O último caso tarda em chegar. Também sei que será difícil que venhamos a ver o último caso. É mais um desejo, quase uma utopia, do que uma realidade que possa acontecer.
[O flagelo que não acaba – IV]
Rupnik e Anatrella: Um antes e um depois na realidade dos abusos?O último caso tarda em chegar. Também sei que será difícil que venhamos a ver o último caso. É mais um desejo, quase uma utopia, do que uma realidade que possa acontecer.
Segunda parte da entrevista ao 7Margens
Cristina Inogés Sanz: O abuso de poder é a raiz de todos os outros, incluindo o abuso sexualO abuso de poder é a raiz e o tronco a partir do qual saem os ramos de todos os outros que conhecemos, diz a teóloga espanhola Cristina Inogés Sanz. Nesta segunda parte da entrevista ao 7MARGENS, aborda-se a formação afectiva do clero e da relação com as mulheres, o acolhimento de pessoas LGBTI, o Sínodo e o que se espera do Papa, depois da morte de Ratzinger.
Teóloga do Sínodo católico fala ao 7M
Cristina Inogés Sanz: É preciso ser criativo para alargar o lugar da mulher na Igreja“O lugar da mulher na Igreja, que é dado pelo baptismo, permite-nos ser tão criativos” como foram os primeiros cristãos na adaptação que fizeram do credo, para serem ouvidos pelos gregos e romanos. A ideia é de Cristina Inogés Sanz, teóloga espanhola que integra a comissão metodológica do sínodo católico. “E isso não irá destruir os fundamentos do cristianismo. Pelo contrário, permitirá que esteja mais presente no mundo real”, defende, nesta entrevista ao 7Margens.
[O flagelo que não acaba – iii]
Nem tudo é abuso sexual (há mais)O abuso de poder, temo-lo repetido e continuaremos a insistir nisso, é a origem de todas as outras formas de abuso na Igreja. O abuso de poder é a principal fonte da maldade moral e da corrupção moral. É o uso pervertido e ilegítimo do poder para fazer dano a alguém.
[O flagelo que não acaba] (ii)
Algumas características do perfil dos abusadores (e dos encobridores)Alguns podem não gostar, provavelmente muitos, mas sim, há um perfil de abusadores na Igreja regido por um padrão de comportamento: abusar do poder que foi concedido a uma pessoa. É importante ter isto em consideração porque não estamos a falar apenas de abusos sexuais, mas de todo o tipo de abusos que irei comentar.
[Olhar de teóloga]
De pastoral para pastoralEstamos de parabéns! Terminou a fase diocesana do Sínodo, mas não o Sínodo em si, e começamos o caminho com tudo fresco na cabeça. Aquilo que dissemos nos grupos e que foi recolhido nas sínteses diocesanas e nacionais está disponível para refrescar a memória. A nossa voz soou clara, com conteúdo e força.
[O flagelo que não acaba (i)]
A origem distante e próxima dos abusos na IgrejaComeço com este uma série de artigos sob o título genérico de “O flagelo que não acaba”, dedicados à realidade dos abusos na Igreja. Abusos sem especificações, porque acontecem de diferentes formas, e todos têm uma origem comum: o abuso de poder.
[Olhar de teóloga]
Alma de pobres (II)Continuo com a reflexão a partir de As Sandálias do Pescador, de Morris West. Fico agora com a figura de David Telemond, o sacerdote que Kiril escolhe como secretário, apesar da sua obra teológica estar a ser submetida a revisão. Por certo, Kiril não favorecerá David Telemond quando chegar a rejeição da sua obra por parte da então Congregação para a Doutrina da Fé.
[O flagelo que não acaba – IV]
Rupnik e Anatrella: Um antes e um depois na realidade dos abusos?O último caso tarda em chegar. Também sei que será difícil que venhamos a ver o último caso. É mais um desejo, quase uma utopia, do que uma realidade que possa acontecer.
Segunda parte da entrevista ao 7Margens
Cristina Inogés Sanz: O abuso de poder é a raiz de todos os outros, incluindo o abuso sexualO abuso de poder é a raiz e o tronco a partir do qual saem os ramos de todos os outros que conhecemos, diz a teóloga espanhola Cristina Inogés Sanz. Nesta segunda parte da entrevista ao 7MARGENS, aborda-se a formação afectiva do clero e da relação com as mulheres, o acolhimento de pessoas LGBTI, o Sínodo e o que se espera do Papa, depois da morte de Ratzinger.
