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Irene Pimentel: “Não aprendemos com a História” e por isso devemos perceber como chegámos ao Holocausto

Dia em Memória das Vítimas

Irene Pimentel: “Não aprendemos com a História” e por isso devemos perceber como chegámos ao Holocausto

“Está mais que provado que a História nos ensina muito pouco!” A frase é da historiadora Irene Pimentel. Valerá então a pena continuar a estudá-la e a transmiti-la, particularmente aos mais jovens? A Prémio Pessoa responde, a propósito do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, que se assinala neste 27 de janeiro.

Pescadinha de rabo na boca

[Moçambique, margem Sul]

Pescadinha de rabo na boca

Sendo Moçambique um Estado laico, não deveria haver qualquer desconcerto com a religião; mas poderá haver algumas concessões para as crianças, nas escolas públicas, poderem completar os estudos, não cantando o hino, em respeito aos seus preceitos religiosos. Assume-se que deve haver liberdade de escolha. Mas, ao que parece, a abertura dada pelo Governo deixa também a sensação de alguma arbitrariedade, o que confunde as pessoas.

Quioto, finalmente!

À procura de Sentido em Terras do Sol Nascente: Japão (2)

Quioto, finalmente!

Não posso deixar de sugerir o haiku japonês em epígrafe. Sabemos que o haiku remonta à forma clássica da poesia japonesa; é um poema curto, em geral de 17 sílabas. A tradição consistia em que vários poetas se reuniam e compunham poemas em conjunto. Muito belo, muito ao jeito de uma das características culturais japonesas, a vida de grupo. E estivemos no Japão em pleno outono.

Irene Pimentel: “Não aprendemos com a História” e por isso devemos perceber como chegámos ao Holocausto

Dia em Memória das Vítimas

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Pescadinha de rabo na boca

[Moçambique, margem Sul]

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Sendo Moçambique um Estado laico, não deveria haver qualquer desconcerto com a religião; mas poderá haver algumas concessões para as crianças, nas escolas públicas, poderem completar os estudos, não cantando o hino, em respeito aos seus preceitos religiosos. Assume-se que deve haver liberdade de escolha. Mas, ao que parece, a abertura dada pelo Governo deixa também a sensação de alguma arbitrariedade, o que confunde as pessoas.

Quioto, finalmente!

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Não posso deixar de sugerir o haiku japonês em epígrafe. Sabemos que o haiku remonta à forma clássica da poesia japonesa; é um poema curto, em geral de 17 sílabas. A tradição consistia em que vários poetas se reuniam e compunham poemas em conjunto. Muito belo, muito ao jeito de uma das características culturais japonesas, a vida de grupo. E estivemos no Japão em pleno outono.

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