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Católica apresentou queixa e alunos de Moral limparam grafites racistas que apareceram em escolas de Lisboa

Católica apresentou queixa e alunos de Moral limparam grafites racistas que apareceram em escolas de Lisboa

A Universidade Católica Portuguesa (UCP) denunciou ao Ministério Público o facto de terem aparecido pintadas, nas paredes do campus de Lisboa, inscrições com carácter racista. Como reacção a um episódio semelhante, e por causa do incómodo que sentiram ao chegar à escola e deparar com os grafites, alunos da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), da Escola Eça de Queirós, decidiram tapar as inscrições com as suas suas próprias mãos.

Como os mais novos desenham o regresso às aulas

Como os mais novos desenham o regresso às aulas

Têm medo que os colegas fiquem doentes e acham que os professores são astronautas quando agora os veem de máscara. “Não sabemos quando é que estão a sorrir”, lamenta Júlia Coelho (9 anos). A distância das mesas, a separação dos irmãos nos recreios, as setas no chão, os frascos de álcool-gel e até o ecrã da televisão com os números da covid-19 aparecem desenhados.

Regresso às aulas em escolas religiosas: um tempo que pode ser “fantástico”, na confiança comum e contra o medo

Regresso às aulas em escolas religiosas: um tempo que pode ser “fantástico”, na confiança comum e contra o medo

Como se prepara uma escola para regressar à presença física? E se essa escola tiver uma matriz religiosa? Pode ser um “tempo fantástico para descobrir o que é essencial”. Todos, professores, pais e alunos “sentem que estamos no mesmo barco, uma espécie de consolo e de esperança”. É preciso “encontrar um equilíbrio com valores como a responsabilidade e o cuidado com o outro”, vividos na confiança em Deus e sem medo.

A educação não é confinável!

A educação não é confinável!

Da noite para o dia, na sequência da pandemia, do confinamento obrigatório e do encerramento das escolas, estas e os professores foram capazes de responder eficazmente à nova situação, embora de modos muito diversos. Uns mais facilmente, outros com mais dificuldades. As atividades letivas puderam prosseguir, as famílias receberam a escola e os professores em suas casas e os alunos (a grande maioria) tiveram diariamente propostas de trabalho escolar (por vezes até demasiadas e desconexas).

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Quando os meus netos eram pequenos, acompanhava-os às suas atividades desportivas. E enquanto à minha volta pais e familiares entoavam a sagrada ladainha: “Não faz mal… o importante é participar!”, eu sentia arrepios na nuca. [Texto de Júlia Costa]

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