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Deixem Deus (e o mundo) em paz

[À Margem]

Deixem Deus (e o mundo) em paz

“É urgente questionar este sequestro da fé. Se as religiões defendem a paz, como podem ser o combustível da guerra? Como pode Deus estar presente nos discursos de ódio e nas estratégias de bombardeamento? O Bem não virá de quem se diz escolhido por forças divinas para destruir o outro, mas de quem tem a coragem humana de baixar as armas e deixar, finalmente, Deus e o mundo em paz.”

Deixem Deus (e o mundo) em paz

[À Margem]

Pode a fé exprimir-se num voto?

“Não seria mau que, em Portugal, tal como nos EUA, o fator religioso fosse relevante na escolha do novo Presidente. Mas só se aqui o voto dos cristãos – e já agora dos judeus, muçulmanos, bahá’ís, budistas ou outros – fosse coerente com aquilo que a sua religião defende.”

Três livros ilustrados que não são de Natal, mas podem muito bem ser o presente ideal

[O papel das estórias]

Três livros ilustrados que não são de Natal, mas podem muito bem ser o presente ideal

São completamente diferentes, mas talvez se lhes possa aplicar aquele verso da canção do Rui Veloso: “muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa”. Referimo-nos a três livros ilustrados, todos eles recém-lançados, e que falam – cada um à sua maneira – de esperança, fé e bondade. Por isso mesmo, e apesar de nenhum deles ser sobre o Natal, podem muito bem ser o presente ideal.

Deixem Deus (e o mundo) em paz

A encíclica por ler, a pergunta de Deus e as praias desaparecidas

Como católica que frequenta a igreja quase todos os domingos, não me recordo de ouvir um único padre mencionar a encíclica “Laudato Si’” em nenhuma homilia ao longo dos últimos dez anos. Passados dez anos da sua publicação, quantos de nós não a terão sequer lido ainda?

Deixem Deus (e o mundo) em paz

À Margem

Jovens padres com prioridades antigas?

Os resultados de um estudo conduzido junto de padres dos EUA, que acaba de ser divulgado pela Universidade Católica da América são, no mínimo, curiosos. Ou talvez o adjetivo mais correto seja “preocupantes”.

Deixem Deus (e o mundo) em paz

Uma câmara obscena? Temos de falar sobre o corpo de Carlo Acutis

“Bem sei que Carlo Acutis é o primeiro santo ‘millenial’, e que era fã de novas tecnologias. Muitos chamam-lhe o apóstolo da Internet, mas ainda assim questiono: usar essa mesma Internet para expor assim o seu corpo não será demais?”

Deixem Deus (e o mundo) em paz

[À Margem]

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[À Margem]

Pode a fé exprimir-se num voto?

“Não seria mau que, em Portugal, tal como nos EUA, o fator religioso fosse relevante na escolha do novo Presidente. Mas só se aqui o voto dos cristãos – e já agora dos judeus, muçulmanos, bahá’ís, budistas ou outros – fosse coerente com aquilo que a sua religião defende.”

Três livros ilustrados que não são de Natal, mas podem muito bem ser o presente ideal

[O papel das estórias]

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São completamente diferentes, mas talvez se lhes possa aplicar aquele verso da canção do Rui Veloso: “muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa”. Referimo-nos a três livros ilustrados, todos eles recém-lançados, e que falam – cada um à sua maneira – de esperança, fé e bondade. Por isso mesmo, e apesar de nenhum deles ser sobre o Natal, podem muito bem ser o presente ideal.

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Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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