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Na hora da despedida

Angela Merkel

Na hora da despedida

16 anos. No seu último discurso como chanceler, Angela Merkel apontou alguns dos problemas mais graves do nosso tempo, nomeadamente os perigos que a Democracia corre, e a necessidade de lhes responder com firmeza, a importância do diálogo internacional, a importância de ver o mundo com os olhos dos outros. Um testamento político muito digno.

Merkel: quando a fé faz a diferença na política

Merkel: quando a fé faz a diferença na política

Embora seja matéria pouco falada, a fé tem sido sempre fundamental na vida e acção política de Angela Merkel. A isso não terá sido alheio o facto de ser filha dum pastor luterano na antiga Alemanha de Leste.

É o vírus, estúpido!

É o vírus, estúpido!

No princípio da semana (22 março),  Angela Merkel reuniu com os ministros-presidentes dos estados alemães para tomar decisões sobre o que fazer perante o actual descontrolo da situação na Alemanha. As hesitações dos políticos e os truques que alguns responsáveis regionais arranjaram para iludir as regras combinadas por todos foram fatais para a luta contra a mutação inglesa. Esta terceira vaga está a ser ainda mais rápida e avassaladora do que já se temia.

Angela Merkel

Angela Merkel

Partilho o último discurso de Ano Novo de Angela Merkel como chanceler alemã. A princípio não gostava muito dela, e desgostei especialmente na época da crise do euro. A rejeição era tal que, há cerca de 15 anos, os meus filhos sentiram necessidade de tomar uma importante decisão pessoal: anunciaram que gostavam muito dos avós “apesar de eles votarem na Angela Merkel”.

Não ter medo da covid

Não ter medo da covid

Nesta crise da covid tenho ouvido cada vez mais falar em medo, em “manipulação pelo medo” em “não ceder à estratégia do medo”. Parece que há por aí quem acredite que os governos têm um plano secreto de instalação do totalitarismo, e a covid é apenas uma excelente desculpa para a pôr em prática.

Merkel diz-se “profundamente envergonhada” pelo aumento do antissemitismo na Alemanha

Merkel diz-se “profundamente envergonhada” pelo aumento do antissemitismo na Alemanha

A chanceler alemã Angela Merkel confessou a sua tristeza perante o crescimento do racismo e antissemitismo na Alemanha. Durante a cerimónia que assinalou o 70º aniversário do Conselho Central de Judeus no país, realizada terça-feira, 15 de setembro, em Berlim, Merkel assumiu que, “apesar do florescimento do povo judeu” na Alemanha, os judeus nunca deixaram de ser objeto de discriminação.

Celebração ecuménica em Berlim assinalou 75 anos do fim da II Guerra Mundial

Celebração ecuménica em Berlim assinalou 75 anos do fim da II Guerra Mundial

A Catedral de Berlim acolheu esta sexta-feira uma celebração particularmente especial: para assinalar o 75º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial e da libertação do regime nazi, os representantes das diferentes confissões religiosas na Alemanha uniram-se numa oração pela paz, de onde saiu um desejo comum: “nunca desistir da reconciliação.”

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