Opinião
Opinião
[Entre Margens]
Tudo é para sempre
Friedrich Nietzsche, na sua famosa teoria do eterno retorno, propôs que a existência de cada indivíduo se repete infinitamente até à eternidade. De facto, se concebermos o universo como infinito no tempo, é inevitável que concluamos que, o que quer que tenha alguma probabilidade de acontecer, mesmo a mais ínfima, não só já aconteceu infinitas vezes no passado como ocorrerá infinitas vezes no futuro. [Texto de Rúben Azevedo].
[Dicionário particular II]
‘z’ de zangado – o anão e o candidato a presidente
Há quem diga que os contos de fadas são só para crianças, eu acho que não, que também são para adultos cansados, a precisar de metáforas que suportem a realidade. É o caso da Branca de Neve e os Sete Anões. E, não, não é pela inocência, é pela capacidade de resumir o mundo em pelo menos sete arquétipos – um por cada anão – de entre os quais destaco o anão Zangado. [Texto de Júlia Costa].
[Entre Margens]
“Hoje são eles. Amanhã és tu!”
Foi em torno da frase “Hoje são eles. Amanhã és tu!” que 100 mil pessoas se juntaram em Frankfurt, em 1992, num grande concerto ao ar livre contra o racismo. Tinham começado os ataques a estrangeiros. Nesse mesmo ano, houve uma grande manifestação em Munique na forma de uma corrente de luz, na qual participaram mais de 400 mil pessoas, para protestar contra a xenofobia. [Texto de Teresa Toldy].
Fundação Calouste Gulbenkian até 14 de fevereiro
Complexo Brasil: uma exposição
Nestes anos de colaboração com o 7Margens penso que ainda não escrevi uma crónica sobre o meu complexo e amado Brasil. O Brasil é isso mesmo: amado e complexo. Não podemos ser “principiantes” na dimensão da inter-multiculturalidade para entendermos o Brasil sem deixar de o amar. A exposição permanece até 14 de fevereiro na Fundação Gulbenkian. [Texto de Teresa Vasconcelos].
[Entre Margens]
Eu não quero um país cristão
Passados 40 anos, temos uma eleição presidencial que se decidirá a duas voltas. De um lado, António José Seguro, do outro, André Ventura. No discurso que Ventura fez na noite eleitoral, entre as variedades com que sempre nos brinda, voltou a dirigir-se aos “que querem um país cristão, de valores assumidamente cristãos”. Pois bem, sendo assim, considero que o seu discurso não foi para mim. [Texto de Adriano Batista].
[Metáforas vivas]
Do comboio das bem-aventuranças
Este texto corresponde à homilia de domingo, 1 de fevereiro, [domingo iv do tempo comum ― a ― 2026, Dia da Universidade Católica Portuguesa], proferida pelo Pe. Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
Eleições presidenciais
Cristãos para lá de “um país cristão”: uma carta aberta
Nós, pequeno grupo de cristãs e cristãos de diferentes comunidades e igrejas, juntamo-nos a todos aqueles que tomam posição contra o uso actual do cristianismo como instrumento de poder político, legitimador de discursos e práticas de exclusão. Denunciamos o desfasamento entre certos discursos políticos que se dizem “cristãos” e as palavras evangélicas.
[Os dias da semana]
É preciso ir votar
A lista do que há 50 anos não havia é inimaginável para os mais novos e os mais velhos já nem dela, talvez, se lembrem. Não eram só os transportes públicos que escasseavam. Faltava quase tudo. À aldeia não chegava a electricidade. As casas também não dispunham de água canalizada. Nem de saneamento básico. A miséria abundava. [Crónica de Eduardo Jorge Madureira]
[Entre Margens]
O grupo dos quatro
Eu, a Sirene, o Dez-Pás-Duas e o Lamalonga padecíamos do pior dos infortúnios – o de não ter jeito para coisas nenhuma. Especificidade que nos tornou inseparáveis, militantes fieis do grupo dos quatro. Pertencíamo-nos por exclusão de partes. A gente sobrava em comum. [Texto de Ana Sofia Brito].
[Dicionário particular II]
‘z’ de zangado – o anão e o candidato a presidente
Há quem diga que os contos de fadas são só para crianças, eu acho que não, que também são para adultos cansados, a precisar de metáforas que suportem a realidade. É o caso da Branca de Neve e os Sete Anões. E, não, não é pela inocência, é pela capacidade de resumir o mundo em pelo menos sete arquétipos – um por cada anão – de entre os quais destaco o anão Zangado. [Texto de Júlia Costa].
[Entre Margens]
“Hoje são eles. Amanhã és tu!”
Foi em torno da frase “Hoje são eles. Amanhã és tu!” que 100 mil pessoas se juntaram em Frankfurt, em 1992, num grande concerto ao ar livre contra o racismo. Tinham começado os ataques a estrangeiros. Nesse mesmo ano, houve uma grande manifestação em Munique na forma de uma corrente de luz, na qual participaram mais de 400 mil pessoas, para protestar contra a xenofobia. [Texto de Teresa Toldy].
Fundação Calouste Gulbenkian até 14 de fevereiro
Complexo Brasil: uma exposição
Nestes anos de colaboração com o 7Margens penso que ainda não escrevi uma crónica sobre o meu complexo e amado Brasil. O Brasil é isso mesmo: amado e complexo. Não podemos ser “principiantes” na dimensão da inter-multiculturalidade para entendermos o Brasil sem deixar de o amar. A exposição permanece até 14 de fevereiro na Fundação Gulbenkian. [Texto de Teresa Vasconcelos].
[Entre Margens]
Eu não quero um país cristão
Passados 40 anos, temos uma eleição presidencial que se decidirá a duas voltas. De um lado, António José Seguro, do outro, André Ventura. No discurso que Ventura fez na noite eleitoral, entre as variedades com que sempre nos brinda, voltou a dirigir-se aos “que querem um país cristão, de valores assumidamente cristãos”. Pois bem, sendo assim, considero que o seu discurso não foi para mim. [Texto de Adriano Batista].
[Metáforas vivas]
Do comboio das bem-aventuranças
Este texto corresponde à homilia de domingo, 1 de fevereiro, [domingo iv do tempo comum ― a ― 2026, Dia da Universidade Católica Portuguesa], proferida pelo Pe. Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
Eleições presidenciais
Cristãos para lá de “um país cristão”: uma carta aberta
Nós, pequeno grupo de cristãs e cristãos de diferentes comunidades e igrejas, juntamo-nos a todos aqueles que tomam posição contra o uso actual do cristianismo como instrumento de poder político, legitimador de discursos e práticas de exclusão. Denunciamos o desfasamento entre certos discursos políticos que se dizem “cristãos” e as palavras evangélicas.
[Os dias da semana]
É preciso ir votar
A lista do que há 50 anos não havia é inimaginável para os mais novos e os mais velhos já nem dela, talvez, se lembrem. Não eram só os transportes públicos que escasseavam. Faltava quase tudo. À aldeia não chegava a electricidade. As casas também não dispunham de água canalizada. Nem de saneamento básico. A miséria abundava. [Crónica de Eduardo Jorge Madureira]
[Entre Margens]
O grupo dos quatro
Eu, a Sirene, o Dez-Pás-Duas e o Lamalonga padecíamos do pior dos infortúnios – o de não ter jeito para coisas nenhuma. Especificidade que nos tornou inseparáveis, militantes fieis do grupo dos quatro. Pertencíamo-nos por exclusão de partes. A gente sobrava em comum. [Texto de Ana Sofia Brito].
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