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Que seja um Natal sem descontos incríveis para todos nós

Afinal, há vizinhos em Israel e em Gaza

Não compreendo – não posso compreender – o que se passa no Médio Oriente. Não ouso tomar partidos, não tenho a solução para o conflito. Mas ouso achar que compreendi as palavras de um jovem judeu israelita e que vislumbrei nelas um caminho para a paz. Um caminho a ser traçado pela nova geração e pelo diálogo inter-religioso.

Direito à festa, direito à esperança

Direito à festa, direito à esperança

Quatro anos e meio depois do anúncio oficial da sua realização em Lisboa (e com um adiamento por um ano, por causa da pandemia), aí está a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), com a festa, a cor, o ritmo, o encontro, a alegria e os sonhos das gerações mais novas – neste caso, daquelas que se identificam com o catolicismo.

“Pressa” e uma “imensa alegria” entre os voluntários da JMJ,  nos últimos dias antes do grande encontro com o Papa

Reportagem na sede em Lisboa

“Pressa” e uma “imensa alegria” entre os voluntários da JMJ, nos últimos dias antes do grande encontro com o Papa

A menos de uma semana do início da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a sede do Comité Organizador Local, em Lisboa, fervilha de vida. Passam poucos minutos das nove da manhã e já há voluntários por todo o lado: uns carregam caixas pelos corredores do antigo edifício militar, outros deambulam ao telefone dando indicações a quem está do outro lado da linha (e possivelmente do mundo!), muitos estão ao computador nas inúmeras salas atribuídas às diferentes equipas, vários reúnem para acertar últimos pormenores. Lá fora, ouve-se um a trautear o hino da Jornada: “Há pressa no ar…”. E há pressa, literalmente, que a Jornada está quase aí. Mas, mais do que pressa ou ansiedade, o que estes voluntários sentem é “uma imensa alegria”, por poderem contribuir para algo “que vai mudar a vida de um milhão de jovens”, para melhor.

“Queríamos que o seminário fosse uma casa aberta à cidade”

Entrevista ao reitor do Seminário de Coimbra

“Queríamos que o seminário fosse uma casa aberta à cidade”

Pode um seminário ter vida quase três séculos após o início da sua construção? Acolher concertos, exposições, apresentações de livros, reuniões empresariais? Ter tanta gente nas missas de domingo que não caibam na igreja e se torne necessário celebrar nos seus jardins? E ainda ser um dos “spots” preferidos dos adolescentes da cidade para tirar fotos que de imediato “postam” com orgulho no seu perfil de Instagram? A resposta seria absolutamente negativa, não fosse o Seminário Maior de Coimbra a exceção que confirma a regra.

Alice Vieira: “Devia haver uma disciplina de Religião obrigatória”

Jornalista e escritora em entrevista

Alice Vieira: “Devia haver uma disciplina de Religião obrigatória”

Em entrevista ao 7MARGENS, a jornalista e escritora Alice Vieira recordou a sua descoberta da religião (já no liceu e sem que os pais, ateus, suspeitassem), a primeira Bíblia que recebeu (do homem com quem viria a casar), o primeiro presépio que fez (quando já tinham filhos) e a sua conversão ao catolicismo (cuja responsabilidade atribui a um grande amigo de quem sente muitas saudades: o cardeal Tolentino Mendonça). Esta quinta-feira, 25 de maio, e nos próximos dias 27 e 28, estará a dar autógrafos na Feira do Livro de Lisboa.

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