João Rendeiro é um homem fino. Muito fino mesmo. Um finório de todo o tamanho. “Fino como um rato”, como se diz na minha terra. Vê-se no fugir (perdão: no ausentar-se…), vê-se no enganar, vê-se no mentir, vê-se no enriquecer, vê-se no gozar com a nossa cara e com a cara da justiça. Ai vê-se, vê-se. Mas agora ao longe, muito ao longe…




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