Para os que, como nós, temos um burro no Presépio a aquecer o Menino e outro que carrega Jesus na sua entrada pascal em Jerusalém, este é um filme muito sugestivo e simbólico. Falo de EO (uma onomatopeia correspondente ao nosso hi hon), o último filme-metáfora-fábula de Jerzy Skolimowski. Como alguém escreveu, “é um filme para ser visto, não para ser contado”.












