Opinião
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[Trago comigo - 6]
A Senhora d’Agonia e o fundamentalismo de uma proibição
Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o sexto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.
Extermínio do povo palestiniano
Palestina, o espelho partido da nossa humanidade
Vemos isto todos os dias na televisão ou nas redes sociais: num canto do Mediterrâneo, os bombardeamentos não param, o céu está todos os dias coberto de fumo e centenas de pessoas morrem, enquanto outros dois milhões sobrevivem sitiados ou deslocados em Gaza. Entretanto, na Cisjordânia, as escavadoras destroem casas, oliveiras centenárias e vidas humanas. [Texto de José Manuel Pérez Tornero].
Um papa para um tempo conturbado
Os desafios que se colocam à Igreja, depois de um Papa que a abriu ao Mundo, João Paulo II, ao qual sucedeu quem tentou repor a teologia no centro da vida cristã, Bento XVI e do Papa Francisco que desceu à terra, tornou a Igreja mais humilde, acolhendo “Todos, Todos, Todos,” eis que temos um Papa a voltar à origens, sem postergar os ensinamentos e as linhas de orientação do seu antecessor. [Texto de António Caseiro Marques].
Maria
Num impulso de limpeza e arrumação em casa, deparei-me, no fundo de uma prateleira, com um livrinho muito pequenino e amarelecido do Padre Mário de Oliveira (1937-2022), “ Maria de Nazaré”, que tinha sido adquirido pelo meu namorado e depois marido, pelos anos 70. [Texto de Maria Aldina Brás].
[Dicionário particular]
“n” de netos, de três netos
Sou filha única. Sou mãe de uma filha única. Sou avó de três netos porque, segundo a minha filha, a família estava a ficar muito pequena! Ter netos é uma das experiências mais gratificantes que a vida me ofereceu, os meus netos são uma dádiva, uma graça, uma bênção dos Céus. [Texto de Júlia Costa].
Horizontes comuns: caminhos inter-religiosos para a coesão social e justiça climática na Europa
O recente falecimento do Papa Francisco marca o fim de um pontificado guiado por uma coragem moral rara e uma liderança espiritual que transcendeu fronteiras religiosas, políticas e culturais. Para a comunidade inter-religiosa global, a sua voz foi mais do que simbólica: foi uma bússola. Uma bússola que apontou, de forma consistente, para o diálogo, a justiça e a compaixão. [Texto de António de Almeida-Ribeiro, Secretário-Geral Interino, KAICIID]
Podes voltar, amigo Jorge.
Hoje, mais do que nunca. Muitos dos que aqui vivem, precisam de ti. E de tantos como tu. Precisam muito do teu abraço. De muitos abraços solidários. Compreendo a incompreensão. Percebo a incredulidade. O desespero. A desesperança. Como chegaram os EUA a este momento da história que achámos apenas caber a outros? [Texto de Luís Castanheira Pinto].
De volta ao psiquiatra
Ser muita gente dentro de uma pessoa só nem devia ser mau, mas é que o pior, às vezes, é essa gente toda se desentender e eu já nem saber sequer a que sardinha puxar a brasa. A cabeça mais parece um ringue de mentirosos histéricos em debate, ao menos se fosse aquele mítico e saudoso debate entre Soares e Cunhal, mas não.
[Crónica da Europa]
Desputinização
Um dia Putin desaparecerá e os Russos terão a sua terceira oportunidade democrática. Só não sabemos quando, onde e como. E desaparecerá provavelmente devido ao inimigo interno. E, aparentemente, mais em breve do que se pensava. [Texto de Mendo Castro Henriques].
Extermínio do povo palestiniano
Palestina, o espelho partido da nossa humanidade
Vemos isto todos os dias na televisão ou nas redes sociais: num canto do Mediterrâneo, os bombardeamentos não param, o céu está todos os dias coberto de fumo e centenas de pessoas morrem, enquanto outros dois milhões sobrevivem sitiados ou deslocados em Gaza. Entretanto, na Cisjordânia, as escavadoras destroem casas, oliveiras centenárias e vidas humanas. [Texto de José Manuel Pérez Tornero].
Um papa para um tempo conturbado
Os desafios que se colocam à Igreja, depois de um Papa que a abriu ao Mundo, João Paulo II, ao qual sucedeu quem tentou repor a teologia no centro da vida cristã, Bento XVI e do Papa Francisco que desceu à terra, tornou a Igreja mais humilde, acolhendo “Todos, Todos, Todos,” eis que temos um Papa a voltar à origens, sem postergar os ensinamentos e as linhas de orientação do seu antecessor. [Texto de António Caseiro Marques].
Maria
Num impulso de limpeza e arrumação em casa, deparei-me, no fundo de uma prateleira, com um livrinho muito pequenino e amarelecido do Padre Mário de Oliveira (1937-2022), “ Maria de Nazaré”, que tinha sido adquirido pelo meu namorado e depois marido, pelos anos 70. [Texto de Maria Aldina Brás].
[Dicionário particular]
“n” de netos, de três netos
Sou filha única. Sou mãe de uma filha única. Sou avó de três netos porque, segundo a minha filha, a família estava a ficar muito pequena! Ter netos é uma das experiências mais gratificantes que a vida me ofereceu, os meus netos são uma dádiva, uma graça, uma bênção dos Céus. [Texto de Júlia Costa].
Horizontes comuns: caminhos inter-religiosos para a coesão social e justiça climática na Europa
O recente falecimento do Papa Francisco marca o fim de um pontificado guiado por uma coragem moral rara e uma liderança espiritual que transcendeu fronteiras religiosas, políticas e culturais. Para a comunidade inter-religiosa global, a sua voz foi mais do que simbólica: foi uma bússola. Uma bússola que apontou, de forma consistente, para o diálogo, a justiça e a compaixão. [Texto de António de Almeida-Ribeiro, Secretário-Geral Interino, KAICIID]
Podes voltar, amigo Jorge.
Hoje, mais do que nunca. Muitos dos que aqui vivem, precisam de ti. E de tantos como tu. Precisam muito do teu abraço. De muitos abraços solidários. Compreendo a incompreensão. Percebo a incredulidade. O desespero. A desesperança. Como chegaram os EUA a este momento da história que achámos apenas caber a outros? [Texto de Luís Castanheira Pinto].
De volta ao psiquiatra
Ser muita gente dentro de uma pessoa só nem devia ser mau, mas é que o pior, às vezes, é essa gente toda se desentender e eu já nem saber sequer a que sardinha puxar a brasa. A cabeça mais parece um ringue de mentirosos histéricos em debate, ao menos se fosse aquele mítico e saudoso debate entre Soares e Cunhal, mas não.
[Crónica da Europa]
Desputinização
Um dia Putin desaparecerá e os Russos terão a sua terceira oportunidade democrática. Só não sabemos quando, onde e como. E desaparecerá provavelmente devido ao inimigo interno. E, aparentemente, mais em breve do que se pensava. [Texto de Mendo Castro Henriques].
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