“Está visto que o novo Papa tomou a paz como eixo do seu pontificado. Já está e certamente continuará a ser uma voz profética, num mundo mais sintonizado com a corrida às armas e as palavras armadas e armantes. Quem está disponível para o escutar?”
“Está visto que o novo Papa tomou a paz como eixo do seu pontificado. Já está e certamente continuará a ser uma voz profética, num mundo mais sintonizado com a corrida às armas e as palavras armadas e armantes. Quem está disponível para o escutar?”
2.500 cientistas subscrevem manifesto
“O rearmamento da Europa não preserva a paz, leva à guerra”“Como cientistas, como intelectuais, como cidadãos conscientes dos riscos globais atuais, acreditamos que é hoje uma obrigação moral e cívica de toda pessoa de boa vontade levantar a voz contra o apelo à militarização da Europa e promover o diálogo, a tolerância e a diplomacia. O rearmamento não preserva a paz; leva à guerra”.
Perante guerras, crise climática e desinformação
O apelo do Papa aos diplomatas: “Não podemos continuar indiferentes a tudo isto!”Foi um discurso mais longo do que o habitual em Francisco, mas o contexto atual assim o exige. O Papa fez questão de invocar os inúmeros confrontos armados que deflagram no mundo e as “muitas misérias do nosso tempo”.
“Se parar as guerras e conseguir a paz com justiça é uma tarefa necessária e urgente, isso não é suficiente. É preciso voltar a inscrever nas agendas públicas formas de desenvolver e concretizar culturas de paz.”
Encontro Internacional pela Paz, em Paris
Comunidade de Sant’Egidio: “Não cedemos ao falso realismo da guerra”São os “sonhadores da paz”. Três mil pessoas oriundas de várias dezenas de países inscreveram-se e lotaram o Palácio dos Congressos da capital francesa, num Encontro Internacional de três dias, organizado pela Comunidade de Sant’Egídio, que encerrou esta terça-feira, 24 de setembro.
Programa do Papa para o Jubileu 2025
Trégua global, perdão da dívida, amnistia, dinheiro para matar a fome e uma data comum para a PáscoaUma trégua global nas guerras que grassam no mundo, o perdão das dívidas dos países pobres, uma amnistia para os presos e o convite a todos os cristãos a que encontrem uma data comum para celebrar a Páscoa. É todo um programa de iniciativas o que o Papa propõe na bula de proclamação do Jubileu 2025.
Falando aos embaixadores
Papa pede que os crimes de guerra sejam reconhecidos… e prevenidosComo não podia deixar de ser, o Papa dedicou o seu discurso ao corpo diplomático acreditado junto da Santa Sé – com quem teve o seu tradicional encontro anual nesta segunda-feira, 8 de janeiro – à paz. “Num momento histórico em que a mesma está cada vez mais ameaçada, fragilizada e parcialmente perdida”, Francisco referiu os inúmeros conflitos em curso no mundo e pediu que os crimes de guerra sejam não só reconhecidos como evitados.
Vídeo de abril
“Uma paz duradoura só pode ser uma paz sem armas”, lembra o PapaNa edição de abril d’O Vídeo do Papa, Francisco pede com determinação que “desenvolvamos uma cultura da paz”, assinalando que “uma paz duradoura só pode ser uma paz sem armas”. Previamente gravado e divulgado esta quinta-feira, 30 de março, o vídeo assinala também os 60 anos da publicação da encíclica Pacem in Terris, escrita pelo Papa João XXIII, que se cumprem no próximo dia 11.
“Está visto que o novo Papa tomou a paz como eixo do seu pontificado. Já está e certamente continuará a ser uma voz profética, num mundo mais sintonizado com a corrida às armas e as palavras armadas e armantes. Quem está disponível para o escutar?”
2.500 cientistas subscrevem manifesto
“O rearmamento da Europa não preserva a paz, leva à guerra”“Como cientistas, como intelectuais, como cidadãos conscientes dos riscos globais atuais, acreditamos que é hoje uma obrigação moral e cívica de toda pessoa de boa vontade levantar a voz contra o apelo à militarização da Europa e promover o diálogo, a tolerância e a diplomacia. O rearmamento não preserva a paz; leva à guerra”.
Perante guerras, crise climática e desinformação
O apelo do Papa aos diplomatas: “Não podemos continuar indiferentes a tudo isto!”Foi um discurso mais longo do que o habitual em Francisco, mas o contexto atual assim o exige. O Papa fez questão de invocar os inúmeros confrontos armados que deflagram no mundo e as “muitas misérias do nosso tempo”.
“Se parar as guerras e conseguir a paz com justiça é uma tarefa necessária e urgente, isso não é suficiente. É preciso voltar a inscrever nas agendas públicas formas de desenvolver e concretizar culturas de paz.”
Encontro Internacional pela Paz, em Paris
Comunidade de Sant’Egidio: “Não cedemos ao falso realismo da guerra”São os “sonhadores da paz”. Três mil pessoas oriundas de várias dezenas de países inscreveram-se e lotaram o Palácio dos Congressos da capital francesa, num Encontro Internacional de três dias, organizado pela Comunidade de Sant’Egídio, que encerrou esta terça-feira, 24 de setembro.
Programa do Papa para o Jubileu 2025
Trégua global, perdão da dívida, amnistia, dinheiro para matar a fome e uma data comum para a PáscoaUma trégua global nas guerras que grassam no mundo, o perdão das dívidas dos países pobres, uma amnistia para os presos e o convite a todos os cristãos a que encontrem uma data comum para celebrar a Páscoa. É todo um programa de iniciativas o que o Papa propõe na bula de proclamação do Jubileu 2025.
Falando aos embaixadores
Papa pede que os crimes de guerra sejam reconhecidos… e prevenidosComo não podia deixar de ser, o Papa dedicou o seu discurso ao corpo diplomático acreditado junto da Santa Sé – com quem teve o seu tradicional encontro anual nesta segunda-feira, 8 de janeiro – à paz. “Num momento histórico em que a mesma está cada vez mais ameaçada, fragilizada e parcialmente perdida”, Francisco referiu os inúmeros conflitos em curso no mundo e pediu que os crimes de guerra sejam não só reconhecidos como evitados.
Vídeo de abril
“Uma paz duradoura só pode ser uma paz sem armas”, lembra o PapaNa edição de abril d’O Vídeo do Papa, Francisco pede com determinação que “desenvolvamos uma cultura da paz”, assinalando que “uma paz duradoura só pode ser uma paz sem armas”. Previamente gravado e divulgado esta quinta-feira, 30 de março, o vídeo assinala também os 60 anos da publicação da encíclica Pacem in Terris, escrita pelo Papa João XXIII, que se cumprem no próximo dia 11.
[Entre Margens]
A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber novidadeCom efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].
Mensagem da CEP
Bispos querem uma “nova era missionária” e apontam Portugal como “terra de missão” novidadeA Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) considera que o centenário do Dia Mundial das Missões, que a Igreja celebrará no próximo dia 18 de outubro, deve ser ocasião para renovar o compromisso missionário e reconhecer que a missão não acontece apenas em terras distantes.
Esta terça-feira, 7 outubro
“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidadeA Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.
[Entre Margens]
Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidadeNão sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.