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A loucura do antissemitismo

A loucura do antissemitismo

Inicio esta crónica com palavras roubadas ao historiador Paul Johnson, escritas num dos seus ensaios sobre os judeus: “Há uma irracionalidade inata na febre do antissemitismo: contradizem-se. Dizem que os judeus são exibicionistas, mas sigilosos. Que não se integram, mas que se imiscuem. Que são ultra-religiosos, mas não têm fé. Que odeiam a cultura, mas impõem a sua. Que evitam trabalhar, mas lucram demasiado. Que são miserabilistas, mas materialistas.” (Florentino Beirão).

O Silêncio Interior. Sob a influência de Thich Nhat Hanh

[Ensaio]

O Silêncio Interior. Sob a influência de Thich Nhat Hanh

Se admitirmos que o silêncio interior é fundamental temos que silenciar a mente (palavras, pensamentos…)[1] e o corpo. Por outras palavras temos que eliminar o ruído interior sob as suas diferentes formas, admitindo desde logo que se eliminou o ruído externo (Hanh, 2016. 25-47). Para isso, aceitando o conselho de Thich Hanh, o melhor antídoto para esse ruído e vivenciar o silêncio interior, que paradoxalmente também é um som poderoso (2016: 16-17), é praticar aquilo que o autor designa por atenção plena. (Alberto Filipe Araújo)

Bahá’is sofrem nova vaga de buscas domiciliárias e detenções no Irão

Repressão intensifica-se

Bahá’is sofrem nova vaga de buscas domiciliárias e detenções no Irão

As forças de segurança iranianas invadiram na semana passada, sem apresentar qualquer justificação, as casas de mais de 20 bahá’is e, após agredi-los física e verbalmente, levaram pelo menos 19 sob custódia, desconhecendo-se o seu paradeiro. Estas “detenções e buscas domiciliárias confirmam os receios crescentes de que o governo do Irão tenha redobrado a sua repressão à comunidade bahá’í perseguida” no país, denuncia a Comunidade Internacional Bahá’í.

A loucura do antissemitismo

A loucura do antissemitismo

Inicio esta crónica com palavras roubadas ao historiador Paul Johnson, escritas num dos seus ensaios sobre os judeus: “Há uma irracionalidade inata na febre do antissemitismo: contradizem-se. Dizem que os judeus são exibicionistas, mas sigilosos. Que não se integram, mas que se imiscuem. Que são ultra-religiosos, mas não têm fé. Que odeiam a cultura, mas impõem a sua. Que evitam trabalhar, mas lucram demasiado. Que são miserabilistas, mas materialistas.” (Florentino Beirão).

O Silêncio Interior. Sob a influência de Thich Nhat Hanh

[Ensaio]

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Se admitirmos que o silêncio interior é fundamental temos que silenciar a mente (palavras, pensamentos…)[1] e o corpo. Por outras palavras temos que eliminar o ruído interior sob as suas diferentes formas, admitindo desde logo que se eliminou o ruído externo (Hanh, 2016. 25-47). Para isso, aceitando o conselho de Thich Hanh, o melhor antídoto para esse ruído e vivenciar o silêncio interior, que paradoxalmente também é um som poderoso (2016: 16-17), é praticar aquilo que o autor designa por atenção plena. (Alberto Filipe Araújo)

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