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Bênçãos para casais irregulares?

Bênçãos para casais irregulares?

Em 2021, a então Congregação para a Doutrina da Fé publicou um documento cujo objetivo era clarificar a possibilidade de abençoar casais do mesmo sexo. Numa linguagem seca, rígida, legalista e moralizante, típica da teologia romana, o documento conclui sobre a impossibilidade de a Igreja abençoar as uniões entre pessoas do mesmo sexo, uma vez que só no contexto do casamento heterossexual as relações sexuais encontram o seu “sentido natural, adequado e plenamente humano”. (Jorge Paulo).

“Não se dê bênção a uniões irregulares e do mesmo sexo”, decidem bispos de Moçambique

Nota pastoral

“Não se dê bênção a uniões irregulares e do mesmo sexo”, decidem bispos de Moçambique

Na sequência dos “questionamentos e perturbações” provocados pela declaração doutrinária Fiducia supplicans, publicada no passado dia 18 pelo Dicastério para a Doutrina da Fé, “no meio das comunidades cristãs” em Moçambique, a Conferência Episcopal do país emitiu esta quinta-feira, 28, uma nota pastoral em que exorta todos os ministros ordenados a manifestar “proximidade e acompanhamento a quem vive em uniões irregulares”, mas a não abençoar essas uniões.

Vaticano aprova “bênção espontânea” de casais do mesmo sexo e “em situações irregulares”

Nova declaração doutrinária

Vaticano aprova “bênção espontânea” de casais do mesmo sexo e “em situações irregulares”

O Dicastério para a Doutrina da Fé acaba de publicar uma nova declaração doutrinária, segundo a qual os padres podem conceder bênçãos “espontâneas” a casais formados por pessoas do mesmo sexo ou “em situações irregulares” (como aqueles que vivem juntos sem terem celebrado o matrimónio). Tal não significa, no entanto, que essas uniões passem a ser validadas pela Igreja, salvaguarda o texto divulgado esta segunda-feira, 18 de dezembro, e aprovado pelo Papa Francisco.

Bênçãos para casais irregulares?

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Em 2021, a então Congregação para a Doutrina da Fé publicou um documento cujo objetivo era clarificar a possibilidade de abençoar casais do mesmo sexo. Numa linguagem seca, rígida, legalista e moralizante, típica da teologia romana, o documento conclui sobre a impossibilidade de a Igreja abençoar as uniões entre pessoas do mesmo sexo, uma vez que só no contexto do casamento heterossexual as relações sexuais encontram o seu “sentido natural, adequado e plenamente humano”. (Jorge Paulo).

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Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

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