Teóloga do Sínodo católico fala ao 7M
Cristina Inogés Sanz: É preciso ser criativo para alargar o lugar da mulher na Igreja“O lugar da mulher na Igreja, que é dado pelo baptismo, permite-nos ser tão criativos” como foram os primeiros cristãos na adaptação que fizeram do credo, para serem ouvidos pelos gregos e romanos. A ideia é de Cristina Inogés Sanz, teóloga espanhola que integra a comissão metodológica do sínodo católico. “E isso não irá destruir os fundamentos do cristianismo. Pelo contrário, permitirá que esteja mais presente no mundo real”, defende, nesta entrevista ao 7Margens.
[O flagelo que não acaba – iii]
Nem tudo é abuso sexual (há mais)O abuso de poder, temo-lo repetido e continuaremos a insistir nisso, é a origem de todas as outras formas de abuso na Igreja. O abuso de poder é a principal fonte da maldade moral e da corrupção moral. É o uso pervertido e ilegítimo do poder para fazer dano a alguém.
[O flagelo que não acaba] (ii)
Algumas características do perfil dos abusadores (e dos encobridores)Alguns podem não gostar, provavelmente muitos, mas sim, há um perfil de abusadores na Igreja regido por um padrão de comportamento: abusar do poder que foi concedido a uma pessoa. É importante ter isto em consideração porque não estamos a falar apenas de abusos sexuais, mas de todo o tipo de abusos que irei comentar.
[Olhar de teóloga]
De pastoral para pastoralEstamos de parabéns! Terminou a fase diocesana do Sínodo, mas não o Sínodo em si, e começamos o caminho com tudo fresco na cabeça. Aquilo que dissemos nos grupos e que foi recolhido nas sínteses diocesanas e nacionais está disponível para refrescar a memória. A nossa voz soou clara, com conteúdo e força.
[O flagelo que não acaba (i)]
A origem distante e próxima dos abusos na IgrejaComeço com este uma série de artigos sob o título genérico de “O flagelo que não acaba”, dedicados à realidade dos abusos na Igreja. Abusos sem especificações, porque acontecem de diferentes formas, e todos têm uma origem comum: o abuso de poder.
[Olhar de teóloga]
Alma de pobres (II)Continuo com a reflexão a partir de As Sandálias do Pescador, de Morris West. Fico agora com a figura de David Telemond, o sacerdote que Kiril escolhe como secretário, apesar da sua obra teológica estar a ser submetida a revisão. Por certo, Kiril não favorecerá David Telemond quando chegar a rejeição da sua obra por parte da então Congregação para a Doutrina da Fé.
No Movimento do Graal, tanto em Portugal como no âmbito internacional, a palavra “demanda” é estruturante para estarmos sintonizadas numa busca espiritual contínua e ativa “dos mistérios insondáveis de Deus”. Mesmo estando longe das pessoas com quem partilhei mais vivências nesta procura, sobretudo em Portugal, a dinâmica sobrevive e encontra sentido em novos contextos. [Texto de Marijke de Koning]
Conferência europeia
Sinodalidade exige modos mais claros de consulta e participação na tomada de decisõesO batismo, a escuta, os relacionamentos e uma nova cultura de liderança estiveram no centro da Conferência Europeia sobre Sinodalidade, que reuniu, entre 14 e 17 de setembro, em Wels, na Áustria, 187 participantes de 31 países europeus, entre os quais quatro representantes da Equipa Sinodal da Conferência Episcopal Portuguesa.
Com transmissão televisiva
Vitorino Soares, novo bispo do Algarve, toma posse este sábadoVitorino Soares toma posse como bispo do Algarve este sábado, 19 de setembro, em cerimónia a realizar na Sé Catedral de Faro que será transmitida, a partir das 11h30, no canal de Youtube da diocese e no canal de televisão Canção Nova.
Desde 2001
“Um novo século de martírio”: Vaticano registou mais de 1.700 cristãos mortos por testemunharem a féA Comissão dos Novos Mártires – Testemunhas da Fé, criada pelo Papa Francisco em 2023, já registou mais de 1.700 cristãos mortos no século XXI, incluindo membros de Igrejas e comunidades não católicas.
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