Em representação da coordenação das comissões diocesanas de proteção de menores e adultos vulneráveis, tenho participado nas chamadas “comissões de instrução” dos processos de atribuição de compensações financeiras a vítimas de abusos sexuais praticados no âmbito da Igreja Católica. Ao ler uma boa parte das notícias relativas à forma como tem decorrido este processo, vejo-me na necessidade de repor a verdade a esse respeito. [Texto de Pedro Vaz Patto].












