A vida de um professor – que digo? de um qualquer profissional de educação – é um mistério nos tempos que correm. Segundo notícia inserta no Público de 14 de Novembro [1], uma mãe de Braga, “a idólatrica” (nas imorredoiras palavras do obsceno Pacheco), certamente não libertina, processou um colégio, com o propósito aparente de colher reparação em euros por mor de acidente de seu filho menor. [Texto de João Santos].












