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Francisco na Disney: Outra forma de JMJ?

[Olhar de teóloga]

Francisco na Disney: Outra forma de JMJ?

Confusa e assustada com o selo que o Vaticano, com uma grande falta de sensibilidade, emitiu sobre a JMJ de Lisboa e que, felizmente, foi retirado, vejo que poderia ser necessária outra forma de JMJ. Com um pouco de imaginação e criatividade seria possível ir reformando uma estrutura que não mudou desde que foi criada em 1984. O mundo e os seus habitantes mudaram muito desde então. Os jovens especialmente.

O perdão não substitui a justiça

[O flagelo que não acaba (IX)]

O perdão não substitui a justiça

Gostaria muito que este pudesse ser verdadeiramente o último artigo dedicado ao flagelo que não acaba, os abusos na Igreja. Como temo que, infelizmente, não poderá ser assim, não quero colocar (fim) e deixo em aberto a possibilidade de poder retomar a série. Vou-me referir ao perdão e à reconciliação em geral na Igreja, porque nos faz muita falta.

Sensibilidade e bom senso

[O flagelo que não acaba (VIII)]

Sensibilidade e bom senso

Pessoas perfeitas? Felizmente elas não existem na vida porque isso nos faria deuses. Ninguém nasce sabendo tudo; porém, nascemos com a capacidade de aprender e aquilo que não podemos aprender ou que nos causa dúvidas podemos perguntar. (Opinião de Cristina Inogés Sanz, teóloga)

Falamos de abusos na vida religiosa?

[O flagelo que não acaba – VII]

Falamos de abusos na vida religiosa?

Só porque algo não é falado não significa que não exista. A cultura da impunidade não só nasceu e se instalou nos seminários, como também estendeu os seus tentáculos à vida religiosa. Não deve surpreender-nos porque o abuso de poder impregnou todas e cada uma das estruturas da Igreja, e a vida religiosa é uma delas. (Crónica de Cristina Inogés Sanz)

Onde estão as associações pró-vida?

[O flagelo que não acaba – VI]

Onde estão as associações pró-vida?

  Pode ser estranho perguntar onde estão as associações pró-vida na realidade dos abusos porque, estando tão preocupadas em defender a dignidade do início e do fim da vida, parece não se preocuparem muito com o que acontece entre esses dois pontos da existência...

Abusos sexuais: Blasfémia!

[O flagelo que não acaba (V)]

Abusos sexuais: Blasfémia!

A realidade nauseabunda dos abusos, o flagelo que não acaba, não é um problema português, nem italiano, nem francês, nem espanhol. É um problema da Igreja, de toda ela e, portanto, de todos nós que nos consideramos Igreja. Porque, embora não gostemos de o reconhecer, a nossa Igreja está podre até à raiz. (Crónica de Cristina Inogés Sanz, teóloga e integra a comissão metodológica do Sínodo dos Bispos católicos).

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O perdão não substitui a justiça

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O perdão não substitui a justiça

Gostaria muito que este pudesse ser verdadeiramente o último artigo dedicado ao flagelo que não acaba, os abusos na Igreja. Como temo que, infelizmente, não poderá ser assim, não quero colocar (fim) e deixo em aberto a possibilidade de poder retomar a série. Vou-me referir ao perdão e à reconciliação em geral na Igreja, porque nos faz muita falta.

Sensibilidade e bom senso

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Pessoas perfeitas? Felizmente elas não existem na vida porque isso nos faria deuses. Ninguém nasce sabendo tudo; porém, nascemos com a capacidade de aprender e aquilo que não podemos aprender ou que nos causa dúvidas podemos perguntar. (Opinião de Cristina Inogés Sanz, teóloga)

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Só porque algo não é falado não significa que não exista. A cultura da impunidade não só nasceu e se instalou nos seminários, como também estendeu os seus tentáculos à vida religiosa. Não deve surpreender-nos porque o abuso de poder impregnou todas e cada uma das estruturas da Igreja, e a vida religiosa é uma delas. (Crónica de Cristina Inogés Sanz)

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A caminho de novas “demandas”

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