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Os trajes de Viana

Trago comigo (14)

Os trajes de Viana

Publicamos hoje o décimo quarto texto, da autoria de Celina Valente, da rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Celina Valente regressa às suas memórias sobre os trajes de Viana do Castelo feitos de sorrisos e algumas vezes de silêncio.

Quem salva: Cristo ou a Igreja?

[Entre Margens]

Quem salva: Cristo ou a Igreja?

A afirmação «fora da Igreja não há salvação» permanece viva no imaginário cristão, muitas vezes repetida sem atenção ao seu contexto histórico ou ao seu alcance teológico. A frase soa categórica e parece colocar a Igreja como condição necessária e exclusiva da salvação. Mas será esta, de facto, a perspetiva dos textos bíblicos e da tradição cristã mais antiga? A pergunta impõe-se: quem salva, Cristo ou a Igreja? [Texto de Dália Fernandes].

Nada é verdade, tudo é possível?

[Crónica da Europa]

Nada é verdade, tudo é possível?

Terá sido Friedrich Nietzsche quem escreveu que, uma vez resolvido o problema da sobrevivência, a humanidade confronta-se com o problema da supervivência, ou seja: que sentido tem isto tudo? A pergunta agarra-nos pois vivemos entre o excesso e a fadiga — excesso de estímulos, fadiga de sentido. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Liberdade religiosa – Direito e Dever

[Entre Margens]

Liberdade religiosa – Direito e Dever

A Declaração “Dignitatis Humanae” do Concílio Vaticano II sobre a Liberdade Religiosa constituiu um documento fundamental que abriu novos horizontes no diálogo inter-religioso e na liberdade de consciência. Trata-se de um passo decisivo na afirmação da mensagem evangélica em todas as suas consequências, em fidelidade com a Boa Nova de Jesus Cristo. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins].

O ecumenismo ao pé da porta

[Sete Partidas]

O ecumenismo ao pé da porta

Não posso negar que as primeiras impressões de viver no centro da Europa foram desoladoras no que diz respeito à vivência da fé. O espírito comunitário é anémico; a privatização da fé é dominante; e a tolerância, tantas vezes celebrada, significa mais relativismo do que verdadeira aceitação das diferenças – essa que exige troca, proximidade e envolvimento, o que aqui muitas vezes não passa de uma miragem. [Texto de Dina Matos Ferreira].

O Regresso ao Lar de Deus

[Entre Margens]

O Regresso ao Lar de Deus

Li recentemente uma transcrição da entrevista realizada pela Renascença ao classicista Frederico Lourenço.[i] Dizia ele que, concluído o sexto volume da sua actual magna opus – a tradução da Bíblia a partir da LXX –, finalmente regressara a casa, após ter estado ausente cerca de 27 anos, e onde agora se sente bem. A casa a que se referia Frederico Lourenço era a Igreja Católica Romana, donde teria saído em tempos. [Texto de Vítor Rafael].

A coragem da disrupção

[Entre Margens]

A coragem da disrupção

A incapacidade de nos ouvirmos em comunidade é um dos dilemas do nosso tempo. Ouvir implica, desde logo, uma ponte: exige abertura ao outro, mesmo quando essa abertura não implica concordância absoluta. A escuta não pode ser subserviente nem pretensamente neutra, porque quem escuta traz consigo convicções, história e legitimidade para também ser ouvido. [Texto de Filipe Moisés].

As cartas não mentem

[Entre Margens]

As cartas não mentem

Serena trabalhava à noite nos bares, derramando álcool em copos alheios e aturando bebedeiras ao embargo de avultados decibéis. Era só vê-la em ação e – verdade seja dita, não era por ser minha amiga – qualquer um ficava doido com aquele jogo de braços tatuados atirando garrafas ao ar, que apanhava e soltava com a destreza de quem humilha a gravidade. [Texto de Ana Sofia Brito].

Quem salva: Cristo ou a Igreja?

[Entre Margens]

Quem salva: Cristo ou a Igreja?

A afirmação «fora da Igreja não há salvação» permanece viva no imaginário cristão, muitas vezes repetida sem atenção ao seu contexto histórico ou ao seu alcance teológico. A frase soa categórica e parece colocar a Igreja como condição necessária e exclusiva da salvação. Mas será esta, de facto, a perspetiva dos textos bíblicos e da tradição cristã mais antiga? A pergunta impõe-se: quem salva, Cristo ou a Igreja? [Texto de Dália Fernandes].

Nada é verdade, tudo é possível?

[Crónica da Europa]

Nada é verdade, tudo é possível?

Terá sido Friedrich Nietzsche quem escreveu que, uma vez resolvido o problema da sobrevivência, a humanidade confronta-se com o problema da supervivência, ou seja: que sentido tem isto tudo? A pergunta agarra-nos pois vivemos entre o excesso e a fadiga — excesso de estímulos, fadiga de sentido. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Liberdade religiosa – Direito e Dever

[Entre Margens]

Liberdade religiosa – Direito e Dever

A Declaração “Dignitatis Humanae” do Concílio Vaticano II sobre a Liberdade Religiosa constituiu um documento fundamental que abriu novos horizontes no diálogo inter-religioso e na liberdade de consciência. Trata-se de um passo decisivo na afirmação da mensagem evangélica em todas as suas consequências, em fidelidade com a Boa Nova de Jesus Cristo. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins].

O ecumenismo ao pé da porta

[Sete Partidas]

O ecumenismo ao pé da porta

Não posso negar que as primeiras impressões de viver no centro da Europa foram desoladoras no que diz respeito à vivência da fé. O espírito comunitário é anémico; a privatização da fé é dominante; e a tolerância, tantas vezes celebrada, significa mais relativismo do que verdadeira aceitação das diferenças – essa que exige troca, proximidade e envolvimento, o que aqui muitas vezes não passa de uma miragem. [Texto de Dina Matos Ferreira].

O Regresso ao Lar de Deus

[Entre Margens]

O Regresso ao Lar de Deus

Li recentemente uma transcrição da entrevista realizada pela Renascença ao classicista Frederico Lourenço.[i] Dizia ele que, concluído o sexto volume da sua actual magna opus – a tradução da Bíblia a partir da LXX –, finalmente regressara a casa, após ter estado ausente cerca de 27 anos, e onde agora se sente bem. A casa a que se referia Frederico Lourenço era a Igreja Católica Romana, donde teria saído em tempos. [Texto de Vítor Rafael].

A coragem da disrupção

[Entre Margens]

A coragem da disrupção

A incapacidade de nos ouvirmos em comunidade é um dos dilemas do nosso tempo. Ouvir implica, desde logo, uma ponte: exige abertura ao outro, mesmo quando essa abertura não implica concordância absoluta. A escuta não pode ser subserviente nem pretensamente neutra, porque quem escuta traz consigo convicções, história e legitimidade para também ser ouvido. [Texto de Filipe Moisés].

As cartas não mentem

[Entre Margens]

As cartas não mentem

Serena trabalhava à noite nos bares, derramando álcool em copos alheios e aturando bebedeiras ao embargo de avultados decibéis. Era só vê-la em ação e – verdade seja dita, não era por ser minha amiga – qualquer um ficava doido com aquele jogo de braços tatuados atirando garrafas ao ar, que apanhava e soltava com a destreza de quem humilha a gravidade. [Texto de Ana Sofia Brito].

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