Por detrás dos números que nesta segunda-feira foram apresentados na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, “há vidas individuais”, há “um coração ferido, uma história de família ferida, há certamente muito que é preciso curar”, disse o padre jesuíta alemão Hans Zollner, membro da Comissão de Protecção de Menores, do Vaticano, e responsável do Instituto de Antropologia da Universidade Gregoriana.











