Estou em Londres, já não me considero migrante, mas pertenço também a este país. Não foram azões económicas que me trouxeram aqui, mas apenas o forte eco do Espírito Santo para aqui servir e ministrar. [Texto de Catarina Sá Couto].
[Entre Margens]
O mercado da habitação: os da terra estão isentosEstou em Londres, já não me considero migrante, mas pertenço também a este país. Não foram azões económicas que me trouxeram aqui, mas apenas o forte eco do Espírito Santo para aqui servir e ministrar. [Texto de Catarina Sá Couto].
No Jardim do Éden, onde Deus vivia com o ser humano, homem e mulher, tendo posto tudo à sua disposição com a mais profunda hospitalidade: vejam, olhem, há aqui todas estas árvores de fruto, podem comer de todas, só não podem comer de uma: a do conhecimento do bem e do mal. Ele conhece o mundo, toda a sua complexidade, detalhes, formação, porque o criou. [Texto de Catarina Sá Couto].
Como noticiado pelo 7MARGENS, em Fevereiro deste ano o Sínodo Geral da Igreja de Inglaterra aprovou a bênção a casais do mesmo género, garantindo a salvaguarda do entendimento quanto à noção de casamento (apenas entre homem e mulher). Nesse mesmo Sínodo também foi...
Lembramos Aristides de Sousa Mendes…Como criminoso? Não, não, como herói. Embora tenha ido contra a lei e ordens superiores do Estado para salvar milhares de Judeus. Olhamos para Martin Luther King Jr. e os seus companheiros como alguém que, com as suas marchas pela Paz, interrompiam o trânsito de quem queria ir para o trabalho? Não, não, como aqueles que trouxeram a igualdade para negros e brancos. Ainda que irrompessem pelas cidades impedindo a normal rotina diária dos residentes.
Neste fim-de-semana, mais um barco, mais sonhos, mais vidas destruídas, mais famílias a chorar a morte dos seus entes queridos pela desesperada busca de paz, harmonia e subsistência, que os leva a pagar, a dar tudo o que têm em muitos casos, a contrabandistas aceitando as condições mais arriscadas em barcos de borracha rumo ao Reino Unido.
A vergonha nacional e o luto da família de Ihor Homenyuk ainda não estava ultrapassada e vivemos mais um embaraço por conta de autoridades e abuso de poder contra alguém que não nasceu português. Desta vez não por parte do SEF, mas da GNR.
O mundo chora mais uma morte de um refugiado, uma morte sem sentido, uma morte não necessária, apenas porque os países de acolhimento não garantem passagens seguras para a Europa e, neste caso, dentro da própria Europa.
Esta é a carta escrita pelos amigos de um jovem que partiu para Deus e que estão na mesma situação em que ele se encontrava: na fronteira em Calais (França), esperando a oportunidade de passar, através do Canal da Mancha (em barcos ou camiões), para o Reino Unido, para aí pedirem asilo.
Sempre sonhei acordada: como seria se eu tivesse nascido e vivido antes do 25 de Abril? O que faria, que personagem era, quem seria eu dentro de um estado onde parte das minhas liberdades, direitos e garantias eram reduzidos ou inexistentes, se não tivesse a liberdade de conversar com quem eu queria, sobre o que queria? Ou ouvir qualquer tipo de música que me agrada e me faz pensar, ler os livros que bem entendo, dar a minha opinião acerca do que me rodeia?
[Entre Margens]
O mercado da habitação: os da terra estão isentosEstou em Londres, já não me considero migrante, mas pertenço também a este país. Não foram azões económicas que me trouxeram aqui, mas apenas o forte eco do Espírito Santo para aqui servir e ministrar. [Texto de Catarina Sá Couto].
No Jardim do Éden, onde Deus vivia com o ser humano, homem e mulher, tendo posto tudo à sua disposição com a mais profunda hospitalidade: vejam, olhem, há aqui todas estas árvores de fruto, podem comer de todas, só não podem comer de uma: a do conhecimento do bem e do mal. Ele conhece o mundo, toda a sua complexidade, detalhes, formação, porque o criou. [Texto de Catarina Sá Couto].
