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Infâncias infelizes e fragilidades psicológicas

[Entre Margens]

Infâncias infelizes e fragilidades psicológicas

Não costumo ler as crónicas do Rodrigo Guedes de Carvalho no Expresso. Li vezes que bastassem para perceber que não gosto do estilo e sei que ao dizê-lo estou a quebrar uma regra de ouro para a sobrevivência em Portugal: “Nunca critiques alguém que esteja acima de ti nos patamares da hierarquia do bom-sucesso (…). [Texto de Ana Sofia Brito].

Não nos deixemos distrair

[Sete Partidas]

Não nos deixemos distrair

“Milhões de crianças neste mundo são simplesmente sujeitas à desgraça, à nascença. Repitamos: não têm escolha. Nem vez. Nem voz. Apenas a fatalidade de ter nascido no lugar errado, no momento errado da história. Porque os há. Não nos deixemos iludir.” [Texto de Luís Castanheira Pinto]

Uma “pausa de luz” na Pediatria do IPO de Lisboa

Livro

Uma “pausa de luz” na Pediatria do IPO de Lisboa

Como criar uma história com a leveza de um abraço? Foi a pergunta que o padre Custódio Langane se fez quando pensou em escrever um livro sobre aquela que tem sido a sua experiência como capelão no IPO de Lisboa. Eis uma das histórias que o compõem.

Alienação parental, falsas memórias e erro judiciário

[Entre Margens]

Alienação parental, falsas memórias e erro judiciário

A Alienação Parental (AP[1]) não é um ato isolado, mas um processo que pode culminar em formas severas de abuso psicológico. Num extremo, o progenitor alienador não se limita a denegrir a figura do outro, mas manipula e reconstrói a narrativa da criança (filho ou filha), levando-a a acreditar e a verbalizar vivências traumáticas que nunca ocorreram ou a lembrar-se delas de forma totalmente distorcida. [Texto de Margarida Cordo9.

Infâncias infelizes e fragilidades psicológicas

[Entre Margens]

Isac

“Isac, tu hás de conhecer um amor assim, de afetos e cuidados sem porquês, e vais entender os vínculos que se estendem de gesto em gesto, livro em livro, filme em filme.” [Um texto de Ana Sofia Brito]

“Porque tudo o que Ele faz é por Amor”

[Entre Margens]

“Porque tudo o que Ele faz é por Amor”

«Nos dias que correm, nos quais cada vez mais assistimos a discursos de ódio e de punição, que se baseiam na “pedagogia do medo”, acreditamos que é importante esclarecer as crianças (e, a bem da verdade, toda a gente) de que essa imagem não corresponde ao nosso Deus.» – Uma reflexão de Daniela e Nuno Trindade

Regresso ao Natal

[Entre Margens]

Regresso ao Natal

Aos cinco anos, a minha filha viveu consciente o seu primeiro Natal. Consciente, porque foi o Natal em que fez perguntas recorrentes sobre essa data festiva. A primeira coisa que lhe chamou a atenção foi o movimento crescente no comércio. Nesse dia fui surpreendida pela sua aguçada atenção ao que se passava em redor: – Mamã, porque estão as pessoas a comprar tantos presentes? [Texto de Aldora Amaral].

Infâncias infelizes e fragilidades psicológicas

[Entre Margens]

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Não costumo ler as crónicas do Rodrigo Guedes de Carvalho no Expresso. Li vezes que bastassem para perceber que não gosto do estilo e sei que ao dizê-lo estou a quebrar uma regra de ouro para a sobrevivência em Portugal: “Nunca critiques alguém que esteja acima de ti nos patamares da hierarquia do bom-sucesso (…). [Texto de Ana Sofia Brito].

Não nos deixemos distrair

[Sete Partidas]

Não nos deixemos distrair

“Milhões de crianças neste mundo são simplesmente sujeitas à desgraça, à nascença. Repitamos: não têm escolha. Nem vez. Nem voz. Apenas a fatalidade de ter nascido no lugar errado, no momento errado da história. Porque os há. Não nos deixemos iludir.” [Texto de Luís Castanheira Pinto]

Uma “pausa de luz” na Pediatria do IPO de Lisboa

Livro

Uma “pausa de luz” na Pediatria do IPO de Lisboa

Como criar uma história com a leveza de um abraço? Foi a pergunta que o padre Custódio Langane se fez quando pensou em escrever um livro sobre aquela que tem sido a sua experiência como capelão no IPO de Lisboa. Eis uma das histórias que o compõem.

Alienação parental, falsas memórias e erro judiciário

[Entre Margens]

Alienação parental, falsas memórias e erro judiciário

A Alienação Parental (AP[1]) não é um ato isolado, mas um processo que pode culminar em formas severas de abuso psicológico. Num extremo, o progenitor alienador não se limita a denegrir a figura do outro, mas manipula e reconstrói a narrativa da criança (filho ou filha), levando-a a acreditar e a verbalizar vivências traumáticas que nunca ocorreram ou a lembrar-se delas de forma totalmente distorcida. [Texto de Margarida Cordo9.

Infâncias infelizes e fragilidades psicológicas

[Entre Margens]

Isac

“Isac, tu hás de conhecer um amor assim, de afetos e cuidados sem porquês, e vais entender os vínculos que se estendem de gesto em gesto, livro em livro, filme em filme.” [Um texto de Ana Sofia Brito]

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«Nos dias que correm, nos quais cada vez mais assistimos a discursos de ódio e de punição, que se baseiam na “pedagogia do medo”, acreditamos que é importante esclarecer as crianças (e, a bem da verdade, toda a gente) de que essa imagem não corresponde ao nosso Deus.» – Uma reflexão de Daniela e Nuno Trindade

Regresso ao Natal

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Regresso ao Natal

Aos cinco anos, a minha filha viveu consciente o seu primeiro Natal. Consciente, porque foi o Natal em que fez perguntas recorrentes sobre essa data festiva. A primeira coisa que lhe chamou a atenção foi o movimento crescente no comércio. Nesse dia fui surpreendida pela sua aguçada atenção ao que se passava em redor: – Mamã, porque estão as pessoas a comprar tantos presentes? [Texto de Aldora Amaral].

Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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