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Gulbenkian propõe “O Fascínio das Histórias” e das questões da mortalidade, da humanidade e da opressão

Gulbenkian propõe “O Fascínio das Histórias” e das questões da mortalidade, da humanidade e da opressão

“Um dia dedicado às histórias, às ficções, nas suas mais diversas formas”, é a ideia de “O Fascínio das Histórias”, que a Fundação Calouste Gulbenkian organiza entre as 12h deste sábado, 26 de outubro, e as 0h30 de domingo. No programa, várias obras cinematográficas colocarão a questão da relação da humanidade com as máquinas, da mortalidade ou da liberdade e do lugar do pensamento.

O quarto de brinquedos que é espelho do mundo

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Toy Story/4 é uma metáfora da Humanidade que vale a pena ver devagar. Foram vários os críticos que não tiveram pudor em enunciar todas as lições de vida que tinham aprendido com este(s) filme(s).

Três rostos para a liberdade

Três rostos para a liberdade

De facto, para quem o sabe fazer, o cinema é mesmo uma arte muito simples: basta uma câmara, um ponto de partida e pessoas que se vão cruzando e dialogando. E temos um filme, quase sempre um magnífico filme. Vem isto a propósito do último trabalho do iraniano Jafar Panahi: Três Rostos.

Festa de Maria Madalena: um filme para dar lugar às mulheres

Festa de Maria Madalena: um filme para dar lugar às mulheres

A intenção do autor é dar lugar às mulheres. Não restam dúvidas, fazendo uma leitura atenta dos quatro Evangelhos que Jesus lhes dá o primeiro lugar. A elas, anuncia-lhes quem é Ele, verdadeiramente. Companheiras de Cristo, continuarão a sua missão, juntamente com os homens. Anunciando, tal como eles, a Paixão e a Ressurreição de Jesus Cristo; curando, baptizando em nome do Senhor. Tornando-se diáconos. Sabe-se, está escrito. Mas, nos Actos dos Apóstolos, elas desaparecem sem deixar rasto.

Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos

Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos

Não, não vamos ser todos índios, mas temos muito a aprender com eles. Por isso, Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos é muito mais que um filme.

Quantas viagens são precisas para se chegar a casa?

Quantas viagens são precisas para se chegar a casa?

Digo, desde já, com a maior parte dos cinéfilos, que este é um filme extraordinário, um dos melhores de Clint Eastwood, talvez o ‘canto do cisne’ da sua magnífica filmografia, como actor e realizador.

Agnès Varda, cineasta “marcada pela liberdade de expressão”

Agnès Varda, cineasta “marcada pela liberdade de expressão”

A realizadora Agnès Varda, que morreu sexta-feira, 29 de março, era uma cineasta marcada pela “liberdade de expressão”. Foi desse modo que L’Osservatore Romano, jornal oficial do Vaticano, prestou a sua homenagem à cineasta, uma das fundadoras da nouvelle vague, uma das correntes fundamentais do cinema francês e mundial, da década de 1960.

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