AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

“Paraíso” de Sérgio Tréfaut encantou em tarde quente

Festival de Melgaço

“Paraíso” de Sérgio Tréfaut encantou em tarde quente

É quase em clima “non stop” que decorre mais uma edição do MDOC/Festival Internacional de Documentário de Melgaço: quatro filmes em média, mais as manifestações paralelas, exposições, cursos Fora de Campo, Plano Frontal, residências artísticas. Como a temperatura é escaldante e, em alguns dias, chega a rondar 40 graus, a maioria dos participantes, vindos de várias geografias, opta pela sala climatizada da Casa da Cultura e, por lá fica, a apreciar filmes atrás de filmes pelo prazer da viagem e descoberta.

Melgaço com 32 filmes e tributo a Jean-Loup Passek

Festival de documentário

Melgaço com 32 filmes e tributo a Jean-Loup Passek

Não é uma “Viagem ao Princípio do Mundo” (Oliveira) antes uma “Peregrinação Exemplar” (Bresson) ao MDOC/Festival Internacional de Documentário de Melgaço, com exibição de 32 filmes de 12 países, exposições, debates, cursos de Verão, residências cinematográficas e, nesta oitava edição, “X-RayDoc”.

Cinema do passado e com futuro

Curtas de Vila do Conde

Cinema do passado e com futuro

Num festival com mais Saudade do Futuro e menos virado ao passado – pese embora o cinema datado seja fundamental para o conhecimento e identidade de um país –, o Curtas resolveu, e bem, mostrar algumas películas da “arqueologia do cinema” produzidas no início do séc. XX e cujas cópias em diferentes formatos analógicos foram depositadas na Cinemateca Portuguesa/Museu do Cinema.

“Um filme não é a reprodução de um lugar, mas a produção de um olhar”

Curtas de Vila do Conde

“Um filme não é a reprodução de um lugar, mas a produção de um olhar”

Um silêncio gélido atravessou a sala quando começou Noite e Nevoeiro (1955), de Alain Resnais, cineasta, nome cimeiro do documentarismo mundial. As imagens traduzem o horror do extermínio nazi e uma voz off vai relatando a barbárie de milhões de judeus em Auschwitz e Majdanek. A guerra terminou em 1945, ou seja, 10 anos antes de Resnais produzir o filme e as imagens de rostos esqueléticos à beira da morte terem sido recolhidas pelos repórteres de guerra dos exércitos aliados após a libertação dos campos. E, no entanto, após a barbárie, será que o tempo varreu tudo e já só resta a memória?

Luz e negrume

Luz e negrume

As obras de Pedro Costa, cineasta, Rui Chafes, escultor, e Paulo Nozolino, fotógrafo, e de Simon Hantaï, artista plástico, estão expostas em Paris, respectivamente no Centre Georges Pompidou e na Fundação Louis Vitton. Um autor, identificado como Anonymous, estabelece com elas um diálogo em dois poemas traduzidos por João Paulo Costa, investigador na área de filosofia e autor de À sombra do invisível (Documenta, 2020).

O peso de uma aliança

"Colmeia", filme kosovar

O peso de uma aliança

Em tempo de Páscoa e nestes dias ainda violentos da guerra na Ucrânia, quando tantas mulheres tiveram de fugir com os filhos, deixando os seus maridos, foi uma verdadeira graça ver o filme Colmeia, da realizadora kosovar Bertha Basholli.

“Paraíso” de Sérgio Tréfaut encantou em tarde quente

Festival de Melgaço

“Paraíso” de Sérgio Tréfaut encantou em tarde quente

É quase em clima “non stop” que decorre mais uma edição do MDOC/Festival Internacional de Documentário de Melgaço: quatro filmes em média, mais as manifestações paralelas, exposições, cursos Fora de Campo, Plano Frontal, residências artísticas. Como a temperatura é escaldante e, em alguns dias, chega a rondar 40 graus, a maioria dos participantes, vindos de várias geografias, opta pela sala climatizada da Casa da Cultura e, por lá fica, a apreciar filmes atrás de filmes pelo prazer da viagem e descoberta.

