O padre Sefer Bileçen, padre Aho no nome monástico, da Igreja Siríaca Ortodoxa, ofereceu comida a um grupo que bateu à porta do seu mosteiro. O Ministério Público turco disse que o grupo era do PKK e acusa-o de prestar auxílio a uma organização terrorista, como o Governo turco considera o PKK, que reivindica há décadas a independência do Curdistão.












