Chama-se Smart Religion, é uma aplicação desenvolvida pela Comissão de Assuntos Étnicos e Religiosos da província de Henan (China), e passou a ser obrigatório usá-la para poder participar em celebrações religiosas naquela região. A ONG cristã ChinaAid, com sede nos Estados Unidos da América, denunciou esta semana a situação e alerta para o facto de este ser mais um passo no cerceamento da liberdade religiosa no país.