Como noticiado pelo 7MARGENS, em Fevereiro deste ano o Sínodo Geral da Igreja de Inglaterra aprovou a bênção a casais do mesmo género, garantindo a salvaguarda do entendimento quanto à noção de casamento (apenas entre homem e mulher). Nesse mesmo Sínodo também foi...
Lembramos Aristides de Sousa Mendes…Como criminoso? Não, não, como herói. Embora tenha ido contra a lei e ordens superiores do Estado para salvar milhares de Judeus. Olhamos para Martin Luther King Jr. e os seus companheiros como alguém que, com as suas marchas pela Paz, interrompiam o trânsito de quem queria ir para o trabalho? Não, não, como aqueles que trouxeram a igualdade para negros e brancos. Ainda que irrompessem pelas cidades impedindo a normal rotina diária dos residentes.
Neste fim-de-semana, mais um barco, mais sonhos, mais vidas destruídas, mais famílias a chorar a morte dos seus entes queridos pela desesperada busca de paz, harmonia e subsistência, que os leva a pagar, a dar tudo o que têm em muitos casos, a contrabandistas aceitando as condições mais arriscadas em barcos de borracha rumo ao Reino Unido.
A vergonha nacional e o luto da família de Ihor Homenyuk ainda não estava ultrapassada e vivemos mais um embaraço por conta de autoridades e abuso de poder contra alguém que não nasceu português. Desta vez não por parte do SEF, mas da GNR.
O mundo chora mais uma morte de um refugiado, uma morte sem sentido, uma morte não necessária, apenas porque os países de acolhimento não garantem passagens seguras para a Europa e, neste caso, dentro da própria Europa.
Esta é a carta escrita pelos amigos de um jovem que partiu para Deus e que estão na mesma situação em que ele se encontrava: na fronteira em Calais (França), esperando a oportunidade de passar, através do Canal da Mancha (em barcos ou camiões), para o Reino Unido, para aí pedirem asilo.
Sempre sonhei acordada: como seria se eu tivesse nascido e vivido antes do 25 de Abril? O que faria, que personagem era, quem seria eu dentro de um estado onde parte das minhas liberdades, direitos e garantias eram reduzidos ou inexistentes, se não tivesse a liberdade de conversar com quem eu queria, sobre o que queria? Ou ouvir qualquer tipo de música que me agrada e me faz pensar, ler os livros que bem entendo, dar a minha opinião acerca do que me rodeia?
[Entre o quadro e o mundo (35)]
A igualdade de oportunidades não exige escolas iguais novidade“Estamos preparados para aceitar que uma escola pública possa ser diferente, sem que tenha de pedir desculpa por isso?” É esta a pergunta que orienta a reflexão de Luís Francisco Marques neste episódio do podcast Entre o Quadro e o Mundo, que parte da experiência da Escola da Ponte, a assinalar 50 anos de existência.
[Metáforas vivas]
Dizer adeus nunca é suficiente novidadeEste texto corresponde à homilia de domingo, 01 de novembro, [Todos os Santos – Solenidade 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de São Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
“Chuva Pacífica”
Recém-criada Aliança Inter-Religiosa pela Paz apela ao envolvimento de todos novidade“Uma única gota de chuva parece insignificante. Não pode apagar um incêndio. Não pode parar uma guerra. Não pode curar todas as feridas da história. Mas uma multidão de gotas pode humedecer a terra seca e permitir que uma nova vida brote dela. O mesmo acontece com a construção da paz”. É com esta imagem de um simples pingo de chuva que acaba de ser constituída na cidade croata de Rijeka a Aliança Mediterrânea para a Paz.
Testemunho
A floresta ensina que tudo tem o seu tempo novidadeNasci no Uganda há quase 37 anos e estou ao serviço na Missão Catrimani, localizada no coração da floresta amazónica, no Brasil. Chamo-me Bob Mulega e sou padre Missionário da Consolata desde os meus 31 anos. Quando, em 2019, cheguei à Missão Catrimani, e entrei em contacto com o povo indígena yanomami, acreditava que a missão consistia sobretudo em aprender uma nova língua, compreender a cultura do povo e anunciar o Evangelho através da presença e da convivência. ( Texto de Bob Mulega].
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