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Mais de três quartos dos vacinados estão em apenas 10 países, alerta Unicef

Mais de três quartos dos vacinados estão em apenas 10 países, alerta Unicef

“Das 128 milhões de doses de vacinas [contra a covid-19] administradas até agora, mais de três quartos estão em apenas dez países, os quais representam 60% do PIB mundial. Até ao momento, em cerca de 130 países, com 2,5 mil milhões de pessoas, ainda não foi administrada uma única dose da vacina.”

Desigualdades económicas cresceram em todos os países

Desigualdades económicas cresceram em todos os países

A atual pandemia deverá determinar um inédito crescimento das desigualdades económicas em praticamente todos os países do mundo, facto que nunca tinha ocorrido desde que existem estatísticas deste tipo, ou seja, há mais de um século – revela o relatório da Oxfam O Vírus das Desigualdades, divulgado nesta segunda-feira, 25 de janeiro.

Plano de recuperação… Também social?

Plano de recuperação… Também social?

Deste modo, corre-se o risco de persistir a subalternidade dos problemas e dinamismos sociais perante a força da economia. Talvez se atenuasse, ou infletisse, a subalternidade se fosse cumprida a Constituição da República no articulado relativo aos planos de desenvolvimento económico e social (artºs. 90º.-91º.); e, melhor ainda, se fosse promovido o desenvolvimento local, a partir da freguesia e do protagonismo de cada pessoa e instituição.

Alemanha: Mulheres querem permissão para pregar nas eucaristias

Alemanha: Mulheres querem permissão para pregar nas eucaristias

A Comunidade Católica das Mulheres (KFD) da diocese de Münster, na Alemanha, enviou uma carta ao seu bispo, Felix Genn, pedindo-lhe que aprove a pregação por parte de leigos nas eucaristias, o que permitiria às mulheres assumir essa função, até agora exercida exclusivamente por diáconos e padres.

Comissão Justiça e Paz: “Perplexidade e escândalo”, os prémios no Novo Banco

Comissão Justiça e Paz: “Perplexidade e escândalo”, os prémios no Novo Banco

A Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), da Igreja Católica, considera que “causa legítima perplexidade e escândalo a notícia” de que os gestores do Novo Banco podem vir a receber prémios de dois milhões de euros. A sobrevivência desta instituição financeira “tem sido assegurada graças a avultados fundos estatais que acabam a onerar todos os contribuintes”, recorda a CNJP.

Vamos chamar os bois pelos nomes?

Vamos chamar os bois pelos nomes?

O vírus toca a todos. Dizem que é democrático e que para ele todos somos iguais, mas também nesta matéria se verifica o velho princípio orwelliano de que existem uns cidadãos mais iguais do que outros.
Helena Roseta diz que “a covid-19 é um grande revelador das desigualdades económicas, sociais, ambientais e até geracionais”. Está provado que as camadas mais pobres e excluídas da população são os mais vulneráveis à pandemia da covid-19. Os Estados Unidos atestam esta ideia de forma gritante.

Covid-19: Afinal, não estamos todos no mesmo barco e é tempo de resolver isso

Covid-19: Afinal, não estamos todos no mesmo barco e é tempo de resolver isso

“Estamos todos no mesmo barco”, disse o Papa Francisco, a propósito da pandemia de covid-19. Mas será que estamos mesmo? Talvez uma ligeira adaptação da metáfora possa ser mais fiel à realidade: estamos todos no meio da mesma tempestade, mas em barcos diferentes. Ou pelo menos é isso que sugerem os estudos que têm vindo a ser publicados e que estabelecem uma relação direta entre fatores socioeconómicos e as consequências da covid-19. Um pouco por todo o mundo, as conclusões são as mesmas: os mais pobres e marginalizados são os que mais perdem, mais adoecem e mais morrem com o novo coronavírus. Perante isto, é tempo de decidir: deixamos que as desigualdades continuem a acentuar-se, ou a esta crise vamos responder de forma diferente?

“Vidas precárias” ou os Outros. Humanos?

“Vidas precárias” ou os Outros. Humanos?

A motivação mais imediata destas reflexões foi o comentário de um dos assessores do Presidente Trump, em meados de março – cujo nome não retive –, que procurava explicar a grande percentagem de óbitos por covid-19 das pessoas afroamericanas, nos EUA.

Mais de três quartos dos vacinados estão em apenas 10 países, alerta Unicef

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“Das 128 milhões de doses de vacinas [contra a covid-19] administradas até agora, mais de três quartos estão em apenas dez países, os quais representam 60% do PIB mundial. Até ao momento, em cerca de 130 países, com 2,5 mil milhões de pessoas, ainda não foi administrada uma única dose da vacina.”

Desigualdades económicas cresceram em todos os países

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Plano de recuperação… Também social?

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“Estamos todos no mesmo barco”, disse o Papa Francisco, a propósito da pandemia de covid-19. Mas será que estamos mesmo? Talvez uma ligeira adaptação da metáfora possa ser mais fiel à realidade: estamos todos no meio da mesma tempestade, mas em barcos diferentes. Ou pelo menos é isso que sugerem os estudos que têm vindo a ser publicados e que estabelecem uma relação direta entre fatores socioeconómicos e as consequências da covid-19. Um pouco por todo o mundo, as conclusões são as mesmas: os mais pobres e marginalizados são os que mais perdem, mais adoecem e mais morrem com o novo coronavírus. Perante isto, é tempo de decidir: deixamos que as desigualdades continuem a acentuar-se, ou a esta crise vamos responder de forma diferente?

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