Melgaço com 32 filmes e tributo a Jean-Loup Passek

Festival de documentário

Melgaço com 32 filmes e tributo a Jean-Loup Passek

Não é uma “Viagem ao Princípio do Mundo” (Oliveira) antes uma “Peregrinação Exemplar” (Bresson) ao MDOC/Festival Internacional de Documentário de Melgaço, com exibição de 32 filmes de 12 países, exposições, debates, cursos de Verão, residências cinematográficas e, nesta oitava edição, “X-RayDoc”.

Cinema do passado e com futuro

Curtas de Vila do Conde

Cinema do passado e com futuro

Num festival com mais Saudade do Futuro e menos virado ao passado – pese embora o cinema datado seja fundamental para o conhecimento e identidade de um país –, o Curtas resolveu, e bem, mostrar algumas películas da “arqueologia do cinema” produzidas no início do séc. XX e cujas cópias em diferentes formatos analógicos foram depositadas na Cinemateca Portuguesa/Museu do Cinema.

“Um filme não é a reprodução de um lugar, mas a produção de um olhar”

Curtas de Vila do Conde

“Um filme não é a reprodução de um lugar, mas a produção de um olhar”

Um silêncio gélido atravessou a sala quando começou Noite e Nevoeiro (1955), de Alain Resnais, cineasta, nome cimeiro do documentarismo mundial. As imagens traduzem o horror do extermínio nazi e uma voz off vai relatando a barbárie de milhões de judeus em Auschwitz e Majdanek. A guerra terminou em 1945, ou seja, 10 anos antes de Resnais produzir o filme e as imagens de rostos esqueléticos à beira da morte terem sido recolhidas pelos repórteres de guerra dos exércitos aliados após a libertação dos campos. E, no entanto, após a barbárie, será que o tempo varreu tudo e já só resta a memória?

Luz e negrume

Luz e negrume

As obras de Pedro Costa, cineasta, Rui Chafes, escultor, e Paulo Nozolino, fotógrafo, e de Simon Hantaï, artista plástico, estão expostas em Paris, respectivamente no Centre Georges Pompidou e na Fundação Louis Vitton. Um autor, identificado como Anonymous, estabelece com elas um diálogo em dois poemas traduzidos por João Paulo Costa, investigador na área de filosofia e autor de À sombra do invisível (Documenta, 2020).

O peso de uma aliança

"Colmeia", filme kosovar

O peso de uma aliança

Em tempo de Páscoa e nestes dias ainda violentos da guerra na Ucrânia, quando tantas mulheres tiveram de fugir com os filhos, deixando os seus maridos, foi uma verdadeira graça ver o filme Colmeia, da realizadora kosovar Bertha Basholli.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Pai Telmo: homem de testemunho eloquente

Evocação

Pai Telmo: homem de testemunho eloquente

A morte e a noite caíram sobre nós demasiado depressa com a notícia do falecimento de Pai Telmo. Os seus 100 anos foram um sopro veloz que não deixou ninguém indiferente e a sua dedicação à Igreja dos mais pobres uma brisa que suavizou muitas dores. [Texto de padre José Alfredo].

Identidade e missão do professor de EMRC na escola

Ensaio

Identidade e missão do professor de EMRC na escola

A identidade e a missão do professor de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) na escola pode ser vista sob múltiplos pontos de vista; porém, desejo fazê-lo a partir de três palavras ou pilares que considero substanciais. Estruturo esta reflexão a partir do “habitar-se”, do “habitar com” e do “habitar o ainda não”. [Texto de Adriano Batista, intervenção no Simpósio sobre a Educação e Escola em Portugal].

As cápsulas

[Sete Partidas]

As cápsulas

No radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.