Margens]
Uma organização mafiosa no coração da Igreja?
“O Papa Leão XIV encontrou-se há dias com Gareth Gore, autor do livro ‘Opus. Engenharia financeira, tráfico humano e ascensão da extrema-direita no seio da Igreja Católica’. Por coincidência acabei de ler o livro muito recentemente, e fiquei com a impressão de que ele me veio aclarar muitas dúvidas e questões.” – Uma reflexão de Jorge Paulo
[Dicionário particular III]
‘f’ de feminismo — o problema nunca foi a Mulher
“Há quem veja o feminismo como exagero, como ameaça, como moda. Há quem prefira ridicularizar em vez de tentar compreender. E há quem, simplesmente, se sinta desconfortável com a ideia de que o mundo pode – e deve – mudar para ser mais justo, defendendo que o feminismo já cumpriu a sua função. Será?” – A reflexão de Júlia Costa
[Entre Margens]
Liturgia cósmica: como os solstícios e equinócios anunciam Cristo
“A estrutura do calendário litúrgico cristão não pode ser compreendida adequadamente se for reduzida a uma mera sucessão cronológica de memórias devocionais. Ela constitui, antes, uma verdadeira gramática teológica do tempo, na qual a economia da salvação se inscreve numa relação inteligível com a ordem criada.” [Texto de Sérgio Carvalho]
[Moçambique, margem Sul]
Dos Templos aos Cadillacs: uma leitura crítica de “Moçambique, meu país”
“É um livro que pertence a todos. É revelador do modo como a independência deste país foi gerida, desde o seu início. Informa-nos sobre os protagonistas e o papel desempenhado, as dificuldades e as virtudes passadas. Mais do que isso, inspira para aquilo em que o país se deve tornar.” [Texto de Sara Jona Laísse]
[Olhar de teóloga]
Sim, o Vaticano sabia
“A dúvida que sempre pairou encontrou a resposta: sim, o Vaticano encobriu casos de abusos. Mentiu-se ao longo dos anos. As vítimas foram ocultadas, manipuladas e ignoradas, porque a Instituição tinha de manter o ‘bom nome’.” – A crónica da teóloga Cristina Inogés Sanz
[Saborear os Clássicos (XIX)]
A Era Axial
“Independentemente de se ser ateu, agnóstico, budista, hindu, cristão ou de outra religião, é importante ter uma visão alargada, aberta em relação ao mundo e a outros modos de compreensão da realidade. Não estar arreigado a princípios rígidos, a uma visão dogmática de uma determinada religião.” [Texto de Maria Eugénia Abrunhosa]
[Entre Margens]
“Tinham tudo em comum”… até surgirem os conflitos
“A história das primeiras comunidades cristãs recorda-nos que o Evangelho nunca floresceu em sociedades perfeitas. Nasceu no meio de conflitos, tensões e imperfeições humanas. Talvez seja precisamente aí que reside a sua força.” – A reflexão da historiadora Dália Fernandes
[À Margem]
Perguntas de um cristão inquieto
“O que temos visto e o que tem sido investigado põe em evidência uma relação entre as práticas abusivas e uma “cultura” clerical. Mas impõe-se a pergunta: que tem vindo a fazer a Igreja para combater e vencer o clericalismo? Que incentivos e ajudas têm recebido as comunidades para caminharem nessa direção?”
[Entre Margens]
Uma organização mafiosa no coração da Igreja?
“O Papa Leão XIV encontrou-se há dias com Gareth Gore, autor do livro ‘Opus. Engenharia financeira, tráfico humano e ascensão da extrema-direita no seio da Igreja Católica’. Por coincidência acabei de ler o livro muito recentemente, e fiquei com a impressão de que ele me veio aclarar muitas dúvidas e questões.” – Uma reflexão de Jorge Paulo
[Dicionário particular III]
‘f’ de feminismo — o problema nunca foi a Mulher
“Há quem veja o feminismo como exagero, como ameaça, como moda. Há quem prefira ridicularizar em vez de tentar compreender. E há quem, simplesmente, se sinta desconfortável com a ideia de que o mundo pode – e deve – mudar para ser mais justo, defendendo que o feminismo já cumpriu a sua função. Será?” – A reflexão de Júlia Costa
[Entre Margens]
Liturgia cósmica: como os solstícios e equinócios anunciam Cristo
“A estrutura do calendário litúrgico cristão não pode ser compreendida adequadamente se for reduzida a uma mera sucessão cronológica de memórias devocionais. Ela constitui, antes, uma verdadeira gramática teológica do tempo, na qual a economia da salvação se inscreve numa relação inteligível com a ordem criada.” [Texto de Sérgio Carvalho]
[Moçambique, margem Sul]
Dos Templos aos Cadillacs: uma leitura crítica de “Moçambique, meu país”
“É um livro que pertence a todos. É revelador do modo como a independência deste país foi gerida, desde o seu início. Informa-nos sobre os protagonistas e o papel desempenhado, as dificuldades e as virtudes passadas. Mais do que isso, inspira para aquilo em que o país se deve tornar.” [Texto de Sara Jona Laísse]
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