Trouxe as palavras e colocou-as sobre a mesa./ Trouxe-as dentro das mãos fechadas (alguns disseram/ que apenas escondia as feridas do silêncio).
Trouxe as palavras e colocou-as sobre a mesa./ Trouxe-as dentro das mãos fechadas (alguns disseram/ que apenas escondia as feridas do silêncio).
Escrevo com vontade de pintar. É dessa possibilidade que construo esta crónica. Há dias recebi em nossa casa uma amiga que não via há algum tempo. Encontrámo-nos primeiro no meu ateliê de pintura…
Tenho tido a sorte de acompanhar, desde 2016, a apresentação dos Projetos Partis (Práticas Artísticas para a Inclusão Social) na Gulbenkian e em todos respiramos com emoção a frescura da criação artística onde os protagonistas são pessoas normalmente esquecidas por nós.
Na continuação das duas crónicas anteriores sobre projetos de vizinhança na Rua da Páscoa em Lisboa, apresento outro que ganhou vida há um ano e pode ser o mote para outros projetos locais. Desta vez vou contar-vos como uma ideia que valorizou o coletivo e a beleza ajudou a desbloquear medos, ansiedades e sofrimentos.
Durante as entrevistas que fiz aos moradores, e antes de iniciarmos o trabalho de pintura em madeira com diferentes parcelas de céu que enfeitaram as portas da rua durante o mês de junho do ano passado, coloquei uma pergunta aos vizinhos sobre o que têm encontrado de belo na Rua da Páscoa desde que aí mora.
A rua é a Rua da Páscoa na freguesia de Campo de Ourique, em Lisboa, onde “mora” há 25 anos o meu ateliê de Pintura da Azulejos e Artes Plásticas e que levou a este comentário da minha neta mais velha num dos passeios a caminho do ateliê.
Como o trabalho voluntário em ambientes de incerteza e risco nos pode levar a viver valores que defendemos, mas que dificilmente concretizamos.
Como o trabalho voluntário em ambientes de incerteza e risco nos pode levar a viver valores que defendemos, mas que dificilmente concretizamos.
Trouxe as palavras e colocou-as sobre a mesa./ Trouxe-as dentro das mãos fechadas (alguns disseram/ que apenas escondia as feridas do silêncio).
Escrevo com vontade de pintar. É dessa possibilidade que construo esta crónica. Há dias recebi em nossa casa uma amiga que não via há algum tempo. Encontrámo-nos primeiro no meu ateliê de pintura…
Tenho tido a sorte de acompanhar, desde 2016, a apresentação dos Projetos Partis (Práticas Artísticas para a Inclusão Social) na Gulbenkian e em todos respiramos com emoção a frescura da criação artística onde os protagonistas são pessoas normalmente esquecidas por nós.
Na continuação das duas crónicas anteriores sobre projetos de vizinhança na Rua da Páscoa em Lisboa, apresento outro que ganhou vida há um ano e pode ser o mote para outros projetos locais. Desta vez vou contar-vos como uma ideia que valorizou o coletivo e a beleza ajudou a desbloquear medos, ansiedades e sofrimentos.
Durante as entrevistas que fiz aos moradores, e antes de iniciarmos o trabalho de pintura em madeira com diferentes parcelas de céu que enfeitaram as portas da rua durante o mês de junho do ano passado, coloquei uma pergunta aos vizinhos sobre o que têm encontrado de belo na Rua da Páscoa desde que aí mora.
A rua é a Rua da Páscoa na freguesia de Campo de Ourique, em Lisboa, onde “mora” há 25 anos o meu ateliê de Pintura da Azulejos e Artes Plásticas e que levou a este comentário da minha neta mais velha num dos passeios a caminho do ateliê.
Como o trabalho voluntário em ambientes de incerteza e risco nos pode levar a viver valores que defendemos, mas que dificilmente concretizamos.
Como o trabalho voluntário em ambientes de incerteza e risco nos pode levar a viver valores que defendemos, mas que dificilmente concretizamos.
Anunciado esta sexta-feira
Nobel da Paz distingue Navi Pillay, jurista que liderou investigação da ONU sobre genocídio em Gaza novidadeA jurista sul-africana Navi Pillay, antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, foi distinguida esta sexta-feira, 9 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz de 2026, pelo seu trabalho em defesa da paz e do direito internacional, anunciou o Comité Nobel norueguês.
Padre da Obra da Rua morreu
Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia novidadeO padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]
Em Nova Iorque
Contra a corrida ao armamento e o ódio online, Santa Sé coloca dignidade humana no centro assembleia da ONU novidadeA saúde, a educação e a segurança alimentar não devem ser sacrificadas em favor do aumento dos gastos militares. O apelo foi deixado pelo arcebispo Christophe Zakhia El-Kassis, observador permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
[Entre Margens]
Joana Lopes: 88 cravos à sua memória novidadeNo próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].
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