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Rupnik já não é o protegido

[O flagelo que não acaba – XIII]

Rupnik já não é o protegido

Quando o caso Rupnik se tornou público no início de Dezembro do ano passado, ouvimos declarações de alguns altos representantes da Companhia de Jesus que se apressaram a sublinhar, e passo a citar: “Em primeiro lugar, não há menores envolvidos. Por outras palavras, trata-se de problemas entre adultos.” Em suma, dá-se a entender que aqui, neste caso, não aconteceu nada.

Rupnik, o protegido

[O flagelo que não acaba – XII]

Rupnik, o protegido

O comunicado de imprensa, como o emitido pelo Vicariato de Roma, é uma autêntica filigrana para dizer algo que evidencie a posição de quem o emite e que, na sua “perfeita?” redação, faz com que as margens do texto fiquem pejadas de pessoas já muito feridas, que continuam a ser insultadas com desprezo, com indiferença e, sobretudo, com a dúvida permanente sobre aquilo que denunciam desde a mais absoluta invisibilidade.

Chantagem!

[O flagelo que não acaba – XI]

Chantagem!

Durante a última JMJ ficou evidente que as pessoas LGTBIQ+ continuam a ser alvo de alguns grupos, cuja alegada e exibida “pureza religiosa” contrastou fortemente com a clareza com que Francisco disse que na Igreja cabem todos, todos, todos!! Creio que a maioria de nós partilha o que disse Francisco, porque não se pode falar de comunhão se todos aqueles que querem estar na Igreja, porque se sentem e são Igreja, não o podem fazer.

Grupo Vita recebeu 48 denúncias de violência sexual

Em três meses

Grupo Vita recebeu 48 denúncias de violência sexual

O Grupo Vita recebeu, em três meses de funcionamento, 48 denúncias de violência sexual contra crianças e adultos vulneráveis no contexto da Igreja Católica em Portugal. O grupo informou, por outro lado, que mais de 30 vítimas deram já o seu consentimento informado para encaminhar a informação para as autoridades competentes.

O autor e a obra de arte

O autor e a obra de arte

Sem nunca minimizar o efeito nefasto do inaceitável comportamento sexual de que é acusado o padre Rupnik, parece-me que se deve manter a obra estritamente separada do autor. Não é a bondade ou maldade do autor que torna a obra de arte boa ou má. — a opinião de Jorge Paulo

Rupnik já não é o protegido

[O flagelo que não acaba – XIII]

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Quando o caso Rupnik se tornou público no início de Dezembro do ano passado, ouvimos declarações de alguns altos representantes da Companhia de Jesus que se apressaram a sublinhar, e passo a citar: “Em primeiro lugar, não há menores envolvidos. Por outras palavras, trata-se de problemas entre adultos.” Em suma, dá-se a entender que aqui, neste caso, não aconteceu nada.

Rupnik, o protegido

[O flagelo que não acaba – XII]

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O comunicado de imprensa, como o emitido pelo Vicariato de Roma, é uma autêntica filigrana para dizer algo que evidencie a posição de quem o emite e que, na sua “perfeita?” redação, faz com que as margens do texto fiquem pejadas de pessoas já muito feridas, que continuam a ser insultadas com desprezo, com indiferença e, sobretudo, com a dúvida permanente sobre aquilo que denunciam desde a mais absoluta invisibilidade.

Chantagem!

[O flagelo que não acaba – XI]

Chantagem!

Durante a última JMJ ficou evidente que as pessoas LGTBIQ+ continuam a ser alvo de alguns grupos, cuja alegada e exibida “pureza religiosa” contrastou fortemente com a clareza com que Francisco disse que na Igreja cabem todos, todos, todos!! Creio que a maioria de nós partilha o que disse Francisco, porque não se pode falar de comunhão se todos aqueles que querem estar na Igreja, porque se sentem e são Igreja, não o podem fazer.

Grupo Vita recebeu 48 denúncias de violência sexual

Em três meses

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O Grupo Vita recebeu, em três meses de funcionamento, 48 denúncias de violência sexual contra crianças e adultos vulneráveis no contexto da Igreja Católica em Portugal. O grupo informou, por outro lado, que mais de 30 vítimas deram já o seu consentimento informado para encaminhar a informação para as autoridades competentes.

O autor e a obra de arte

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Sem nunca minimizar o efeito nefasto do inaceitável comportamento sexual de que é acusado o padre Rupnik, parece-me que se deve manter a obra estritamente separada do autor. Não é a bondade ou maldade do autor que torna a obra de arte boa ou má. — a opinião de Jorge Paulo

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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